9ª Paletada – Etapa Noturna - Imbassaí

Chegamos à Imbassai por volta das 17:30h, em cima da hora. Por se tratar da nossa primeira “Paletada”, nós da equipe Discovers (Nilton, Elson, Rosania e eu) estávamos apreensivos e empolgados. Para piorar, era uma etapa noturna! Pedimos para transferir a nossa largada para mais tarde, pois ainda estávamos nos habituando com as regras e equipamentos. Afinal, as funções de calculista, navegador e contador de passos eram inusitadas para nós. Logo no início do percurso, não conseguimos relacionar o mapa com as referências do local e fomos atrasando e depois de algumas trombadas, Elson pegou a prática e logo começamos a melhorar na orientação e localização. Trilhamos por caminhos estreitos, estradas longas, leito e travessia de rio com correnteza, areia da praia, etc. Mas para surpresa de todos, perto do final, descobrimos que havia um erro no cálculo do tempo!!! SNIF! SNIF!! Ah!! Mesmo com todos contratempos, conseguimos o 1º lugar na categoria iniciante. Ganhamos troféu e tudo!! T+ Patrícia.

Mergulho em Guarajuba

Nossa que barato! Tão próximo de Salvador e ainda não conhecíamos as piscinas naturais de Guarajuba. A água estava bem clarinha, simplesmente irresistível. Renata e Bruna, filhas de um casal de amigos, também nos acompanharam nesta aventura. Foi um mergulho recreativo, pois não havia peixes que justificassem a caça. A profundidade variava muito. Valeu a pena conhecer esse paraíso natural.


Pedalada Guarajuba a Reserva de Sapiranga

Saí de Guarajuba às 6h, sozinho, em direção à Praia do Forte. Devido aos relatos de assaltos a ciclitas na Estrada do Côco, estava meio apreensivo, queria muito chegar logo na Reserva de Sapiranga, então mantive um ritmo acerelado. Ao chegar na Reserva, não havia ninguém, entrei no mato e sem conhecer, fui seguindo a trilha. Por diversas vezes nas bifurcações tive que escolher uma direção a seguir, fiquei um pouco preocupado em me perder, mas foi quando observei uma grande quantidade de bromélias, espalhadas em uma área protegida por árvores mais altas, um lugar muito bonito. Subindo e descendo por uma trilha repleta de obstáculos, como: galhos de árvores, troncos caídos, cipós e riachos, consegui encontrar uma saída e seguir em direção ao um lago rodeado por mansões. Peguei um estradão e logo depois estava na rotatória de Praia do Forte e de volta a Estrada do Côco. Resolvi entrar em Itacimirim e seguir pela praia até Guarajuba, a maré ainda estava um pouco alta e a areia fofa em determinado trecho me obrigou a empurrar a bike, a sorte foi que o vento estava a favor. Chegando em Guarajuba, com areia mais dura, foi possível desenvolver uma boa velocidade. Foi muito gratificante esta aventura ! Total de 42km.

Praia da Espera em Itacimirim
Praia da Espera em Itacimirim
Praia do Hotel de Itacimirim (Ponta de Guarajuba)
Hotel de Itacimirim em Ruínas
Entrada da Reserva de Sapiranga
Bromélias (Reserva de Sapiranga)
Lago Reserva de Sapiranga
Lago Reserva de Sapiranga
Estrada do Côco

Trilha Jorrinho de Abrantes a Arembepe

Iniciamos a trilha às 6h e 40min saindo do posto BR próximo a entrada de Busca Vida. Todos estávamos entusiasmados e logo iniciamos com um ritmo acelerado, só conseguimos respirar após a quebra da corrente da bike de Ney, hehehe. Entramos na trilha do Jorrinho e logo na frente, paramos para reagrupar e seguir em direção a Arembepe. No percurso, tivemos vários acontecimentos, com destaque especial a nova quebra de corrente e queda de Jairo, outra queda fantástica de "Rubinho", mas nada de grave... Por falar em "Rubinho", ele tem muita raça!!! Parabéns cara !!! As boas surpresas foram: a paisagem de um pequeno rio que passamos e uma pitanqueira carregada que paramos e comemos muitas, muito bom!!! Mais adiante, encontramos vários conhecidos em outro grupo de bike, acabou acontecendo uma pequena confraternização, foi bem legal! Voltamos pela estrada do côco, onde foi possível aquele sprint final até uma barraca de água de côco. Foram aproximadamente 40km de muitas emoções. Valeu pessoal !!! T+.
















VEJA OS VÍDEOS ABAIXO!!!

Mergulho no Farol da Barra

Sem uma programação prévia, não foi possível divulgar o tão esperado retorno ao mergulho, haja vista que o mar e as condições climáticas nos útimos meses, não estavam favorecendo. Já estava com muita saudade e logo que soube que o mar estava bom, peguei o material e fui com Elson para Barra, verdadeiro paraíso. Ao chegarmos, conversamos com dois rapazes que acabavam de sair do mar, os quais nos garantiram que a água estava clara na parte inicial e que visualizaram alguns cardumes. Elson, com seu equipamento de caça submarina, parecia desejar repetir algumas de suas façanhas como por exemplos a captura de polvos e budiões.
A maré estava secando, aí fomos logo ao primeiro naufrágio, mas apesar da beleza dos corais a quantidade peixe era pequena. Exploramos a área e, quando olhei para um cardume de pequeno porte lá estava um peixe enorme!!! Claro que comparado ao tamanho dos peixes que costumo ver na Barra. Fiquei euforica! A emoção foi tanta que até bebi àgua ao gritar por Elson para que ele também visse e agisse, é claro com seu tiro certeiro. Mas não foi dessa vez. O DIA NÃO ESTAVA PRA PEIXE! O bom mesmo é que deu para relaxar muito! Até a próxima!




Veja o vídeo abaixo!