Centro de Treinamento do Mural (CTM) da Paralela

Olá amigos do pedal, nessa última terça-feira (27/04), tivemos uma boa participação da galera (ver foto acima), o grupo foi grande e animado! Notamos a presença de vários novatos, que puderam experimentar o pedal do CTM pela primeira vez! É isso aí! Continuem praticando e até o próximo pedal! Elson.

Trilha de Jorrinho de Abrantes a Arembepe

Estréia no Mural. Eu, Iuri e André nos aventuramos a acompanhar os experientes Elson, Popó e companhia na nova trilha de Arempebe. Eles já nos iam nos escapando quando estacionamos os carros no posto da BR, atrasadíssimos!
Pensei que fosse desistir da modalidade MTB ao perceber que às 7h00 da manhã de um belo sábado eu já estava exausta, subindo uma serra estilo estradão após apenas 30 minutos de trilha. Foi com dificuldade que enchi os pulmões para alertar ao meu amigo que 40km de trilha era coisa demais pra gente... Mas, teimosos, prosseguimos. Afinal, foi nesse mesmo espírito que semanas atrás fizemos os 120km de ida-volta no asfalto pra levar as magrelas a conhecer a Praia do Forte.
Depois do estradão de aquecimento, pegamos uma chuva animada com bastante subidas e descidas emocionantes até Jorrinho, onde fizemos a primeira parada.
O alívio veio quando os mestres avisaram que já estavamos no meio do caminho. Esse pessoal não tem noção de engenharia... Pra gente, estava só começando. Foi então que descobri o que eram os famosos "singles": à moda bahiana, são trilhas bem estreitas, aonde não chega a caber uma bike, cheias de capim-navalha que passam acariciando as panturrilhas.
As prometidas 2 ladeiras acima eram na verdade 4! E quando tivemos oportunidade de escolher entre um tobogã gigante apontando para o céu ou uma trilha de muita areia, escolhemos a areia, que era, na verdade, um pacote de muita areia, mangues, ladeiras, singles, riachos... Natureza manifestando sua beleza mais rústica!
A essa altura, o braço não aguentava mais carregar a bike para atravessar mangues. Foi então que encontramos um buteco para a segunda relaxada. O sol sorrindo! Bike nas costas e mais uma pinguela. Partimos para o terceiro e ultimo trecho. Mal podia acreditar quando vi o asfalto.
Só paramos mais à frente para hidratação com bastante água de côco e simbora pra casa. 44Km de trilha, 6h de diversão... Uma galera fantástica, que espero rever muitas vezes. Valeu, Mural! Nanda.
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Mapa da Trilha de Reconhecimento em Arembepe

Esse foi o trajeto que fizemos na Trilha de Reconhecimento em Arembepe. Imagem gerada a partir do GPS de Bastião.
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Trilha de Reconhecimento em Arembepe

AREIA, MUTUCA, FACÃO E MAIS AREIA!
Pois é, caros colegas. Desbravar novos caminhos sempre reserva novas surpresas. Começamos a trilha em torno das 7 horas da manhã do último sábado 17 de Abril partindo do posto Texaco em Arembepe. O grupo dos destemidos foi composto por Marcelo (que vos escreve), Elson, Ricardo Popó, Josué, Helder, João e a participação especial de Bastião (do grupo Dino´s Bikers) com seu super GPS para ajudar a abrir caminho na mata.
Após 2 km pedalando no asfalto entramos na trilha e começamos a ficar perdidos (como de costume). Logo entramos em um super single muito bonito, sempre seguindo o GPS de Bastião. Vale aqui lembrar-vos que Popó também tem um GPS meio descalibrado (na cabeça dele) que sempre indicava o caminho contrário daquele indicado pelo GPS de Bastião.
Como a idéia era atravessar o rio Jacuípe seguimos sempre ao norte. Popó avistou uma torre ao longe e estabeleceu logo como objetivo a ser alcançado (que mania por objetos fálicos, não?). Adentramos um terreno particular (não sabíamos até sair da propriedade) que foi um dos trechos mais lindos e legais da trilha. Quando chegamos a porteira e estávamos saindo o caseiro veio correndo para nos expulsar com um facão na mão! Isso mesmo! Seu Castelo achou que éramos invasores da propriedade de seu patrão com propósitos hostis (como ele mesmo explicou a região tem mais ladrão que a Cesta do Povo). Uma cena muito comovente e digna de ser lembrada foi enquanto aguardávamos o caseiro para esclarecer o caso Bastião Paz e Amor se impôs a nossa frente para dialogar com o caseiro que logo baixou as armas. Bastião já tem meu voto como Secretário Geral da ONU.
Findo o susto sem mortos nem feridos atravessamos a rodovia da Cetrel e continuamos seguindo. Percorremos alguns trechos muito erodidos pelas chuvas que aconteceram ultimamente, entretanto colocando a prova a (falta de) técnica dos aventureiros. Areia não faltou do início ao fim e companheiros como Josué e João ficaram muito desgastados devido a falta do desjejum.
Mutucas também foram um desafio a parte, principalmente para Popó que disse estar "todo picado" e "minha pele é muito sensível". Chegamos em uma vila já perto do rio. Como não tínhamos como atravessar decidimos seguir o caminho até Imbiribeira que segundo os moradores disseram: "O caminho é feito em duas horas, mas com a bicicleta de vocês leva uma hora". Ledo engano! O caminho era muito arenoso (de novo). Helder infelizmente teve sua corrente quebrada no meio do caminho, pois estava muito seca (Como pode uma corrente que nunca leva óleo quebrar?). Após muita teimosia decidimos voltar e terminar a trilha.
No saldo a trilha foi positiva. Caminho novo, visual espetacular e ESSA VONTADE DE PEDALAR QUE NÃO PASSA!
P.S.: No mesmo dia nosso querido companheiro Ciro deu Game Over (diga-se, casou). Ciro, muitas felicidades e boa sorte para você e sua esposa.
Abraços, Marcelo Amorim.
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