Trilha Grupo Mural Bike - CTM da Paralela

Bom galera, não sou um grande escritor, mas vou tentar contar a vocês como foi o CTM.
Há semanas tentava pedalar com o Mural, mas as chuvas e minha mãe dificultavam cada vez minha ida ao pedal. Saímos do monumento Luiz Eduardo na direção oposta ao Shopping Paralela e entramos na trilha. Começamos aí a seqüências de subidas e decidas acompanhada de muita lama. Sempre seguindo o percurso feito pelos mais experientes para não cair em nenhum buraco indesejado, apesar de ser inevitável pelos presentes deixados pela chuva. No início da primeira volta era só felicidade, descidas e mais descidas... Pena que era ilusão, depois de um tempo, vieram as subidas que se tornavam ainda mais cansativas quando se juntavam com a lama, que mais parecia uma cola. Durante o pedal fizemos algumas paradas, para: reunir a galera que ficava para trás (às vezes eu estava nessa galera), para fazer ajuste nas bikes, para encarar desafios como: decidas e subidas técnicas, o famoso tobogã e diversas outras aventuras... E sem esquecer da parada final para a resenha e coca-cola.
Foi surpreendente, nunca imaginei que no meio de uma rua como a paralela fosse ter uma trilha tão emocionante quanto essa do CTM. Gostei demais e pretendo voltar, cada vez mais preparado...
Para finalizar queria agradecer a toda galera do Mural de Aventuras que foram muito atenciosos e super gente boa comigo. Valeu galera e até o próximo pedal. Pedro Neves.

Trilha Grupo Mural Bike - CTM da Paralela

Olá amigos do pedal, mesmo com a chuva a galera apareceu na última terça-feira (20/07), até os ciclistas de "standby" Ciro e Igor voltaram com força total!, Vamos lá galera, preparem-se que vem aí muita aventura nesse segundo semestre! Continuem praticando e até o próximo pedal! Elson.

2º Dia - Expedição Chapada dos Veadeiros (Alto Paraíso - Cachoeiras São Bento, Almécegas I, II e Vale da Lua - São Jorge)

Acreditem, é uma satisfação imensa poder resenhar um dia de uma Expedição.
Aqui estamos nós, “Expedicionários do Mural de aventuras”... Que orgulho!!! Acordamos bem cedo naquele 2º dia de expedição, depois de uma noite tranquila e ansiosa, pois aquela manhã fria nos saudava para um dia de muitas descobertas e superações. Fizemos até uma aposta, de qual bike estaria pronta primeiro com seus respectivos alforjes e demais bagagens prontas para o pedal. Já que aquele dia quebraria o paradigma de pedalar com peso, para alguns, pois os VETERANOS ali estavam... safos!!!heheheh. Elson, Popó e Fernandes disputaram bem a eficiência na montagem dos apetrechos, legal foi o semblante da galera ao perceber o peso nas bikes que tinham que carregar!!!!heheheh.
Dona Célia, proprietária da pousada Beija Flor, onde pousamos, nos serviu aquele café da manhã, bem prestigiado por nós. Naquele momento percebi um grande concorrente ao meu troféu de “garfo de ouro” conseguido com muito esforço na Expedição passada, meu mano JP, que manda tão bem quanto eu nesta refeição imprescindível!!!heheheheh.
Neste momento já rolavam altas resenhas e uma sinergia que seria uma constante, e nos ajudaria a encarar esse 2º dia de expedição.
Tudo pronto, nos posicionamos para a tradicional foto de saída e lá vamos nós... cada um procurando a melhor maneira de se familiarizar com sua bike... é muito diferente pedalar com bagagem!!!
Saímos de Alto Paraíso iniciando a volta ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros em direção a cidade de São Jorge o primeiro destino traçado por Elson, onde passaríamos por algumas cachoeiras durante o percurso. Neste inicio de pedal já percebia as dificuldades que iríamos enfrentar com o clima frio e a umidade do ar muito baixa. Após uns 10km de asfalto (rodovia com faixa para ciclo turismo) chegamos a Fazenda São Bento muito bem estruturada para visitações onde fica a cachoeira com mesmo nome. Passamos pela sede onde é cobrado uma taxa de visitação de R$5 por pessoa, prática constante nas propriedades onde se encontram as cachoeiras, deixamos as bikes na sede da fazenda e iniciamos uma caminhada de 2.4Km que leva até a cachoeira, no início uma trilha de terra batida e depois continuamos por um tablado de madeira envolvido por uma vegetação muito bem preservada onde estavam identificadas varias espécies de plantas nativas, vimos também instalações inusitadas como moinhos (monjolo) e bombas alternativas acionadas por rodas d’água.. muito legal!!! Eu e Popó viajamos nas instalações bem familiares com nossa atividade profissional!!!hhehehe.
Extasiados com aquela natureza continuamos caminhando, registrando e resenhado, principalmente com nosso mano Popó, que mesmo com aquele calor que já fazia, não tirava seu agasalho corta vento novinho... mas ele não resistiu as gozações e tirou o bendito agasalho!!! Só Popó mesmo...heheheh.
Finalmente chegamos a belíssima cachoeira onde também encontravam-se alguns turistas, decidimos logo mergulhar naquele lago que se formava com água cristalina e geladíssima para variar!!! Curtimos bem o lugar, ainda mais com a novidade da câmera anfíbia do Elson!!! Altas fotos.
Curta caminhada de volta a sede da fazenda e retomamos nosso pedal em direção a mais duas cachoeiras, Almecegas I e Almecegas II. Após alguns quilômetros de pedal, chegamos ao portal da propriedade de acesso as cachoeiras, onde o negociador de taxas oficial do grupo, nosso mano Elson, conseguiu um bom desconto. Fomos instruídos a visitar primeiro Almecegas II pela característica do acesso, finalmente conseguimos limpar os pneus das bikes, saindo do asfalto e acessando uma estrada de terra com algumas subidas e descidas para esquentar as canelas!!! Percebo que a falta de chuva na região nesta época do ano, nos reserva muita poeira pela frente. Conseguimos chegar bem perto da queda d’água com as bikes em Almecegas II, pois elas também merecem seu momento de estrelato nas fotos...hora essa!!!heheheh.
Após repormos as energias e ativarmos a circulação naquela água gelaaada, seguimos para próxima cachoeira com sua beleza impar, que nos proporciona uma terapia imensurável, desta vez todos mergulharam e nos posicionamos sob a queda d água, loucura, loucura, galera!!! Adrenalina pura!!! Tô viajando aqui em lembrar de tudo!!!!
De volta ao pedal, continuamos pela GO 103 pois ainda tínhamos mais uma beleza da natureza para conhecer, percorremos um bom trecho de asfalto rodeados pela vegetação e um relevo lindíssimo característico da Chapada dos Veadeiros, até pararmos em um bar com estrutura de palhoça na beira da estrada para um breve lanche e repor as energias. Saímos do asfalto e continuamos por estrada de terra, mais movimentada por veículos que levantava muita poeira... até chegarmos a propriedade onde fica a cachoeira Vale da Lua. Acomodamos as bikes sob uma tenda e seguimos por uma trilha até a cachoeira, um lugar simplesmente “zen”, uma formação rochosa que remete imagens do solo lunar!!!! Muito louco e muito lindo!!! Continuamos desbravando o local até chegar a uma das piscinas que se forma entre as rochas para mais um tradicional banho... lógico!!! Também no local alguns turistas presentes curiosos com nossa aventura. Otimizamos nossa estada ali, pois ainda tínhamos que chegar a cidade de São Jorge e um bom caminho a percorrer. Fomos informados por moradores da região sobre um atalho em trilha que também daria acesso a cidade de São Jorge... conversamos, e seguimos em busca deste atalho, na primeira tentativa passamos direto pela entrada do caminho e descemos uma ladeira considerável, percebemos que tinha algo de errado, até chegarmos em uma porteira de acesso a uma propriedade. Elson e Nanal foram em busca de informação e retornaram sem encontrar ninguém... felizmente ouvimos o barulho de escapamento de uma moto, era um morador da fazenda que nos auxiliou à retomar o caminho correto. Vamos nós subir aquela ladeira quando o pneu da bike de Fernandes furou, parei para ajuda-lo enquanto os demais expedicionários seguiram para confirmar o acesso a trilha de atalho. Fizemos a força no pneu e fomos encarar aquela ladeirinha!!! pois já era fim de tarde e o desgaste já se fazia presente. Ao pegarmos o atalho bem escondido na vegetação, iniciamos pedalando em um single track e deparamos com uma descida que nos reservava um caminho com muita pedra, necessidade de carregar as “bikes com ba-ga-gem”, passagens por córregos e muita dificuldade para aquele momento do dia. Galera!!! anoiteceu e ali estávamos nós, um guiando o outro, redobrando a atenção no caminho... cansados!!! mais as gozações e reclamações sobre a situação eram inevitáveis, foi quando JP desabafa... dizendo que iria deixar as bagagens no caminho... Nanal cai sentado na frente de Popó!!! E para levantar!!!???hehehehehe.
Percebo o pneu de minha bike furado!!! Mas a essa altura já estávamos próximos de sairmos daquela bendita trilha e retomarmos a estrada, paramos para fazer a força do pneu de minha bike, saímos da trilha e retomamos a estrada de acesso a São Jorge por mais uns 8Km. Tudo isso ocorrido nessas ultimas horas, serviu para valorizar mais ainda a comemoração da chegada á cidade, em nome de tudo que vivemos, brindamos com umas cervas bem geladas... fomos até recepcionados por um morador ilustre!!! O amigo ETE. Só faltou encontrar o aeroporto extraterreno!!! Heheheheeh.
Nos hospedamos na pousada Fonte do Cristal de Dona Socorro que nos acolheu com sua simpatia impar!!!
Devidamente acomodados, já cheirozinhos, fomos em busca de um lugar para o merecido jantar... contatar as famílias... Pois aquele dia nos sinalizava de fato, o que tínhamos para viver durante a expedição. Espero ter traduzido o que foi o 2º dia da Expedição Chapada dos Veadeiros, porém tem muito mais por vir!!! Grande abraço. Piau.
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