CTM Paralela Especial: 50 anos de Serjão


CTM Paralela - TERÇA-FEIRA, 14 de Fevereiro de 2012. – 20:00Hs ANTECEDENDO O MAIOR CARNAVAL DO MUNDO EM FESTAS POPULARES.
Uma trilha comemorativa com muitos amigos.
Organização "Mural de Aventuras" com percurso já concordado em 50km (no final deu 50,6km), percurso totalmente realizado por todos!
Iniciamos no tradicional ponto de largada do CTM (Centro de Treinamento do Mural - Paralela). Pelo canteiro no sentido à Avenida Orlando Gomes, saindo na orla e totalmente em “ALTA”, até o farol da Barra. Foi só alegria!!!
A multidão ali presente já a espera dos primeiros acordes de carnaval.
A Ladeira da BARRA totalmente movimentada de foliões, com muita animação – todos os meus convidados e convidadas. Rsrs!
Chegando ao Largo da Vitória, foi uma surpresa, pois chamamos a atenção dos foliões, querendo saber do nosso grupo "Mural de Aventuras".
No sentido centro da cidade, Praça Castro Alves (descendo em alta), na Rua Chile, Praça da Sé, Terreiro de Jesus, foi o nosso comercial!!! Elson com suas palavras "diretas": - quem vai pagar o cravinho é Serjão!
Comprei a "bomba" (risos), por sinal muito saborosa, porém proibido o alto consumo!!!
Há... lá no terreiro, nosso colega David deu um ajuste em minha bike que não estava passando para a coroa grande. Valeu David!!! Obrigado!!! Comemoramos com mais um cravinho...
Fiz uma oração em frente às igrejas, agradecendo a Deus pela minha saúde, minha família, meus amigos, meu trabalho... Enfim, minha vida!
Saindo do Terreiro de Jesus, descemos a Ladeira da Praça, passamos na Avenida Joana Angélica, sentido nova Arena da Fonte Nova (em alta). Pegamos a Av. Bonocô, passamos em frente ao Iguatemi. Elson com sua experiência, direcionou-nos à Avenida Magalhães Neto. Fiquei surpreso!  falei -E aí rapaz vai voltar pela ORLA? – ELE – NÃO É PARA PODER DAR OS 50 Km !!! Rsrsrss.
Chegamos ao CTM com muita alegria. Missão cumprida! Fiquei muito feliz!
Obrigado a todos que participaram!!!
PS: depois rolou refri (patrocínio) e cerveja no posto 1.
BMMP!!! Serjão.

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Trilha do Carnaval


Antes de começar a resenha, gostaria de agradecer a turma do Mural de Aventuras pela ótima recepção e companhia .
Sou de Feira de Santana e aproveitei o feriadão de carnaval para descansar com a família em Barra de Jacuípe no litoral norte. Sou adepto do MTB há pouco tempo (pouco mais de um ano) como já tinha conhecimento do Mural de Aventuras, entrei no site e verifiquei que estava programada uma trilha no período do Carnaval. Após entrar em contato com Elson, me programei e às 06:50h estava presente no ponto de partida do “Pedal do Carnaval”. Lá chegando fui bem recebido por todos os Muralistas presentes . Antes da partida Elson fez uma preleção para os quinze participantes apresentando os novatos do dia e passando algumas informações sobre a trilha.
O pedal começou sob forte chuva, contudo, ela durou pouco e não atrapalhou.  Em Abrantes pedalamos uns 6km em asfalto e seguimos por um estradão até entrarmos  em um single-track com mata fechada que fica em frente a uma casa abandonada. Alí a coisa começou a ficar séria. Numa subida de repente surge a primeira vítima do dia, Josa de repente saiu da trilha e caiu no mato perto da ribanceira. Ajudado por Pedro e passado o susto,  continuamos ladeira acima e ao pararmos para um breve descanso Elson utilizou este momento para tirar fotos e passar alguns conselhos sobre a forma correta de pedalar em subidas íngremes - para que não tivéssemos a mesma experiência de Josa. Quase ninguém concordou quando ele detalhou a forma correta de sentar no selim na subida, apesar de correta a observação, ele utilizou uma frase muito forte para exemplificar a postura dos glúteos e esta orientação foi considerada  para além do aspecto  técnico de MTB, envolvendo uma opção pessoal. Foi um momento de descontração. Seguimos adiante e mais subidas e lindas paisagens. Em determinado momento passamos por trecho com subida íngreme com uma erosão e muita lama, todos tentaram  e quase ninguém zerou esta parte, Pedro não se deu por satisfeito até conseguir  zerar o percurso. Na descida os tombos foram vários, quem já tinha descido e também aqueles que não quiseram  se arriscar ficaram de camarote vendo os tombos daqueles desavisados que não conseguiam controlar a bike sobre a lama escorregadia. Nesta descida Pita caiu no meio do mato e pensando que não tinha sido visto levantou-se rapidamente para não ser flagrado. Ledo engano, o Elson estava a postos com sua fiel máquina fotográfica e já havia registrado o tombo. Fizemos uma parada para recarregar as baterias com direito a banho de bica  que fica na área de um restaurante. Após o descanso seguimos na trilha até atravessarmos a rodovia e seguimos por um estradão em direção a Arembepe. Neste trecho a chuva nos ajudou, pois o estradão era um verdadeiro areal. Ao sairmos do estradão fomos em busca de uma ladeira que segundo Pedrinho, ninguém até então tinha conseguido subir. Ao  primeiro olhar alguns acharam ser  possível vencer o desafio, Josa até ofereceu uma camisa do Mural para quem conseguisse o feito, contudo, depois de várias tentativas de praticamente todos os integrantes do pedal, ninguém conseguiu subir. O Pita, teimoso que foi, acabou forçando demais a bike e quebrou o cubo traseiro e outro Muralista acabou com o pneu rasgado. Fim de pedal para Pita e para o seu fiel escudeiro Pedrinho, que o acompanhou até o caminho de volta.
Atravessamos ainda o Rio Capivara, e na beira paramos num barzinho para o abastecimento, bebidas para aliviar a sede e repor as energias. Pegamos o caminho de volta e ainda pedalamos um bom trecho até chegarmos novamente na rodovia e finalmente concluirmos a Trilha do Carnaval com aproximadamente 40 km, cansado, porém, feliz por ter contemplado belíssimas paisagens e ter desfrutado da ótima companhia da turma do Mural, voltei para Barra de Jacuipe e curti o restante do dia na Praia. 
Um forte abraço a todos os participantes da trilha e espero vocês em Feira. Elioenai  Matos.

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2˚ Dia do Desafio da Serra da Jiboia 4 - O Retorno

Lucas

Na manhã do segundo dia, muitos já estavam preparados desde cedo. Fomos à padaria para tomar um café reforçado e pela fome da galera, acabamos assustando o cara da lanchonete. Comemos todos os sanduíches, bolos e biscoitos antes mesmo do suco de laranja ficar pronto.
Na saída, Pedrinho e Pita atrasaram e descobrimos o motivo:  estavam no apartamento, tentando se livrar dos pesos extras das mochilas. Quilos e quilos de sobrepeso foram deixados para trás, na tentativa desesperada de melhorar a performance no dia que seria ainda mais difícil. Por pouco não jogaram as mochilas pela janela  kkk.
Seguimos o asfalto que tínhamos descido em alta na tarde anterior. Nosso ritmo foi controlado, pois teríamos o dia inteiro pela frente de muito pedal. Saímos do asfalto e partimos em longos estradões para Pedra Branca.  Paramos para um reabastecimento de água e conversamos com a galera do Motocross, que nos informaram uma excelente trilha técnica para chegar à estrada das antenas. Imediatamente mudamos nosso roteiro, aceitando o desafio de subir pelo novo trecho travado. Realmente foi uma difícil subida, para não dizer uma escalada.
Welseman
Nosso amigo André (Mandrake) sentiu bastante neste trecho e parou para descansar. O grupo seguiu em um ritmo mais lento até chegar a uma pequena cachoeira no meio do trajeto para as antenas. Era o momento de repor parte das energias, em um banho de água gelada à sombra. Wel não demorou muito no Pit-Stop e continuou subindo, seguido por Mandrake.
A galera ainda ficou na mini-cachoeira até que decidiu continuar. A chegada ao topo da montanha, nas Antenas, já era a recompensa de mais de um dia e meio de pedal, porém ainda teríamos muito pela frente. O cansaço já estava evidente no semblante de cada um.  Enquanto parte do grupo descansava e apreciava o visual incrível das alturas, outros decidiram escalar as torres de concreto para verem a paisagem de um ângulo ainda mais radical. O manto sagrado do Mural de Aventuras foi colocado no topo das antenas!  Isto é Mural, quando alguns acham que acabou, outros mostram que ainda dá para ir mais além!!!
Preparamos para o início de um grande downhill em direção à casa de farinha. A velocidade alcançada foi impressionante. O grupo superou muito bem a dificuldade da mata ainda com lama pesada, pedras e troncos no meio da trilha. Alguns atoleiros e quedas foram inevitáveis, porém a última e mais perigosa descida foi liderada por Rei, seguido de Pedrinho, Lucas e Wel, tudo filmado por Elson (vejam o vídeo abaixo).  Na chegada da casa de farinha o inesperado: tentativa de eliminação do nosso líder, em uma queda que empenou a roda dianteira da sua bike.
Tudo foi devidamente registrado. Passado o susto (Elsão foi Ninja, apenas um pequeno arranhão no joelho kkk), fizemos alguns reparos na bike  para continuarmos em frente. Estávamos no meio da tarde e ainda havia muito a percorrer.
Continuamos com a bike já melhorada e Elsão mudou o ritmo depois do acidente: ele aumentou a pedalada, dizendo que a bike tinha ficado excelente  KKK.  Foi pressão total, em tudo que era ladeira... nem roda empenada segurava o cara... rsrsrs
Já no final da tarde nosso amigo Pita se sentiu mal e precisou parar para se recompor. Sorte que tinha um pequeno riacho à beira da estrada e ele melhorou.  Estávamos próximos de um Povoado onde paramos para um lanche antes do desafio final.
Seguimos firmes, para vencer as últimas seis e mais difíceis ladeiras de todo o final de semana. O empurra bike de alguns foi inevitável (tudo devidamente registrado). Outros reclamaram muito das ladeiras que não tinham fim e que o número não reduzia de 6.  É amigos, as ladeiras da Serra se multiplicam. Quando você acha que faltam 5, na verdade ainda faltam 5, ou 6, ou 7  rsrsrs.
Nos momentos finais, já entrando pela noite, o que manteve  o grupo firme foi saber que estávamos a 90% do desafio e ninguém mais iria desistir naquela hora. Devido à escuridão, os finais das subidas não eram mais visíveis (sorte nossa kkk). Enfim, chegamos à sede da fazenda, onde Dª Neide e Sr. Rafael nos aguardavam para o churrasco. E que churrasco!!!
Mais uma vez o sentimento de desafio cumprido tomou conta da galera, que imediatamente esqueceu do sofrimento passado e já em clima de confraternização começou a perguntar quando seria o próximo desafio!
Agradecemos a Elson pela oportunidade de participar de mais um grande desafio,  de muita superação durante estes dois dias de "PEDAL EXTREME" na SERRA DA JIBÓIA.
“Nenhum sofrimento é bom, mas a sensação de alcançar um objetivo supera qualquer dor.”
Que venham os próximos! Lucas e Welseman.

VEJA O VÍDEO ABAIXO. LIGA O SOM BEM ALTO!  
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