Trilha EDF em Sapiranga

Aos 23 de setembro do corrente ano, inicio da primavera, lá pelas 04:30h da matinha, nos EDF (Ex-quadrilha da Fumaça), já nos concentrávamos na frente da casa de Geby, terminando os preparativos e arrumando as coisas pro pedal tão esperado com nossos irmãos do Mural. Terminado, tudo conferido partimos! Uma parada em Amélia para pegar o brother Mauricio, este que é um hibrido de Mural e EDF, e a viagem continua... Eis que chegamos, em Mata, na Praia do Forte e logo somos recebidos amistosamente por Elson do Mural, que logo sobe ao “púlpito”, e passa todas as informações pertinentes ao pedal.
Devidamente recebidos, informados e equipados, partimos. Mural de Aventuras e EDF na Sapiranga, uma trilha com certo grau de dificuldade, e um alto nível de emoção e beleza. Foram diversos tipos de biomas que encontramos no decorrer do pedal, mas a predominância é mesmo da restinga, uma espécie de terreno mezzo arenoso, mezzo salino; com uma diversidade de plantas herbáceas de grande influência marinha e fluvio-marinha. O que não nos limitou a um só tipo de terreno, como já havia dito antes. Da areia salina de praia (está que castigou muitos guerreiros EDF) aos cascalhos sedimentares do sertão, foi uma emoção só.
“Desfilamos” nossas super “magrelas” entre singles de areia (o que proporcionou diversas quedas, principalmente de Mendonça Bike – oito no total – entre outro... teve uma minha emblemática) e singles tracks no melhor estilo paredão; margeamos o rio pela mata, por meio de pedras e espaços tortuosos; não nos faltaram estradões lisos e com costelas de vacas; e um velho cascalho em uma subida um tanto, quanto, castigaste! Foi uma das partes mais divertidas. O asfalto por duas vezes se fez presente (em espaços curtos). Na segunda parada fizemos um pit stop legal, deu até pra assistir uma briga entre um “Vicentoria” e um “Jahia” em um dos bares do vilarejo. Desbravamos um riacho; e fizemos uma bela travessia em um rio (tivemos fotos legais nesse momento), que nos abriu as portas para uma linda mata, estilo “São Roque”. Mata Atlântica secundária, belíssima! Atualmente uma APA – Área de Proteção Ambiental – mantida pela Petrobrás. Nesse momento, quase no fim do pedal, pela segunda vez o pneu de um dos Mural furou, na verdade rasgou e ai tivemos de esperar o expert e o Mandrake darem um jeito. Uma resenha se desenrolou daí em diante, um biker-mirim trabalhador encostou e “ao sabor” de bolo de laranja, iguarias que sua mãe prepara para ele vender, fizemos mais um pit stop forçado.
Assim foi o começo da primavera, assim foi mais um encontro com os amigos, mais uma confraternização pela saúde, beleza e diversão. EDF agradece Mural, e desde já estende o convite para mais um pedal pela bandas de cá do sertão. Aloha! Ewerton Monteiro (Cabe).
VEJA O VÍDEO ABAIXO. LIGA O SOM!  
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5 comentários:

Mateus Alves Neiva disse...


Trilha muito massa... primeira de várias com a família Mural

BORA MURALLLLLLLL !!!!!!!

JP disse...

KKKKKKKKKK
Resenha, fotos, vídeo, tudo show!!
JP

Kita disse...

Muito massa esse pedal gostei pra caramba vamos fazer outros Mural e EDF Abcs a todos.
kita

josa disse...

vamos sim Kita, mas dessa vez se perder tá? srsrsr vamos juntar essa galera novamente, onde vai ser a próxima, e dessa vez vejam se não esqueçem da minha camisa kkk

Ed disse...

O inicio do video ja diz como foi a triha! Elson gritou:"LARGAAAAAAAA" pense que naquele dia ele estava inspiradissimo...bom pra nós hehehe eu acho rsrsr
Bora Mural.
Isso sim é emoção.