Expedição Titicaca e Estrada da Morte: Aclimatação em La Paz

Mais uma expedição do Mural se iniciando. Todos fomos no mesmo voo que saiu dia 14/09 às 9:35 de Salvador, fizemos conexão em São Paulo, onde encontramos Herrera que providenciou uma Pizza Hut e agilizou o novo check-in. Chegamos em La Paz ás 19:55. Pegamos o transfer que já tínhamos reservado e fomos ao Hotel em La Paz Sagarnaga. Saímos para comer algo seguindo a sugestão que pegamos no próprio hotel. Fomos para o restaurante Angelo Colonial, um lugar muito doido... parecia um quintal a entrada, com um cheiro de querosene, tudo meio estranho. Subimos umas escadinhas estreitas e chegamos na mesa. Pedimos logo o primeiro Pisco Sour da expedição.  Voltamos para o Hotel. Dia 15/09 nos programamos para fazermos um reconhecimento pela região, dessa forma íamos aclimatando e conhecendo um pouco a cultura local. Saímos após o café da manhã, que perdia feio para qualquer pousadinha do interior.
 Logo perto do hotel nos deparamos com bancas nas ruas vendendo todos os tipos de coisas. O que mais chamou nossa atenção foram fetos e filhotes de Llamas empalhados que são usados em rituais para Pacha Mama.  Andamos um pouco mais e chegamos à Plaza de San Francisco. Lá é situado um museu e a Igreja e Convento de São Francisco, no centro de La Paz.  Fizemos uma visita ao museu que nos dá uma vista panorâmica da cidade, que por sinal, deixa muito a desejar em diversos quesitos, e beleza é um deles. Quase que a totalidade das casas não possui reboco, nem pintura, tornando a cidade toda cor de tijolo. A poluição é vista no ar,  transito é um verdadeiro caos. Bem, mas voltando á Catedral, aconteceu uma situação totalmente inusitada. Estávamos nos telhados da Catedral, quando a Guia que nos acompanhava na visitação mostrou os sinos da Igreja. Um emaranhado de várias cordas que unia vários sinos numa corda principal. A guia explicou que se alguém tocasse o sino teria uma multa de 1.000,00 Bol. Nesse momento eu estava afastado tirando fotos e não ouvi a explicação dela. Quando eu me aproximei, a primeira coisa que fiz foi puxar 01 corda e toquei 01 sino. Não sei o que deu em mim na hora... acho que por falta de oxigênio o raciocínio ficou muito lento. Ou então foi muito chá de coca... rsrsrs.
Após a visita fomos a um restaurante muito macabro. Tinham várias mascaras demoníacas penduradas e um quadro enorme que parecia representar a gula. Um dos personagens do quadro lembrava um amigo nosso, rsrsrs.
Voltamos para o Hotel para prepararmos as Bikes e descansarmos um pouco. Naquele momento ainda sentíamos o efeito da altitude que era de aprox.. 3.800mts. Antes de dormir fomos na pizzaria defronte ao hotel onde comemos uma pizza e conversamos um pouco com uma conhecida de um dos Muralistas que havia feito a aventura da Estrada da Morte no dia anterior. Nos alimentamos, pegamos algumas dicas e fomos dormir.
Dia 16/09, acordamos com tudo arrumado, o transfer para El Cumbre, local de onde iniciamos o Down Hill da Estrada da Morte, estava combinado para sair antes do café da manhã. Havíamos guardado pizza que sobrou do dia anterior e conseguimos alguns pães com o pessoal do hotel. O transfer chegou com um pequeno atraso, arrumamos as bikes em cima da Van e num clima misto de tensão com ansiedade, partiu... Vamos a El Cumbre. A descrição e continuidade dessa aventura fica para a próxima resenha. Gustavo Freitas (Guga).
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2 comentários:

Odi disse...

Muito bom Guga! Vamos viajar novamente com as resenhas. Muito massa! Mas quem é esse amigo que parece com a pintura na parede?? Kkkkkk

Guga Freitas disse...

Kkkkkkkk tem uma foto que mostra Odi... a penúltima. Rsrsrs