Trilha 7 Maravilhas da Linha Verde - Trilha Top, Rango Top, Galera Top (Texto: Arthur Araujo)

Poderia acabar a resenha já por aqui, quem foi sabe do que eu estou falando. Mas as 7 Maravilhas merecem uma resenha massa para relembrar, e pra quem nunca foi ficar esperando a próxima.
Com vaga garantida no New Mural Móvel, levantei cedo e já recebo a ligação de Elsão, que ia adiantar um pouco porque Issa não ia mais. “Acorda para tomar gagau!”, bikes no carro e estrada pra Sauipe. Fomos os primeiros a chegar e logo foram chegando os outros inscritos para a trilha. Nem todo mundo chegou no horario, e começou a briga de hastag #partiu e #peraiquetamochegando. Partimos. Os atrasados deram uma brocada massa e nos encontraram num barzinho, primeiro ponto de parada, para tomar aquele velho Guaraná Goob gelado. Grupão formado e partiu trilha mais uma vez.
Sou novato na trilha e tenho que dizer, que trilha fenomenal. Estradão, areia fofa, single tracks, rock gardens, fazendas, trilha com mato alto, descidas de alta velocidade, ladeiras insanas pra subir (tem uma que eu não contesto o título de ser uma das 7 maravilhas, aquilo num é de Deus não). O terreno muda muito ao longo da trilha, as paisagens vão mudando, e cada visual mais bonito que o outro. Uma trilha para se explorar tudo que o MTB tem a oferecer.
 Pouco antes de chegar em Itanagra, Sabrina teve um pequeno incidente. A roda deu PT, os martelos do free hub já eram, inútil qualquer tentativa de pedalar. Com o rango nos aguardando em Itanagra, menos de 7Km pra chegar, vamos empurrando até lá, deve ter algum mecânico de bike ou na pior das hipóteses, pega um carro para o ponto de partida. Mimimi foi na bike de Bina para ser empurrada, e não entendi muito bem o que aconteceu, mas foi um dos trechos de maior brocação da trilha. Brocação foi tanta que imprensaram Mimimi que foi a chão, com direito a uma bela cambalhota e hematomas nas pernas.
Em Itanagra, nada de ferramentas para dar jeito na bike, o jeito foi arrumar transporte pra Bina. Mas lógico, só depois do rango. Minino, e que comida top era aquela? Galinha de capoeira, pernilzão, arroz, macarrão, feijão, pirão, salada. Um banquete!!! Depois de muito encher os buxos, bateu aquele banzo, aquele sono. Marão expulsou o cachorro e deitou num canto e Ito deitou na varanda...Ito, pra que tu deitou ali??? Alias, pra que tu deitou cara? Que vacilo. Até agora ninguém sabe de onde veio o Tapa D’água que Ito levou, e nas palavras dele mesmo: “caraca veeeeiii”. Plech você foi vingado, hahaha!!
Depois de muita risada, não tinha muito mais o que fazer a não ser encarar o sol agradável que nos esperava para concluir a trilha. Deixamos Bina em Itanagra, para nos encontrarmos novamente em Sauipe, nos carros estacionados. Nesta segunda parte da trilha, fomos tendo alguns problemas com pneus furados. E Elsão começou a questionar quem lembrou de levar lanterna...Lanterna???? eu pensei que antes das 17hs estaria chegando em casa. Ledo engano...e a cada parada o sono ia batendo, mas todo mundo atento pra não cochilar. As vezes o cabra com sede de vingança esquece até a sede de água, e Ito tava interrogando e questionando todo mundo.
Alguns pontos de conhecimento de quem já fez a trilha como o monte do MIMIMI e a ladeira do Lucascalho, mais uns Kms e voltamos à estrada; Mais umas pedaladas e voltamos ao estacionamento, Bina já nos aguardava lá e no fim, tudo correu muito bem.
Que trilha memorável, que galera massa é essa do Mural! Pra quem vai de números, ai vão dois bem legais: 70Km e 1000m de altimetria de pura brocação e divertimento.
#BoraMural!! Arthur Araujo.
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Um comentário:

Jean Painéis disse...

A resenha ficou massa!! Trilha top, almoço top, brotação top, 7 maravilhas é massa!!