Trilha do Morcego na New Tiririca

O ano começou e lá estava eu e Pit muitos dias sem pedalar com o Mural, fomos no CTM de terça e Elsão comunicou a agenda do mês, e ficamos bastante animados com a novidade da Trilha da Tiririca que seria num sábado a tarde e nos daria possibilidade de ir, já que quase todos os sábados Pit sempre trabalha.
Na terça que antecedeu a trilha eu acabei não indo, pois estava doente, mas Pit foi e voltou mais uma vez animado e certo de que estaríamos lá no sábado.
Chegou o grande dia e acordei com a mesma sensação de quando fui pedalar com o Mural pela primeira vez, e Pit me disse: "Baixinha você parece que vai participar de uma Olimpíada! Haja preparação. rs " Arrumei nossas roupas, comprei meu carbogel e aguardei ele me ligar. Fomos pra Arembepe, deixamos o carro e saímos já pedalando pra encontrar a todos. Logo quando chegamos reparei que todos traziam consigo muita água, enquanto que eu e Pit (os calouros) tínhamos apenas uma garrafa cada. Elsão sugeriu de comprarmos mais água e lá fomos....
Primeiros kms e la vinha Elsão desafiando Pit a subir e descer algo que pra mim era difícil, a brincadeira se formou quando Pit disse que não podia se arriscar, pq iremos viajar próximo mês e eu disse: Se cair, eu viajo sozinha... rs. Mas ele não sabe dizer não e aceitou o desafio de Elsão, subiu e desceu por duas vezes, até eu entrei nessa loucura, mas desci a mais leve... rs Depois de uma sessão de fotos e videos seguimos a diante... pedalamos por uma paisagem incrível e apaixonante.  Em um certo momento, Elsão, Rey e Fernando param e dizem, agora os novatos vão na frente.. Pit desconfiou que alguma coisa estava por vir, e tomou minha frente e foi... lá estava o buraco do esparro, eu melhor da lama... rs Pit afundou até o joelho e eu em seguida... O que mais superou foi Mário, que todos esperavam que iria afundar, mas nem sujou a meia branca. rs
Pedalamos por mais um tempo, e apreciamos a beleza que a natureza tem a nos oferecer, chegamos em um pier de madeira, uma água quentinha e lá ficamos por alguns minutos... Era a hora da sessão de fotos também.
Retomamos a pedalar e eu logo perguntei, me avisem quando chegarmos no meio do caminho, preciso tomar minha reposição... rs Fizemos maravilhosos single track's e neles tivemos de tudo: Uil caiu clipado e eu vinha logo atrás pra ajuda-lo, me bati em vários troncos de arvores, me sentia muita cansada, mas também realizada... Começou a escurecer e repetimos o single track, a adrenalina tomou conta, pois me vi dividindo o espaço com os morcegos... e paramos pra mais algumas fotos.
O cansaço batia principalmente quando precisávamos subir aquelas ladeiras enormes empurrando a bike, o cascalho solto, eu escorregava, Pit me empurrava e minha forças estavam se esgotando, quando enfim chegamos ao rio e deveríamos passar carregando a bike, eu peguei de qualquer jeito e comecei a andar, Elsão tirava foto, Pit gravava vídeo, e eu nem me atentei que tinha um sapo enorme ao meu lado (graças a deus que só me disseram depois que eu já tinha passado), atravessamos, paramos pra tomar uma coca, uma menina olhou pra mãe e disse, olha tem uma menina no meio, a moça da barraca me olhou e respondeu: é mulher macho! rs Era eu!!!! Rsrs. Ali era a reta final daquela aventura incrível, atravessamos por uma parte, onde metade era ponte a outra metade não... Ali encerramos nossa trilha regada a muita risada após a última queda de Uil, que caiu do nada, e "sumiu" no meio do mato.

Agradeço ao Mural por poder nos proporcionar essa sensação indescritível e unir o prazer de pedalar com aquela paisagem fantástica. Apesar de alguns hematomas nas pernas e a sensação do corpo quebrado, a nossa tarde foi regada a muita diversão, superação e a repetição das citações de Pit: Fica triste não, ataca Pit Bul! Sil Moreira (Baixinha).
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2 comentários:

Uiliam Santos disse...

A resenha ficou TOP! Parabéns baixinha!
Perdi a conta de quantos terrenos eu comprei... o último então, não tem nem como explicar...rsrs

odair disse...

É isso aí baixinha...