Trilha na Ilha de Itaparica: Como eu Nunca Tinha Visto

Ainda era escuro quando o despertador tocou, e mais uma vez jurei para mim mesmo que não faria mais uma loucura dessas, de acordar antes das 4:00 da manhã para pedalar. Mas felizmente após o termino dos pedais, sempre acabo mudando de ideia e percebendo que no fim, todo o esforço vale a pena.
Na verdade, tivemos que acordar um pouco mais cedo que o normal, pois teríamos que atravessar para Ilha no primeiro ferry, e para piorar Eu e Arquimedes (PDF) resolvemos já saímos pedalando do Imbuí e encontrar Foltz pelo caminho. Mas deu tudo certo, conseguimos chegar pontualmente e encontrar o resto dos Muralistas: Elson, Alexandre e Rei já na fila. Foi neste momento que olhei os participantes e pensei: “Essa trilha vai ser nível 6... isso sim.”!
Um detalhe que não me saia da cabeça era o fato de eu ter uma Formatura as 20:00 em salvador, e só me vinha na mente as lembranças das resenhas que li no dia anterior, todos falando que essa Trilha na Ilha Itaparica não tem hora para terminar.
Devido ao horário, acabei saindo de casa em jejum, já dentro do ferry, procurei fazer uma alimentação saudável que me ajudasse a completar este desafio. Mas ao ver a Coxinha brilhando no balcão da lanchonete não resisti. Kkkkkkkkk
Ao iniciar a trilha, percebi que não seria uma tarefa fácil acompanhar esses caras, ainda mais PDF todo empolgado inaugurando a bike que ele aguardava ansioso a sua chegada a quase 6 meses. (Risos).
Não achava que a Ilha de Itaparica tivesse tanta ladeira. Na verdade essa “Ilha de Itaparica” que conheci, eu nem imaginava que existia, lugares lindos, paisagens marcantes, muita mata e brocação nos singles tracks.
Na segunda parada, mais ou menos na metade do percurso, ouvi Elsão cochichando com Foltz: “Você lembra que neste ponto, no ano passado, nós chegamos aqui depois de meio dia?”. Olhei para o relógio e vi que ainda nem tinha dado 10:00, e foi a certeza que realmente o ritmo estava bem forte. (Além da sorte de não termos nenhum problema com as bikes, lógico!).
Mantivemos a brocação por dentro dos mangues e areais, e conseguimos chegar na Segunda Igreja mais antiga do Brasil as 11:57, pensei logo: “Minha presença na formatura está garantida!!! rs”, agora era somente finalizar o percurso até a casa do Tio de Rei e se deliciar com a tão esperada Feijoada! Bora Mural! Ricson Amaral Matos.
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