Trilha Abrantes - Cadê todo mundo?! (Texto: Leonardo Ribeiro)

Às 5:00h toca o despertador e já começa a ansiedade para a aventura do final de semana. Café reforçado, Bike no teto,  equipamentos de proteção, mochila e demais tranqueiras conferidas e exatamente às 05:48 chega o Zap de Elsão: #partiutrilha. Partiu!
Animação total pra encontrar a turma e desbravar novos caminhos em Abrantes. Pra mim quase tudo é novidade, neófito no Mural e nas trilhas, toda aventura é “A” aventura.
Chego ao local de encontro com 10min. de antecedência e para minha surpresa não encontro ninguém! Mas como assim? Cadê todo mundo? Cadê Elsão? Ôxe! 
Logo surgiu a dúvida sobre estar ou não no lugar certo... Longos 5 minutos se passaram e aparece Fernando, de Bike, para me resgatar. Estacionei uma rua antes do restante da turma. 
Apresentações devidamente feitas a Popó e Rogério, que eu ainda não tinha tido o prazer de conhecer, bikes montadas, capacete, luvas... e um pensamento que não saía da minha cabeça: Cadê Elsão? Eis que chega a notícia: Elsão não vem! Como assim? O Chefe tá de mimimi? Que aconteceu? Descobrimos que o tal do Roque Enrow acabou com ele na noite anterior. Rogério tinha acabado de ser promovido!
O novo chefe puxou a fila e lá fomos nós. As Bikes lavadas no dia anterior já sofreram nos primeiros 300m, e com a lama dando as boas vindas iniciamos a subida.
Fernando estava animado e se aventurava em cada paredão que despontava, mesmo os que estavam fora do percurso. Alexandre idem. Numa delas me animei: Coroinha, catracão... e acabei adquirindo um lindo terreno com vista para a mata atlântica. Como se a experiência fracassada não bastasse, novamente me aventurei e comprei o lote ao lado. Da próxima, acho que terei m² suficientes para o lançamento de um condomínio!
Alguns km depois, Popó que tinha comido apenas um ovo no café da manhã reclamava da estafa. Discussões embasadas cientificamente sobre alimentação, carboidratos simples, compostos, proteínas, e principalmente batata doce, animaram a parada do descanso. Daí pra frente, a cada subida, escutávamos um mantra que ecoava no silêncio: “batata doce, batata, doce, batata doce...” Era Popó, prometendo para si mesmo que nunca mais faria uma trilha sem a ajuda providente da poderosa raiz.
Belos trechos de mata, single tracks, chuva, travessias de rios, trechos de muita areia, descidas alucinantes com muitos valões e pedras foram parte da aventura. Show de pedal, turma. Valeu pela companhia e resenha... Até a próxima! Leonardo Ribeiro.
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Um comentário:

João Ramos disse...

Top galera, pena não pude ir, mas irei na próxima, parabéns a todos!