Novo Muralista: Thales Azevedo

Bem-vindo ao novo Muralista: Thales Azevedo.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!

Participe do nosso *Clube de Ciclismo e Aventuras*. Acesse: http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/p/club.html

2º Dia - Ciclo Aventura Baía de Todos os Santos: Ilha de Itaparica (Texto: Janilton Almeira - Ito)

Já vivi muitas aventuras nestes 4 anos de mural, mas a ciclo aventura baía de todos os santos prometia ser especial, e quando se trata de aventuras para o mural, promessa é dívida e a dívida foi muito bem paga.
O barco era nossa casa, tínhamos passado a noite ancorado em uma pequena enseada na linda ilha dos frades, ao amanhecer fomos contemplados com um encantador nascer do sol, que foi o nosso despertador. Todos de pé, seguimos para Itaparica que seria a próxima Ilha a ser explorada.  Chegando, nos despedimos de Léo que não iria nos acompanhar naquele dia, em seguida saímos a procura de uma padaria para o café da manhã, todos abastecidos... partiu!  Pedalamos por alguns quilômetros até chegar a um vilarejo e.... Misericórdia, que lugar lindo! Um píer extenso sobre águas cristalinas, então... sobe o drone pra registrar toda aquela beleza da pacata e aconchegante vila de Misericórdia. (Não podia perder esse trocadilho) Depois de algumas cocas em uma pequena mercearia, começa a trilha, mas nossa recepção na mata não foi das melhores, fomos recebidos por um ataque de marimbondos, quase todos foram atingidos, inclusive eu (proibido divulgar onde me acertaram rsrsrs) nada grave, mais a frente um tiozinho avisa:
-Vocês acabaram de passar por uma enorme casa de marimbondos.
-Obrigado tio (mas o srº poderia ter avisado um pouco antes) respondo baixinho.
Trilha que segue, na primeira parada pra hidratação, tomamos umas cervejas na companhia de um simpático sr° que nos contou que quase todas mulheres daquele povoado eram filhas suas, então sobe o drone para registrar aquilo, quando alguém gritar: corre que lá vem marimbondos (o barulho do drone planando é idêntico ao som de um enxame de abelha rsrsrs).
Em seguida visitamos as ruínas da igreja de Nosso Senhor de Vera Cruz, onde Kadjon teve a brilhante ideia de recriar a histórica foto da capa do disco dos Beatles, onde os quatro garotos de Liverpool atravessam uma faixa de pedestre SQN, ali éramos cinco Muralistas atravessando as ruinas da 3ª Igreja mais antiga do Brasil, Isso sim era histórico. Por último uma parada para o almoço no restaurante do galeto, e uma travessia tranquila com sabor de saudade até a ribeira.

Próxima Aventura: Trilha New Ilha de Itaparica - 27/01 (INSCRIÇÕES ENCERRADAS)


INSCRIÇÕES ENCERRADAS - VAGAS PREENCHIDAS
Olá pessoal,

Dia 25/11 (sábado) iremos fazer a aventura que foi a grande descoberta de 2017! Descobrimos e mapeamos novos trajetos o locais top´s no perdidão da Ilha de Itaparica. Essa é uma aventura que surpreende pela sua beleza e variação de terrenos, existem locais de Ilha de Itaparica que poucas pessoas conhecem, vamos lá para curtir!

Local de encontro: Entrada do Ferry Boat às 5:20, para pegarmos o Ferry das 06:10. ATENÇÃO: FERRY não espera!!!

Participação: Somente Mural Club. VAGAS LIMITADAS.

Recomendações: Estar bem alimentado, levar bastante água, alimentos e materiais para pequenos reparos na bicicleta (câmera, bomba, ferramentas, chave de corrente, gancheira, etc). Levar lanterna de bike e pisca-pisca, possibilidade de retorno a noite!

Nível de dificuldade 4 - Médio Alto (conheça os níveis), com aprox. 50 km. Lembramos que sem os equipamentos de segurança (capacete, tênis, luva...) não pedala no grupo.


Importante: Iremos entrar no Ferry de bike, quem quiser pode deixar o carro no estacionamento da entrada do Ferry ou da Feira de São Joaquim.


PROCEDIMENTO PARA CONFIRMAR PARTICIPAÇÃO:
  1. CONFIRMAÇÃO SOMENTE ATÉ O DIA 25/01 ás 17h  (quinta-feira) OU ENQUANTO HOUVER VAGAS DISPONÍVEIS.
  2. As vagas são limitadas, para confirmar participação (reservar vaga) deve ser feito o depósito no valor de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) referente a reserva do almoço.
  3. Após realizar o depósito enviar comprovante para o e-mail muraldeaventuras@gmail.com.
Contas para Depósito:
Banco do Brasil
Ag. 3884-9
CC. 35.315-9

Itau
Ag. 0556
CC. 11767-9

Caixa Econômica Federal
Ag. 3413
Op. 001
CC. 23956-0

Bradesco
Ag. 7125
CC. 17879-9


ATENÇÃO: Em caso de desistência o valor depositado não será devolvido. A reserva é pessoal e intransferível, mesmo que entre outra pessoa na vaga o valor não será devolvido. Portanto, somente faça o depósito se tiver certeza da participação. Isso visa minimizar as constantes desistências que prejudicam a participação de outros interessados.
VEJA O VÍDEO DA TRILHA ABAIXO:
CLIQUE NOS LINK's ABAIXO E VEJA COMO FOI AS ÚLTIMAS TRILHAS:
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2017/02/trilha-na-ilha-de-itaparica-como-eu.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2016/08/trilha-na-ilha-de-itaparica-levante.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2015/11/trilha-da-ilha-de-itaparica-mutacao.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2015/01/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2014/06/trilha-na-ilha-de-itaparica-o-pedal-no.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2013/12/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2013/08/trilha-na-ilha-de-itaparica-o-poneis.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2013/04/trilha-na-ilha-de-itaparica-pedal-no.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2013/01/trilha-na-ilha-de-itaparica-o-inverso.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2012/10/trilha-na-ilha-de-itaparica-pedalando.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2012/05/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2011/10/trilha-de-aniversario-do-mural-na-ilha.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com/2011/03/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com/2010/12/trilha-na-ilha-de-itaparica.html

Novo Muralista: Bruno Teixeira Bahia

Bem-vindo ao novo Muralista: Bruno Teixeira Bahia.
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Trilha ITASAP - Itacimirim a Sapiranga (Texto: Wolf Girsas)

Esse não seria um final de semana trivial, afinal de contas era meu segundo pedal com o Mural, em uma trilha inexplorada e em uma região de beleza natural inigualável.
Acordei cedo para preparar a mochila com água, alimentos rápidos, luva, capacete, etc e com a experiência da trilha anterior, me preparei para usar calca ao invés da bermuda.
Sai de casa com o dia amanhecendo, ainda um pouco nublado com possibilidade de chuva e peguei a linha verde. No caminho a expectativa só iria aumentando ao relembrar as maravilhas e os bons momentos da ultima trilha.
O ponto de encontro era na Praia da Espera em Itacimirin e por volta das 7 da manha o grupo começou a se formar. Alguns ajustes finais, roupa, luva, calibragem dos pneus e logo estávamos todos prontos para a grande aventura do dia.
Tiramos uma foto  com o visual da praia ao fundo e seguimos em direção a estrada do coco para em seguida entrar em uma estrada de terra que mudaria meu dia.
Quantas emoções em um único dia e quantas coisas novas uma bicicleta consegue trazer.
Essa sempre foi uma paixão antiga. Andar livre por lugares ainda não conhecidos. Sentir a liberdade do vento batendo no rosto.
Logo deixamos para traz aquela estrada de terra e entramos em uma trilha estreita com descidas e curvas que exigiam certa habilidade que eu ainda estava aprendendo. Em uma dessas descidas nosso amigo Fred resolveu “compra um pedaço de terra” e apesar do susto,  serviu apenas para virar a resenha do dia.
Em pouco tempo chegamos ao ponto máximo do passeio, a travessia do Rio Pojuca, de aguas claras e fresca por onde cruzamos para seguir a trilha pela outra margem.
Nesse ponto a vegetação fechou e a trilha entrou em uma região de mata mais densa com uma beleza natural de renovar o espirito de qualquer pessoa, era a Reserva de Sapiranga. Single tracks alternando com descidas rápidas, curva forte, pedras e galhos para trazer mais emoções. Passamos pela Sapiranga e seguimos em direção ao local de partida para então iniciar a tão esperada “hidratação comemorativa”! Esse foi um dia que ficará na minha memoria. Wolf Girsas.
VEJA O VÍDEO DESSA AVENTURA
CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR

1º Dia - Ciclo Aventura Baía de Todos os Santos: Ilha dos Frades (Texto: Leonardo Ribeiro)

“Na terra em que o mar não bate
Não bete meu coração
O Mar, em que o céu flutua
Onde morre o sol e a lua
E acaba o caminho do chão...”
(Gilberto Gil)

Desde o evento de lançamento do projeto Baía de Todos os Santos a minha empolgação já era enorme em participar desta aventura pioneiríssima proporcionada pelo Mural. O mote de fazer uma ciclo aventura nas ilhas dos Frades e de Itaparica, à bordo de uma escuna, que seria a nossa morada por dois dias, era interessantíssima.
Com as bênçãos de Yemanjá a vontade virou realidade e lá estava eu inscrito com mais 6 aventureiros para participar de um projeto muito bem pensado e inovador do Mural de Aventuras.
Partimos da Marina da Penha, Ribeira às 6:30h. O tempo não parecia estar à nosso favor. Chuva e céu carregado de nuvens não refletiam a verdadeira beleza do mar da Bahia. Embarcamos com as bikes e sentamos para desfrutar a primeira refeição à bordo. O café aqueceu os ânimos e a resenha já animava a conversa enquanto navegávamos em direção ao nosso esperado destino do 1º dia, a Ilha dos Frades.
O mar, apesar do mau tempo, não estava muito mexido, mas o suficiente para temperar todas as bikes com pingos agua salgada. Aquela fina crosta de sal logo se formou sobre as magrelas, para o desespero dos mais apegados...
Após quase 2h de navegação tranquila avistamos o nosso destino. Desembarcamos no píer em frente à linda Capela de Nossa Senhora do Loreto, Igrejinha construída em 1645 de frente para o mar, onde pedimos proteção para a nossa aventura.
Fomos recepcionados pela equipe da Fundação Baía Viva, entidade não governamental formada por um grupo de empresários baianos e principal responsável pela gestão da Ilha dos Frades. Adriana foi a cicerone durante nossa estadia e muito simpática e receptiva nos apresentou os projetos socioambientais desenvolvidos na comunidade e toda a infraestrutura do projeto, que inclui uma super maquete cheia de detalhes onde pudemos visualizar os caminhos que percorreríamos nas entranhas da Ilha logo mais.
Começamos o pedal sob chuva, que ajudou a trocar o sal que impregnava as bikes pela lama que viria mais à frente, deixando a trilha ainda mais divertida. Logo de cara, ainda sem aquecer direito, aparece uma p... de uma subida que me fez fritar as pernas e botar o coração pela boca. Mas depois do sofrimento vem como recompensa a lindíssima vista do mirante. Expetacular! Fotos e muitas filmagens. Equipe reagrupada e seguimos numa viagem de sobe e desce sem fim... Nem os quadrículos que nos acompanhavam aguentaram: Foram dois superaquecimentos durante o percurso. Como tem ladeira aquela ilha!
Algumas áreas que estão sendo mapeadas pela Fundação Baía Viva para a coleta de informações sobre a flora local ficaram indisponíveis para nós. Segundo os muralistas veteranos os melhores singles e downhills ficaram de fora. Um pouco do encanto da trilha se perdeu, mas nada que comprometesse a nossa aventura.
Falando em downhill, vale o destaque para um deles, no qual a chuva e lama fizeram um massapê que mais parecia uma quiabada. Foi bem difícil controlar nas curvas e parar a bike no final da ladeira. Tacalipau por pouco não foi atropelado!
“Vamo nessa galera, agora é só descida!”, gritou alguém lá na frente pra tentar animar a papucada... Já passei da fase de acreditar nessa frase. Logo à frente a pior ladeira de todo o percurso. Essa foi para os fortes. Jean, “que não fez mais que sua obrigação”, como diria Elsão, conseguiu completar toda a subida sem titubear. Ito com muita raça e técnica também. Parábéns amigos, vocês brocam!
Mais alguns km´s de muita adrenalina e chegamos à ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, que nos recepcionou com mais uma cabulosa subida! A praia mais conhecida da Ilha também é das mais bonitas e o visual incrível foi a locação escolhida para as filmagens com o drone. O sol já reinava nos céus e o belos azuis característicos das nossas águas explodiam em várias matizes.
Finalmente chegamos no restaurante que nos foi indicado para comermos. Camarões, peixes e muita cerveja reanimaram a turma para o retorno, que seria mais leve, porém não menos interessante. Kadjon conseguiu se perder do grupo e depois de quase 30min de tentativas de reencontro, acabou seguindo sozinho, por um caminho alternativo até chegar novamente à praia do Loreto onde nos reagrupamos e seguimos para um merecido banho de mar.