A trilha em Itaparica tem uma particularidade: o feijão! A expectativa e motivação, com certeza vem dele. Tudo indicava para que eu fosse o escolhido para escrever esse dia ímpar. Já cheguei atrasado na lancha. Eu, Manu e Sabrina fomos na próxima lancha, pois a dos demais estava lotada. Entre o vai e vem das ondas, fomos privilegiados com um arco-íris incrível sobre o Forte São Marcelo. Chegamos em Mar Grande por volta das 8h, encontramos com a galera e partimos.
Nosso coordenador do ano Reinaldo (ele repete tanto isso que virou verdade, rs), foi quem estava nos guiando e resolveu mudar o início da trilha, mas nada que fosse fugir do antigo trecho, ou seja, várias ladeiras. Fizemos um percurso diferente que deixou a trilha ainda melhor. brocação em alta no single track até chegarmos no asfalto para depois cruzarmos a pista. Foi aí que Elson anunciou: brooooooca ! Não pensei duas vezes. Desci em alta e acabei caindo de cara naquela terra vermelha. Não deu tempo tirar a bike da vala. Foi aí que a resenha estava armada. Manu encostou desesperada, levantou minha cabeça para estancar o sangue do nariz, mas não conseguia deixá-la pra cima e abaixei. Só ouvi o grito: LEVANTE A CABEÇA! Ela falou tão sério que até Arthur levantou a cabeça assustado. Kkkkk
Essa queda foi a resenha de todas as paradas. A trilha foi marcada pela quantidade de bikes com problema. Eu aproveitava para dizer que todos eles deveriam dividir a resenha comigo, todo mundo tinha algo para contar, mas não adiantou. Passava do meio dia e não tínhamos rodado nem a metade ainda, mas paramos Bar do Mural para repor as energias e consertar o pneu da bike de Kichute. Nos perdemos algumas vezes, atravessamos diversas cancelas e rios até o banho de represa/cachoeira improvisada.













































