Bem-vindo ao novo Muralista: Phillipe Appio Chaves Mafra.
Trilha as 7 Maravilhas da Linha Verde III
Mas o desejo de voltar a ativa
continuava latente... pedalar definitivamente é o meu combustível, e a pouco
tempo, em um pedal solitário, me deparei com um integrante de um grupo até
então desconhecido por mim, porém não menos importante, o “Mural de Aventuras"!
Me vi seduzido pela oportunidade de praticar este esporte instigante e
viciante, dentro de um grande centro, grupo este, unidos pelo mesmo propósito:
Sentir a adrenalina correr nas veias!!!
Comecei com os encontros semanais
(CTM Paralela), vi e percebi que ali era o que faltava e o que eu precisava...
Pedalar, fazer amigos e vibrar com cada percurso 1000°.
A primeira trilha surgiu "As
7 Maravilhas" e embarquei nesta aventura mesmo ainda não conhecendo os
limites do meu corpo. Eram 05h da manha e lá estava eu engatando a minha bike
rumo ao desconhecido porem ao encontro da galera, da seleta galera, para
desbravar as 7 Maravilhas da Linha Verde.
O ponto de encontro marcado era o
posto em Guarajuba, mas logo no pedágio já pude reconhecer dois aventureiros: A
Mara e o Elson. Seguimos adiante onde já no lugar pré-determinado podemos nos
juntamos aos demais e partimos.
Já no ponto de partida,
desembarcamos nossas bikes e nos deparamos com a 1° coca-cola do dia... Meu amigo
Kichute apresentava o pneu furado!!! E para surpresa de todos, nos deparamos
com sua bike purpurinada, levando a galera às gargalhadas... Brincadeiras a
parte, fizemos nossa reunião e, partiu Mural!!!
Choveu?! Tem CTM!
O CTM Paralela dessa semana foi um dos mais intensos do ano. Para espantar o frio que apareceu na última terça-feira, juntamente com uma fina chuva e com os sentimentos reforçados devido a semana de aniversário do Mural, a galera brutalizou no pedal. O recado que fica sempre é: Choveu?! Tem CTM! Bora Mural! 7 anos de muita emoção dos desafios!!!
CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
2° DIA CICLO AVENTURA COSTA DO DENDÊ: Boipeba, Moreré, Torrinhas a Valença
Às 7:00hs todos reunidos no maravilhoso
café da manhã da pousada em Boipeba, quando de repente o nossos colegas Plech e
Sabrina chegam com uma má notícia: bikes quebradas, informando que o passeio
tinha terminado por ali. Tentamos de tudo mas sem sucesso. Entretanto, para não
perder o passeio, todos decidem ir caminhado ao ar livre, apreciando a vila,
cortando as fazendas de coqueirais em destino a bela praia de Moreré,
caminhamos pelas areias, atravessamos riacho, paramos para tirar fotos nos
belíssimos paredões de belas rochas.. muito show!!! Em um vilarejo, sentamos
debaixo do sombreiro de palhoça e resenhamos por horas... no meio da resenha
surge o fato mais democrático com o nosso líder e coordenador. Foi debatido um
ajuste quanto à questão do barco, após várias sugestões e esclarecimentos
importantes, chegamos todos juntos uma solução plausível.
Fomos a praia e nos divertimos no belo dia
de sol regado a caminhadas pela beira da linda praia que nos presenteava com
sua natureza.
No início da tarde decidimos retornar a pousada,
movidos por mais uma aventura surpresa, foi fretado um trator ônibus que
somente ele tinha a capacidade e força para trafegar entre lamas, areias densas
e riachos. A expressão de Jampa contagiava a todos ao afirmar o quanto era
incrível a trajetória até a vila de Boipeba. Fotos, risos e muita emoção
fizeram parte do caminho espetacular coberto de belas paisagens. Não houve parada, fomos direto pra a pousada pra pegar
as mochilas, bikes e em seguida partimos para o barco que nos aguardava de
forma precisa e pontual.
A parte mais triste da resenha fica por conta da
dolorosa despida de dois bons Muralistas: Sabrina e Plech. O deslocamento do
barco foi lento o nos deixava mais ainda com uma sensação que alguém ficou para
trás. Enfim, continuamos nossa navegação
rumo a Torrinhas. No caminho no meio do rio surge uma lancha vindo em alta
velocidade, logo era possível ver os dois na ponta da lancha gritando e
vibrando: Bora Mural!!!! E ai todos gritam juntos de volta:
Boraaaaaaaaa!!!!!! Muito show!!!!
Logo à frente avistamos o nosso restaurante
flutuante, TOP, onde apreciamos e degustamos uma boas moquecas de peixe, siri
catado, caldo do feijão e depois desfrutamos de um maravilhoso do descanso na
rede.
CTM PARALELA ESPECIAL - O RETORNO DE MAURÃO
O CTM Paralela dessa semana foi mais uma vez especial, comemoramos em alto estilo a volta de MAURÃO aos pedais no Mural. Por estar a alguns meses afastado, fizemos uma surpresa, ou seja, uma trilha especial ao redor do CTM e no Parque de Pituaçu, onde a brocação foi intensa. Teve gente reclamando do nível 2 do pedal, mas no final a satisfação foi geral! KKKKKK. Semana que vem tem mais!!! Bora Mural!!!
CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
Novo Muralista: Josemario Leal de Almeida
Bem-vindo ao novo Muralista: Josemario Leal de Almeida (Mário).
Trilha em Ipirá
Desde quando me tornei Muralista em 2013, almejava fazer uma
trilha com o Mural de Aventuras em Ipirá, terra da minha esposa. Assim sendo, solicitei
a Elson que visse a possibilidade de colocar essa trilha no calendário desse
ano, o que ele concedeu. Chegado o dia partimos: eu, Cerqueira, Elson, Paulo
Bronw (Kichute), Odilardo (Ôdi) e Sergio (Serjão). Dois desistiram por motivos
pessoais, e Cerqueira mesmo com a costela quebrada e contraindicação médica,
foi, o cara é guerreiro!!!
Já tinha pedalado com o pessoal local, e haviam me dito que
tinha uma trilha de 65 km que era o bicho!!! Fiz contato com Haroldo, biker
local, lenda viva do ciclismo baiano, que no primeiro contato falou que havia
chovido muito na região, as trilhas estavam fechadas e que essa trilha de 65
km, havia sido encurtada para uns 40 km, eu aí... gelei. Mas me lembrei que
tinha uma carta na manga que poderia usar para chegarmos aos 65 km.
Sábado de manhã nos encontramos com Haroldo, na Praça Roberto
Cintra, fizemos a tradicional foto com bandeira defronte à igreja e seguimos
para a trilha.
De início pegamos um single track que margeia a Estrada do
Feijão, que se não faz muita graça por não ser no meio do mato, também não
deixa a desejar porque é bastante técnico para subir ou descer. Por estradão chegamos
ao povoado do Pau Ferro. Dali seguimos para a Mata da Caboronga, onde pudemos
observar de longe, um Jequitibá que segundo Haroldo, são necessárias 8 pessoas
para dar um abraço.
Visitamos a sede de uma ONG que está atuando para a revitalização
da Mata da Caboronga que hoje está restrita a terrenos esparsos, desapegados em
cabeços de morros. Na sede da ONG fizeram uma bela casa na árvore, onde
qualquer um de nós passaria férias.
Daí partimos para um alpinismo (o MTB tem disso) e quando chegamos
ao alto do morro, tomamos conhecimento que muita gente boa já tinha estado ali,
mas tinha desistido de prosseguir em razão da altura, mas o Mural, é o Mural, e
como toda boa subida, garante uma excelente descida, fizemos um down hill o
bicho, onde o silencio da mata foi rompido pelos gritos de “Bora Mural PORRA”!!!
Pedalando por um estradão, de passagem na porta de uma casa,
tivemos uma demonstração de uma coisa que arrepia pedalando no sertão:
cachorro. Teve um que deu uma carreia em Ôdi, que ele assegura ter contou 100
dentes na boca do cãozinho. Mas a coisa foi feia mesmo, porque o bicho chegou
de mansinho, e quando avançou, foi mostrando canino, por canino, e aí... haja
perna.
4° DIA EXPEDIÇÃO JALAPÃO: Abenita, Serra do Espírito Santo, Mateiros e Mumbuca
Lembro muito bem do lançamento das expedições 2015, quando
fui solicitado para falar sobre o que é fazer uma aventura destas com o Mural
de Aventuras. Recordei o TransAndes com toda a união do grupo, todas as
dificuldades, a superação individual e não amenizei em nada o sofrimento
vivido. Estava claro para todos que me ouviram que dificilmente eu enfrentaria
uma nova aventura. Engano geral, inclusive meu. Assim que vi as imagens do
Jalapão, a adrenalina tomou conta e como já ouvi antes de alguns amigos
expedicionários, uma vez contaminado por esse vírus, a recaída é certa, fica no
DNA e no espírito para a eternidade. Vida Longa ao Mural, e vamos a brocação do
quarto dia de expedição. Partiu Jalapão!
Acordamos com o
chamado de Elson entre a ventania que soprava desde a madrugada. Eram 6h da
manhã, o vento forte e o frio tinham castigado um pouco, mas no geral foi uma
boa noite de descanso, melhor até do que o esperado, já que acampamos entre as
árvores e poleiros de galinhas em um quintal de areia no fundo do Bar de
Benita. Aos poucos todos foram saindo de suas redes e iniciando todo o processo
de desmontagem do acampamento. As roupas estendidas que tinham sido lavadas a
noite, já estavam secas graças ao clima do Cerrado. Os banheiros sem reboco,
com uma minúscula pia ao canto, todo molhado devido aos canos de água na parede
para o banho, eram uma prova de malabarismo para se trocar sem deixar a roupa
limpa molhar ou sujar, enquanto isso, Cinthia (Filha de Benita, proprietária)
preparava nosso café da manhã com o que tínhamos levado e um pouco do que tinha
disponível. Então nos serviu uma farofa de calabresa com ovo, miojo, pão e
atum. O atum acabou atraindo os gatos que subiram a mesa da cozinha e atacaram
a latinha, para sorte deles e nosso azar.
Tudo arrumado nos
alforjes, bike preparada e barriga forrada, seguimos a estrada de terra
vermelha com suas piscinas de areia e a bela vista aos pés da Serra do Espirito
Santo, serra esta que era nosso objetivo do dia, subir a trilha de pedra em sua
encosta para apreciar o mirante com vista para Dunas e curtir o tracking de 3km
que nos conduziria até lá sobre o planalto. A jornada começou tranquila, pois o
sol estava baixo e a temperatura ajudava. Com poucos metros percorridos
percebemos uma acompanhante inesperada que realmente gostou dos
expedicionários, era uma cachorrinha preta, porte grande com olhos claros cor
de mel pertencente a Benita, que desde nossa chegada na noite anterior foi
muito receptiva e se manteve atenta ao grupo, parecia que só nos seguiria por
um momento, porém o sol foi esquentando e ela firme e forte no seu passo.
MEU MURAL, o APP do Mural de Aventuras está de cara nova
Com o novo layout e funcionalidades, você terá acesso rápido e fácil a todas as informações do Mural de Aventuras (www.muraldeaventuras.com.br), como: vídeos, fotos, resenhas, calendário das aventuras, classificados, fan page, expedições, conhecer os Muralistas e parceiros, saber como fazer parte do nosso Mural Club e muito mais!
Instale ou atualize agora! Serve para qualquer celular (android, IOS, windows phone, etc). Clique no link abaixo:
CTM Paralela - A Grande Lua Cheia
Mais um CTM
Paralela em que pudemos curtir o nascer da enorme lua cheia, juntamente com
a trilha noturna no melhor do canteiro central. Semana que vem tem mais! Bora
Mural!
CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
1° DIA CICLO AVENTURA COSTA DO DENDÊ: Valença, Morro de São Paulo a Boipeba
Ciclo Aventura Costa do Dendê, mais
conhecida como: As Férias do Mural. Então você logo imagina que é uma trilha
beeem light, com pouca quilometragem, com sombra e água fresca, e muita curtição.
Engano pensar assim. Cheguei a uma conclusão: Até nas férias o Mural Brocaaa!
Acordamos bem cedinho na pousada em
Valença, tomamos nosso café bem reforçado e seguimos rumo ao atracadouro pelo
asfalto em ritmo acelerado. Entre subidas e descidas Jirdel entra em ação,
tirando fotos, fazendo vídeos, capturando cada passagem nossa na trilha, aí
surge a resenha que Cerqueira perdeu o cargo para Jirdel. Rsrs, e o cara não
parava de tirar fotos surpreendentes e descontraídas, e foi assim sempre. Todo o percurso foi uma mistura de sol e
chuva. Pegamos um barco para atravessarmos para Gamboa e já saímos pedalando,
enquanto os moradores locais olhavam curiosos. Para chegarmos em Morro passamos
por um trecho com as bikes nas costas e um areal que deixou muitos ofegantes,
inclusive eu, rsrs, Mural não brinca nas férias!!! Também encontramos uma Jibóia
linda. Quando chegamos em Morro nos deparamos com paisagens lindíssimas, a
natureza de fato é encantadora. Aí não deu outra: fotos e mais fotos! Paramos
em um bar de frente para a praia, onde fomos recepcionados com muita chuva e
não restou outra opção: comer e beber! Rs Não demorou muito o céu se abriu
novamente e voltamos a dar continuidade a aventura.
Fomos pedalando até Garapuá pela areia, a
partir dai meu joelho começou a doer, eis o motivo de fazer a resenha. rsrs
Depois de muito gelol continuamos, pois a ansiedade de comer estava grande.
Passamos por vários lugares lindos, onde a natureza falava por si só, até
chegarmos na barraca do Capitão Pipoca, pelo nome vc já tira a figura. Não
parava quieto, falava rápido, atendia e ainda temperava os peixes rsrs. Uma
figura!!!! Nos acomodamos na barraca de Pipoca como se fosse nossa, até porque
tínhamos que ficar ali até a maré baixar, previsto para as 19:00. Aí nesse
tempo começa a resenha!!!! Foram tantos apelidos entre os Muralistas, desde
"instalação trocada", "pimba de mosquito", "farol
queimado" até "topo gigio", os meninos perdem o amigo mas não
perdem a piada. Ninguém se aguentava de tanto rir, foi muita perturbação e
risadas de fazer a barriga doer. E o
mais engraçado que deu 18:00 hs e Pipoca querendo ir embora pra fechar o bar,
começou a falar que a maré já estava baixa, e Elsão falava que ainda não estava
bom para pedalarmos. O homem já estava doido pra botar a gente pra correr! As
19:30 partimos e não deu outra, a maré não tinha baixado totalmente e estava
dificultando o pedal. Aí resolvemos parar um pouco, na areia mesmo de frente
para o mar e contemplar as maravilhas que Deus nos deu! O céu estava lindo,
perfeito, todo estrelado, a natureza em volta, e ficamos ali todos em silêncio,
cada um refletindo a sua vida. Depois de um tempo admirando a beleza do céu,
partimos rumo á Boipeba! Para fazer a travessia, o barco já nos aguardava.
Chegamos em Boipeba, lavamos as bikes, comemos e fomos descansar para o segundo
dia das Férias do Mural!
Assinar:
Postagens (Atom)



