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Novo Muralista: Thales Azevedo
Bem-vindo ao novo Muralista: Thales Azevedo.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!
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2º Dia - Ciclo Aventura Baía de Todos os Santos: Ilha de Itaparica (Texto: Janilton Almeira - Ito)
Já vivi muitas aventuras nestes 4 anos de mural, mas a ciclo
aventura baía de todos os santos prometia ser especial,
e quando se trata de aventuras para o mural, promessa é dívida e a dívida foi
muito bem paga.
O barco era nossa casa, tínhamos passado a noite ancorado em
uma pequena enseada na linda ilha dos frades, ao amanhecer fomos contemplados
com um encantador nascer do sol, que foi o nosso despertador. Todos de pé,
seguimos para Itaparica que seria a próxima Ilha a ser explorada. Chegando, nos despedimos de Léo que não iria
nos acompanhar naquele dia, em seguida saímos a procura de uma padaria para o
café da manhã, todos abastecidos... partiu!
Pedalamos por alguns quilômetros até chegar a um vilarejo e.... Misericórdia,
que lugar lindo! Um píer extenso sobre águas cristalinas, então... sobe o drone
pra registrar toda aquela beleza da pacata e aconchegante vila de Misericórdia.
(Não podia perder esse trocadilho) Depois de algumas cocas em uma pequena
mercearia, começa a trilha, mas nossa recepção na mata não foi das melhores,
fomos recebidos por um ataque de marimbondos, quase todos foram atingidos,
inclusive eu (proibido divulgar onde me acertaram rsrsrs) nada grave, mais a
frente um tiozinho avisa:
-Vocês acabaram de passar por uma enorme casa de marimbondos.
-Obrigado tio (mas o srº poderia ter avisado um pouco antes)
respondo baixinho.
Trilha que segue, na primeira parada pra hidratação, tomamos
umas cervejas na companhia de um simpático sr° que nos contou que quase todas
mulheres daquele povoado eram filhas suas, então sobe o drone para registrar
aquilo, quando alguém gritar: corre que lá vem marimbondos (o barulho do drone
planando é idêntico ao som de um enxame de abelha rsrsrs).
Em seguida visitamos as ruínas da igreja de Nosso Senhor de
Vera Cruz, onde Kadjon teve a brilhante ideia de recriar a histórica foto da
capa do disco dos Beatles, onde os quatro garotos de Liverpool atravessam uma
faixa de pedestre SQN, ali éramos cinco Muralistas atravessando as ruinas da 3ª
Igreja mais antiga do Brasil, Isso sim era histórico. Por último uma parada
para o almoço no restaurante do galeto, e uma travessia tranquila com sabor de
saudade até a ribeira.
Próxima Aventura: Trilha New Ilha de Itaparica - 27/01 (INSCRIÇÕES ENCERRADAS)
INSCRIÇÕES ENCERRADAS - VAGAS PREENCHIDAS
Olá pessoal,Dia 25/11 (sábado) iremos fazer a aventura que foi a grande descoberta de 2017! Descobrimos e mapeamos novos trajetos o locais top´s no perdidão da Ilha de Itaparica. Essa é uma aventura que surpreende pela sua beleza e variação de terrenos, existem locais de Ilha de Itaparica que poucas pessoas conhecem, vamos lá para curtir!
Local de encontro: Entrada do Ferry Boat às 5:20, para pegarmos o Ferry das 06:10. ATENÇÃO: FERRY não espera!!!
Participação: Somente Mural Club. VAGAS LIMITADAS.
Recomendações: Estar bem alimentado, levar bastante água, alimentos e materiais para pequenos reparos na bicicleta (câmera, bomba, ferramentas, chave de corrente, gancheira, etc). Levar lanterna de bike e pisca-pisca, possibilidade de retorno a noite!
Nível de dificuldade 4 - Médio Alto (conheça os níveis), com aprox. 50 km. Lembramos que sem os equipamentos de segurança (capacete, tênis, luva...) não pedala no grupo.
PROCEDIMENTO PARA CONFIRMAR PARTICIPAÇÃO:
- CONFIRMAÇÃO SOMENTE ATÉ O DIA 25/01 ás 17h (quinta-feira) OU ENQUANTO HOUVER VAGAS DISPONÍVEIS.
- As vagas são limitadas, para confirmar participação (reservar vaga) deve ser feito o depósito no valor de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) referente a reserva do almoço.
- Após realizar o depósito enviar comprovante para o e-mail muraldeaventuras@gmail.com.
Contas para Depósito:
Banco do Brasil
Ag. 3884-9
CC. 35.315-9
Itau
Ag. 0556
CC. 11767-9
Caixa Econômica Federal
Ag. 3413
Op. 001
CC. 23956-0
Bradesco
Ag. 7125
CC. 17879-9
Ag. 3884-9
CC. 35.315-9
Itau
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CC. 11767-9
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Op. 001
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Ag. 7125
CC. 17879-9
ATENÇÃO: Em caso de desistência o valor depositado não será devolvido. A reserva é pessoal e intransferível, mesmo que entre outra pessoa na vaga o valor não será devolvido. Portanto, somente faça o depósito se tiver certeza da participação. Isso visa minimizar as constantes desistências que prejudicam a participação de outros interessados.
VEJA O VÍDEO DA TRILHA ABAIXO:
CLIQUE NOS LINK's ABAIXO E VEJA COMO FOI AS ÚLTIMAS TRILHAS:
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2017/02/trilha-na-ilha-de-itaparica-como-eu.htmlhttp://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2016/08/trilha-na-ilha-de-itaparica-levante.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2015/11/trilha-da-ilha-de-itaparica-mutacao.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2015/01/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2014/06/trilha-na-ilha-de-itaparica-o-pedal-no.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2013/12/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2013/08/trilha-na-ilha-de-itaparica-o-poneis.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2013/04/trilha-na-ilha-de-itaparica-pedal-no.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2013/01/trilha-na-ilha-de-itaparica-o-inverso.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2012/10/trilha-na-ilha-de-itaparica-pedalando.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2012/05/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/2011/10/trilha-de-aniversario-do-mural-na-ilha.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com/2011/03/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
http://muraldeaventuras.blogspot.com/2010/12/trilha-na-ilha-de-itaparica.html
Novo Muralista: Bruno Teixeira Bahia
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Trilha ITASAP - Itacimirim a Sapiranga (Texto: Wolf Girsas)
Esse não seria um final de semana trivial, afinal de contas era meu segundo pedal com o Mural, em uma trilha inexplorada e em uma região de beleza natural inigualável.
Acordei cedo para preparar a mochila com água, alimentos rápidos, luva, capacete, etc e com a experiência da trilha anterior, me preparei para usar calca ao invés da bermuda.
Sai de casa com o dia amanhecendo, ainda um pouco nublado com possibilidade de chuva e peguei a linha verde. No caminho a expectativa só iria aumentando ao relembrar as maravilhas e os bons momentos da ultima trilha.
O ponto de encontro era na Praia da Espera em Itacimirin e por volta das 7 da manha o grupo começou a se formar. Alguns ajustes finais, roupa, luva, calibragem dos pneus e logo estávamos todos prontos para a grande aventura do dia.
Tiramos uma foto com o visual da praia ao fundo e seguimos em direção a estrada do coco para em seguida entrar em uma estrada de terra que mudaria meu dia.
Quantas emoções em um único dia e quantas coisas novas uma bicicleta consegue trazer.
Essa sempre foi uma paixão antiga. Andar livre por lugares ainda não conhecidos. Sentir a liberdade do vento batendo no rosto.
Logo deixamos para traz aquela estrada de terra e entramos em uma trilha estreita com descidas e curvas que exigiam certa habilidade que eu ainda estava aprendendo. Em uma dessas descidas nosso amigo Fred resolveu “compra um pedaço de terra” e apesar do susto, serviu apenas para virar a resenha do dia.
Em pouco tempo chegamos ao ponto máximo do passeio, a travessia do Rio Pojuca, de aguas claras e fresca por onde cruzamos para seguir a trilha pela outra margem.
Nesse ponto a vegetação fechou e a trilha entrou em uma região de mata mais densa com uma beleza natural de renovar o espirito de qualquer pessoa, era a Reserva de Sapiranga. Single tracks alternando com descidas rápidas, curva forte, pedras e galhos para trazer mais emoções. Passamos pela Sapiranga e seguimos em direção ao local de partida para então iniciar a tão esperada “hidratação comemorativa”! Esse foi um dia que ficará na minha memoria. Wolf Girsas.
VEJA O VÍDEO DESSA AVENTURA
CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIAR
1º Dia - Ciclo Aventura Baía de Todos os Santos: Ilha dos Frades (Texto: Leonardo Ribeiro)
“Na terra em que o mar não bate
Não bete meu coração
O Mar, em que o céu flutua
Onde morre o sol e a lua
E acaba o caminho do chão...”
(Gilberto Gil)
Desde o evento de lançamento do
projeto Baía de Todos os Santos a minha empolgação já era enorme em participar
desta aventura pioneiríssima proporcionada pelo Mural. O mote de fazer uma ciclo
aventura nas ilhas dos Frades e de Itaparica, à bordo de uma escuna, que seria
a nossa morada por dois dias, era interessantíssima.
Com as bênçãos de Yemanjá a vontade
virou realidade e lá estava eu inscrito com mais 6 aventureiros para participar
de um projeto muito bem pensado e inovador do Mural de Aventuras.
Partimos da Marina da Penha, Ribeira
às 6:30h. O tempo não parecia estar à nosso favor. Chuva e céu carregado de
nuvens não refletiam a verdadeira beleza do mar da Bahia. Embarcamos com as
bikes e sentamos para desfrutar a primeira refeição à bordo. O café aqueceu os
ânimos e a resenha já animava a conversa enquanto navegávamos em direção ao
nosso esperado destino do 1º dia, a Ilha dos Frades.
O mar, apesar do mau tempo, não
estava muito mexido, mas o suficiente para temperar todas as bikes com pingos
agua salgada. Aquela fina crosta de sal logo se formou sobre as magrelas, para
o desespero dos mais apegados...
Após quase 2h de navegação tranquila
avistamos o nosso destino. Desembarcamos no píer em frente à linda Capela de
Nossa Senhora do Loreto, Igrejinha construída em 1645 de frente para o mar,
onde pedimos proteção para a nossa aventura.
Fomos recepcionados pela equipe da
Fundação Baía Viva, entidade não governamental formada por um grupo de
empresários baianos e principal responsável pela gestão da Ilha dos Frades.
Adriana foi a cicerone durante nossa estadia e muito simpática e receptiva nos
apresentou os projetos socioambientais desenvolvidos na comunidade e toda a
infraestrutura do projeto, que inclui uma super maquete cheia de detalhes onde
pudemos visualizar os caminhos que percorreríamos nas entranhas da Ilha logo
mais.
Começamos o pedal sob chuva, que
ajudou a trocar o sal que impregnava as bikes pela lama que viria mais à
frente, deixando a trilha ainda mais divertida. Logo de cara, ainda sem aquecer
direito, aparece uma p... de uma subida que me fez fritar as pernas e botar o
coração pela boca. Mas depois do sofrimento vem como recompensa a lindíssima
vista do mirante. Expetacular! Fotos e muitas filmagens. Equipe reagrupada e
seguimos numa viagem de sobe e desce sem fim... Nem os quadrículos que nos
acompanhavam aguentaram: Foram dois superaquecimentos durante o percurso. Como
tem ladeira aquela ilha!
Algumas áreas que estão sendo
mapeadas pela Fundação Baía Viva para a coleta de informações sobre a flora
local ficaram indisponíveis para nós. Segundo os muralistas veteranos os
melhores singles e downhills ficaram de fora. Um pouco do encanto da trilha se
perdeu, mas nada que comprometesse a nossa aventura.
Falando em downhill, vale o destaque
para um deles, no qual a chuva e lama fizeram um massapê que mais parecia uma
quiabada. Foi bem difícil controlar nas curvas e parar a bike no final da
ladeira. Tacalipau por pouco não foi atropelado!
“Vamo nessa galera, agora é só
descida!”, gritou alguém lá na frente pra tentar animar a papucada... Já passei
da fase de acreditar nessa frase. Logo à frente a pior ladeira de todo o
percurso. Essa foi para os fortes. Jean, “que não fez mais que sua obrigação”,
como diria Elsão, conseguiu completar toda a subida sem titubear. Ito com muita
raça e técnica também. Parábéns amigos, vocês brocam!
Mais alguns km´s de muita adrenalina
e chegamos à ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, que nos recepcionou com mais
uma cabulosa subida! A praia mais conhecida da Ilha também é das mais bonitas e
o visual incrível foi a locação escolhida para as filmagens com o drone. O sol
já reinava nos céus e o belos azuis característicos das nossas águas explodiam
em várias matizes.
Finalmente chegamos no restaurante
que nos foi indicado para comermos. Camarões, peixes e muita cerveja reanimaram
a turma para o retorno, que seria mais leve, porém não menos interessante.
Kadjon conseguiu se perder do grupo e depois de quase 30min de tentativas de
reencontro, acabou seguindo sozinho, por um caminho alternativo até chegar novamente
à praia do Loreto onde nos reagrupamos e seguimos para um merecido banho de
mar.
Novo Muralista: Jalmir Andrade Alves Pereira
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Trilha New Ilha de Itaparica - Perdidão, a Aventura da Descoberta
Quatro horas da manhã e o despertador toca. Acordo puto
porque isso lá é hora de acordar pra pedalar!? KKKK. Bem que poderiam ter
marcado para 8 horas. Não sabia eu, naquele momento, que mais tarde o madrugar
seria muito bem recompensado.
Encontro marcado um pouco antes das 6 da manhã no ferry boat
com destino a Ilha de Itaparica. Passagens pagas, por sinal, muito caras!!!
Absurdo cobrar quase o valor de uma moto!
Travessia realizada, chuva como o diabo na ilha, damos início
ao pedal a exatos 07:10 da manhã, e assim que saímos de Bom Despacho já paramos
a primeira vez por conta do novo Muralista Volvo, vulgo Wolf, que precisou
parar para comprar água. Este amadorismo juntamente com a condição da bike
preocupou a turma. Importante destacar, entretanto, que o novo Muralista
surpreendeu toda a turma, pois completou todo o percurso sem dar qualquer
trabalho, e em uma bike barraforte que mal dá para ir na padaria comprar pão.
Superado este primeiro susto, lá vamos nós adentrar a
trilha, após aviso do Magnânimo Coordenador Elson de que se tratava de uma
trilha nova (perdidão), que não se tinha ideia alguma do que havia por lá, e
principalmente não se tinha ideia do percurso a ser seguido.
Começamos a trilha por um estradão, tudo muito light e
aproveitamos para tirar fotos. O coordenador mais parece um paparazzi do que um
ciclista, e toda hora aproveita as paradas e broca na frente para fazer as
fotos.
Ainda no estradão, enfrentamos o primeiro desafio. A bike do
Muralista Hugo tem o pneu furado e o Magnânimo Coordenador da Turma se presta a
dar um socorro e, ao menos naquele momento, corrige o problema.
Minutos depois adentramos a mata fechada e tem início a
brincadeira de verdade. Por se tratar de um local quase inexplorado, somos
surpreendidos com belas paisagens na mata. Por conta da chuva, lama não faltava
e a emoção era dobrada por conta das raízes escorregadias e de trechos muitos
técnicos, que nos propiciou momentos ímpares, em que diga-se de passagem, foi
uma aula para os novatos, inclusive Eu.
Pausa para uma água e para a resenha, eis que surge a
primeira confissão do dia. O astro do Mural e agora também coordenador, Tacalhepau,
confessa..., admite..., revela que conseguiu encontrar uma pretendente em uma
parada gay, e segundo afirmação do mesmo se tratava de uma mulher! Local
inusitado para este tipo de encontro, Dr. Fred Psico logo oferece ajuda para
mais alguém do grupo que queira se revelar, garantindo que duas sessões são
suficientes para o descobrimento íntimo.
Risadas a parte, seguimos mata adentro, esta parte sim, a
mais aventureira do passeio. Seguimos pelos trechos mais técnicos, mais
cansativos, muitas vezes empurrando as bikes, outras vezes adentrando a mata
virgem para desviar de árvores caídas na nossa pequena trilha. Infelizmente
somos forçados a parar mais uma vez para dar suporte ao Muralista Hugo, esse
foi o que mais deu trabalho, pois o pneu tubeless não aguentou o tranco. Mais
uma vez o Magnânimo Coordenador tira de sua mochila todo o maquinário para
conserto da bike. A Mochila do coordenador tem uma bike inteira desmontada,
inclusive um quadro tamanho 19, equipamento para alinhamento de roda..., todo
itens pequenos e fáceis de carregar. Apenas o controle do Drone é que o astro
Tacalhepau fica encarregado de cuidar.
Câmara de ar colocada na bike, seguimos nosso passeio mata
adentro e chegamos em um sítio onde fomos recebidos por um cachorro valente,
que o Muralista Rei prontamente tratou de fazer amizade. Amizade feita com o
dito animal, lá vem o dono da área com uma espingarda pendurada nas costas
perguntando para onde íamos. Mas naquele momento já não oferecíamos risco, pelo
contrário a amizade com o cão já havia se estreitado a tal ponto que o seu dono
abriu a guarda e ficamos um tempinho batendo papo e pegando dicas de onde ir.
Na saída um aviso de cuidado com a ladeira que se seguia logo a frente. Pensei
comigo... “deve ser uma puta de uma
ladeira, e com essa lama vai ser adrenalina...” Ledo engano, a ladeira não
deveria nem ser considerada ladeira.
Ladeira vencida e eis que chegamos a um maravilhoso local
aberto, em que o Magnânimo Coordenador nos avisa que vai estrear o drone. Todos
se arrumem, penteiem os cabelos, porque lá vem as filmagens adverte Elson, para
logo em seguida ordenar que todos voltem para a mata para que o drone possa
capturar a imagem da chegada dos ciclistas. Depois de vários minutos e alguns segundos
de filmagem, entre corta, faz de novo que não ficou bom, prepara que o drone
vai fazer a filmagem em círculo; Ah..., e ele faz isso sozinho! Que drone
inteligente da “miséra”!; seguimos nosso caminho em direção a 3ª igreja mais
antiga do Brasil.
Ao épico som de “Bora Mural!!!”, lá vamos nós, mata adentro
mais uma vez. Até aquele momento já tínhamos umas 3 horas de pedal e tão
somente 15 km percorridos, isso devido a dificuldade do trajeto. Desta vez,
saímos em um estradão e passamos por caminhos de terra que provavelmente eram
percorridos constantemente por habitantes locais.
CTM ALPHAVILLE ESPECIAL DE NATAL
Ontem rolou o CTM ALPHAVILLE ESPECIAL DE NATAL! Como já é tradição de anos anteriores, saímos do Alphaville
Paralela em direção ao centro da cidade e fizemos fotos do grupo nas
ornamentações da natal. Passamos pelo Dique do Tororó, Campo Grande, Praça da
Sé e perto do final, paramos na Cruz do Pascoal para a merecida “hidratação comemorativa”
acompanhada de diversas porções de quibes. Foi mais uma confraternização de
final de ano, todos estavam bastante animados. *Aproveitamos a
oportunidade para confirmar que não teremos recesso do CTM, amanhã e semana que
vem tem mais!* Bora Mural!!!
7ª VOLTA DOS TRÊS FARÓIS - SALVADOR BAHIA (FAROL DA BARRA, FAROL DE HUMAITÁ E FAROL DE ITAPOÃ)
A Volta dos 03 Faróis é realizada a
sete anos sempre no primeiro domingo do mês de dezembro pelo Mural de
Aventuras. O evento tem como objetivo a integração entre os bikers, a superação
de limites e o cicloturismo na cidade de Salvador, tudo isso para comemorar
mais um ano de muito pedal.
A Volta dos Três Faróis é um desafio
diferente, com regras próprias, que a cada ano cresce em número de
participantes. Muitos ciclistas da capital, interior e até mesmo de outros
estados, se reúnem no final do ano para percorrer os 70km pelas ruas e avenidas
de Salvador passando pelos seus principais pontos turísticos.
A 7ª volta que foi realizada no dia 03
de dezembro, contou com a presença de mais de 600 ciclistas. Nem todos concluem
o desafio, mas o que vale é o clima de confraternização geral. Para o próximo
ano teremos várias mudanças com foco na melhoria na receptividade dos
participantes. Aguardem as novidades!!!
Agradecemos a todos ciclistas e grupos
que marcaram presença, ressaltamos a especial participação dos muitos de outras
cidades e estados que viajaram com na vontade de cumprir o desafio e conhecer
Salvador.
Parabéns a todos participantes e aqueles
que concluíram o percurso! O próximo encontro já está marcado, 02 de dezembro
de 2018, esperamos encontrá-los novamente na 8ª VOLTA DOS TRÊS FARÓIS de
Salvador que promete ser ainda melhor!
Aproveitamos para desejar um Feliz
Natal e um Próspero Ano Novo!
Até 2018! Valeu pessoal! Mural de Aventuras.
Confraternização do Mural 2017
Nem só de
aventuras na natureza vive o Mural. É tempo unir Muralistas, familiares e
comemorar nossa amizade e conquistas com festa! Assim como nos anos anteriores,
ANIMAÇÃO foi a marca registrada de nossa Confraternização que
ocorreu na última quinta-feira. Depois de um ano repleto de aventuras e
desafios superados, nada melhor do que celebrar com muita diversão.
Não podemos
deixar de agradecer em especial ao casal Israel e Lavínia, que providenciaram o
espaço concorrido no restaurante e boate SP20. Semana que vem tem mais
aventura! O ano ainda não acabou! Bora Mural!!!
Novo Muralista: Anderson Trindade Fonseca
Bem-vindo ao novo Muralista: Anderson Trindade Fonseca.
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As 7 Maravilhas da Linha Verde (Texto: Rubenicio Nascimento)
Antes de falar sobre a minha primeira aventura, gostaria de
contar sobre minha recente relação com o Mural de Aventuras. Em um belo dia
saindo do bicicletário do meu prédio encontrei com o Serjão, acompanhado da sua
extensa família, conversamos um pouco sobre pedais e logo a sua esposa fez
questão de apresentar suas credencias como um expedicionário com experiência
nos quatro cantos do mundo, então pensei, vou colar nesse cara para aprender
alguma coisa, a partir daí começa a minha história no Mural de Aventuras. Serjão me apresentou a um grupo cujo tem exatamente
a filosofia que eu buscava; Natureza, barro, poeira, lama e muita, digo muita
diversão, comecei participando de alguns CTMs, o que foi suficiente pra concluir
que deveria me associar e poder participar das demais aventuras, a primeira,
conto a partir de agora.
No batismo com o Mural de Aventuras não poderia fazer uma
trilha com nome menos sugestivo, As Sete Maravilhas da Linha Verde. Começamos o
dia por volta das 6:30 no posto Paraíso, em Guarajuba. Reunimos-nos e seguimos
para Sauípe, chegando lá, desembarcamos as bikes e daí a primeira surpresa, eis
que surge um sujeito com um equipamento derivado do cruzamento entre uma
bicicleta e um trator, era o Mineiro e sua fat bike. Terminamos de nos ajeitar,
Elson nos passou algumas orientações, falou um pouco como era a trilha e em
seguida rumamos estrada adentro debaixo de uma garoa que avisara que o dia
poderia ser longo. Alguns kms de maravilhosos
estradões com ladeiras, eucaliptais, curvas, descidas insanas, single tracks, pontos de atoleiro alagadiços e
muitas outras maravilhas. O piso estava bastante pesado e não demorou muito a
Will perceber que a oportunidade de negócio naquela região era muito boa e
resolveu ser o primeiro a compra um lote, não muito grande, mas, suficiente pra
construir uma casa com cinco suítes, piscina e um campo de futebol. Sem
prejuízos maiores, seguimos viagem. Pedalamos por mais algum tempo até um ponto
onde o Elson nos convida, eu, Hugo, Odair e Will (novatos na trilha) a passar à
frente do grupo, virar a direita e gritar o que viesse na cabeça, fizemos e nos
deparamos com o que seria a segunda maravilha
SQN (puta que pariu!), um paredão de uns
40 metros, impossível não fingir! Elson e Tacalipau brocaram e zeraram.
Pedalamos por mais alguns minutos e chegamos ao primeiro ponto de hidratação,
um maravilhoso vilarejo e no centro
dele um quiosque de madeira bem arrumadinho que nos proporcionou uma cerveja
bem gelada, uma resenha boa, fotos com o proprietário do local, registro da
passagem do Mural de Aventuras devidamente colado na parede e partiu Mural!
Pedalamos por mais
alguns kms até chegar ao que seria a quarta maravilha, uma lagoa onde tivemos que atravessar carregando a
bicicleta nas costas e fizemos isso sem pestanejar, afinal, a magrela nos
proporciona momentos tão especiais, nada seria mais justo. Seguimos por mais
alguns kms, já passava das 11:30 quando chegamos a Itanagra, ali procuramos um
local pra almoçar até chegar ao restaurante da dona Miriam, aguardamos um pouco
até a nobre anfitriã conseguir nos acomodar, enquanto isso, eu e Will fomos
providenciar algo para beber já que, já havíamos pedalado muito tempo e dona
Miriam não dispunha do líquido que desejávamos. Enquanto isso, dois policiais
almoçavam no local e foram praticamente expulsos da mesa por três dos nossos
colegas, que resolveram se acomodar na mesa deles enquanto almoçavam. Os nobres
agentes da lei e da ordem abreviaram suas dignas refeições deixando metade do
almoço na mesa, como estávamos morrendo de fome, fizemos o sacrifício e terminar
o serviço por eles enquanto não era servido o nosso almoço. Chegando o nosso maravilhoso almoço, diferente de
minutos atrás, o silencio prevalecia na mesa, só se ouvia breves frases... “me
passa o arroz”, “me passa o feijão”, “passa essa carne aí”, “vai comer tudo ai,
fulano?!”. Todos almoçaram, Hugo bebeu seu suco de goiaba, Tacalipau tomou seu
sorvete de creme com calda de chocolate e já era hora de bater em
retirada.
Já passava das 13:30 e era hora de retornar, afinal, ainda
tínhamos 35 km de pedal pela frente. Paramos em um mercadinho para reabastecer
o estoque de água, batemos um breve papo com os locais e partimos, não demorou
muito e descobrimos mais uma maravilha,
era a ladeira da digestão, subíamos e parecia que não ia acabar nunca, quando a
bicicleta do Foltz apresenta um problema no pneu e tivemos que parar, prestar a
devida ajuda e lógico, repor oxigênio. Terminamos de consertar o pneu do Foltz
e já tinha “nêgo” dormindo de baixo de árvore. Acordamos o sujeito e seguimos
viagem até chegar a uma bifurcação onde o Elson parou e pediu que os novatos
(eu, Hugo, Odair e Will) decidissem por onde descer, esquerda ou direita.
Maldita hora, esquerda venceu! Um ladeirão de cascalho insano e cheio de vala
pra tudo que é lado. Soltamos o freio e embalamos, Odair seguia à minha frente,
segurou no freio, quando tentei frear foi o momento que demonstrei todo o meu
potencial de papucagem, a traseira saiu de lado, peguei a vala e comprei uma
fazenda. Segundo os cálculos de Tacalipau, eu estava a uns 40km/h, da pra
calcular o tamanho do terreno? Graças a Deus foi só o susto e aprendizado. Bati
a poeira, subi na bike e estrada que segue.
Seguimos por mais alguns minutos quando ouvimos um grito,
era a cãibra machucando Will, sorte ou azar estávamos chegando a um rio, com
uma maravilhosa “ponte do rio que
cai”, uma pinguela feita de tronco de árvore e galhos, onde o risco de cair e
tomar um banho era bem grande. Pegamos a magrela nas costas mais uma vez e
fomos fazer um exercício de equilíbrio. Elsão foi à frente e nos esperou do
outro lado filmando e torcendo pela queda dos que viriam depois dele, sorte de
todos que passaram sem incidentes. Logo depois da passagem alguns aproveitar
para tomar um banho às margens do rio e seguimos viagem, pulamos cercas e
cancelas de tudo quanto foi tipo, atravessamos muitas pastagens, passamos o “morro
do mimimi”, eucaliptais ladeiras acima e ladeiras abaixo com curvas insanas, caía
muita chuva, seguimos por algum tempo e estávamos chegando à linha verde
próximo da entrada de Massarandupió, neste momento a chuva já havia parado, seguimos
as margens da rodovia por alguns metros e a cãibra continuava machucando o Will.
Pegamos um novo trecho da trilha que foi mapeada pelo Foltz, estradinha de
terra batida e mais ladeiras. Neste momento o dia já estava caindo e sabíamos
que estávamos chegando ao nosso destino final, passamos pela Vila de Sauípe e
depois de 10 horas da partida, cinco horas pedalando, rodar 65 kms e mais de
1.000 metros de altimetria, chegamos ao fim de uma jornada de esforço e
superação.
Chega finalmente a hora do brinde com o que seria a oitava maravilha, uma deliciosa cerveja
artesanal produzida por quem vos relata esta aventura chamada As Sete Maravilhas da Linha Verde. Bora
Mural!!! Rubenicio Nascimento.
VEJA O VÍDEO
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Mural Kids - Com lama não deixamos de ser criança
A grande brincadeira dessa vez no Mural Kids foi entrar de bicicleta na lama e curtir as filmagens do drone. A galerinha se jogou com vontade mas poças e mostrou como coisas simples podem se tornar uma grande diversão. Foi lindo de ver o espírito aventureiro dos pequenos. Aguardem o próximo!
Mural Kids tem como objetivo estimular às crianças e adolescentes a praticarem uma atividade recreativa ao ar livre na companhia da sua família e em contato com outras pessoas.
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Novo Muralista: Carlos Henrique de Abreu Silveira
Bem-vindo ao novo Muralista: Carlos Henrique de Abreu Silveira.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!
Participe do nosso *Clube de Ciclismo e Aventuras*. Acesse: http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/p/club.html
7º Dia - Expedição Chapada das Mesas: Balneário Recanto das Famílias / Morro do Chapéu / Carolina (Texto: Gustavo Freitas)
Chegamos então ao último dia da expedição. Como vocês já acompanharam, a maioria dos autores das resenhas foi decidido no “palitinho”. Como eu queria escrever um dia e não tinha perdido ainda no “palitinho”, pedi para escrever o último dia da expedição.
Esse dia demorou para amanhecer... a sexta noite de aventura tinha sido bem longa. Queríamos curtir os últimos momentos da nossa expedição, que por sinal teve um ar muito especial com os acampamentos. Comemos o que sobrou do nosso alimento de contingência (miojo... paçoca de carne seca... cebolas...). Alguns Muralistas estavam tão felizes com a expedição que promoveram cerveja. Então a noite foi longa, inclusive com alguns desafios... rsrsrs, mas é melhor que algumas coisas fiquem em nossas memórias apenas.
Amanheceu o dia 7: Desarmamos as barracas pela última vez nessa expedição, Serjão amanheceu com o pneu da bike totalmente vazio. Ele corrigiu o pneu, tomamos café da manhã e saímos aprox.. 9:10 em direção ao nosso desafio do dia que era subir o Morro do Chapéu e pedalar lá em cima. Havíamos acampado no “Balneário Recanto das Famílias”, na saída de lá, alguns Muralistas conversavam com a família falando do nosso objetivo daquele dia. A filha, Maria Eduarda, disse que seria impossível subir com as bikes, pois era uma subida muito difícil até para ser feita sem nada, ainda mais carregando uma Bike. Disse ainda que, se alguém conseguisse levar a bike até o topo, lá em cima daria para pedalar, mas ela tinha certeza que não conseguiríamos. Quando ouvi isso, olhei para Elsão e sem falar nada sabia que, mais do que nunca, o desafio era pedalar no cume do Morro do Chapel. A partir dali, só o cume interessa!
Aquilo ficou martelando nas nossas cabeças e partimos em direção ao Morro.
Morro do Chapéu, montanha de cume plano com 378 metros de altura é o maior símbolo da Chapada das Mesas, uma região de incontáveis belezas naturais localizada no sul do Maranhão, já na divisa com o estado de Tocantins.
Para chegar são 12km de Carolina pela BR-230, a famosa Transamazônica, e mais 12 quilômetros em estrada de chão com solo muito arenoso. Como dormimos num Balneário próximo da entrada, rodamos aproximadamente 18km até o início da subida.
Para variar um pouco, logo na saída, assim que pegamos o cruzamento com a Transamazônica, com menos de 2kms, paramos para esperar um integrante do grupo que voltou para o Balneário sem avisar a ninguém, para pegar um lencinho que havia esquecido. Com mais alguns quilômetros (10km do odômetro daquele dia) paramos para Marão colocar mais uma câmara. Nesse trajeto até o Morro, percorremos alguns trechos onde foi possível curtir trilhas com pouca areia, cascalho e terra batida, mas durou pouco e logo a areia apareceu de novo. Esperamos Jean pela primeira vez em toda expedição, o bichinho chega voltou mais magro de dentro do mato. Rs . Seguimos mais alguns quilômetros e chegamos em um ponto que decidimos esconder nossos pertences (alforjes, barracas e todo peso extra das Bikes). Nesse momento Kadjon me mostrou os calos nos pés. Ele lavou a sapatilha e esqueceu de recolocar as palmilhas, imaginem as bolhas que fez nos pés. Pedalamos mais um pouco e chegamos num ponto que dava para ver todo o Morro do Chapéu e sua imponência. Tiramos algumas fotos, alguns esconderam as bikes e mais alguns pertences e nos preparamos para a parte mais difícil do dia: a subida ao Morro do Chapéu.
O desafio estava lançado. Todos resolveram subir. Alguns com as bikes. O Grupo Mural de Aventuras queria ser o primeiro Grupo de MTB a pedalar em cima do Morro. Esse era o objetivo do grupo e tornou-se o objetivo individual de alguns. Iniciamos a “escalada”... a voz de Maria Eduarda não saia da cabeça “-é impossível subir carregando a bicicleta”. Ela ainda não conhecia o Mural. Realmente foi um grau de dificuldade extremo. Já fizemos algo parecido subindo para o Mirante do Vale do Capão pelo ALEXOS (Chapada Diamantina-BA), mas essa subida é muito mais difícil e desafiadora, fazendo a subida do Alexos parecer fácil. Subida extremamente íngreme com pedras soltas e caindo a todo momento. A subida é por degraus imensos formados pela erosão da chuva. Em vários momentos esses degraus eram maior que uma pessoa de pé. Num determinado momento em que a via se divide, eu, Elson e Alexandre seguíamos pela esquerda, enquanto Plech e Serjão foram pela direita. Percebi que a direita estava melhor e tentei fazer a transição. Essa transição é com pedras muito soltas e o terreno sem nenhuma aderência, por isso escorreguei e encostei a bike no chão, que deslizou, fazendo eu perder alguns metros de subida e sentir um frio na espinha de medo. Ufa... passando o susto, consegui trocar para a via da direita.
Nesse momento paramos um pouco e conversamos. Estava muito perigoso a subida. Uma opção mais cautelosa era deixar as bikes naquele ponto e seguir sem elas. Alguns fizeram essa escolha, inclusive pensando em como seria a descida. Jean já tinha subido na frente, Alexandre e Plesh estavam com cara que queriam continuar, então eu pensei: “já subimos 2/3, a descida vai ser difícil de qualquer forma e eu quero muito concluir essa subida, tenho um defeito, eu não gosto de desistir”, além disso Maria Eduarda não saia da minha cabeça... “vocês não vão consegui...” rs. Me adaptei a uma forma de carregar a bike que me deixou um pouco mais confortável, e sem discutir muito, porém respeitando a decisão individual de cada um, pedi licença e continuei minha subida no meu ritmo.
Em mais alguns minutos estava transbordado de um sentimento indescritível... havíamos conseguido superar o desafio e feito jus ao slogan que carregamos no peito “ A Emoção dos Desafios”. Jean, eu, Plesh e Alexandre honramos o Grupo todo. Levamos o Grupo: Mural de Aventuras ao pedal no topo do Morro de Chapéu, na Chapada das Mesas -MA. Esse feito só foi possível pela união do grupo e foi uma emoção coletiva. Todos completaram o desafio de subir o Morro e de ser o primeiro grupo de MTB a pedalar no topo da Chapada das Mesas com 04 Bikes lá em cima. “Obrigado Deus!” Agradeci várias vezes lá em cima, e foi um momento de reflexão extremo. Fotos e contemplação, mas ainda não acabou... tínhamos que descer tudo de novo.
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