Trilha na Ilha dos Frades

11 de novembro. Ao ligar o computador logo vi a chamada do MURAL de AVENTURAS – Trilha na Ilha dos Frades, próximo sábado dia 14/11/2009. De imediato entrei em contato com um integrante do grupo “Djan” e de cara decidimos que iríamos participar.
Saí de Amélia Rodrigues, onde moro as 06h00min e cheguei a Madre de Deus às 07h00min e logo adquiri minha camisa para não ficar descaracterizado.
Após minha chegada e aquisição do meu uniforme, pois já me sinto parte dessa equipe, Elson fez a cerimônia de entrega da camisa ao colega “Nanau”, pelo fato dele ter conseguido subir a Ladeira da Pitanga em uma trilha anterior.
A equipe foi composta por sete integrantes, Eu – Mauricio, Elson, Djan, Nanau, Piau, Josué e Igor. Elson não poderia deixar passar fazendo o seguinte comentário: - Pela primeira vez iremos realizar uma trilha com todos os participantes uniformizados com a camisa oficial do Mural de Aventuras!
Após todos os registros, fomos para o cais para iniciar nosso primeiro desafio que foi conseguir um barco para fazer a tão esperada travessia. Antes de pegarmos o barco, observamos que o pneu traseiro da Bike de Piau estava furado, mas isso não foi problema, pois durante a travessia fizemos a manutenção. No meio da travessia, sem ao menos termos iniciado a trilha o Pneu da bike de Piau voltou a baixar e resolvemos trocar a câmara.
Com a chegada a Ilha dos Frades, na conhecida Praia de Paramana o Elson como grande conhecedor do percurso passou em um restaurante de uns conhecidos e fez o pedido para o almoço. Mais detalhes no final...
Após um bom alongamento iniciamos a trilha. Na primeira ladeira quase tivemos uma desistência de nosso amigo Josué. Segundo ele, todas as trilhas no inicio são a mesma coisa, até que ele consiga aquecer por completo. Josué após um tempo para descanso resolveu voltar ao percurso e demos continuidade ao nosso pedal.
Muitos Downhill, vários Single Tracks, Cross Country de verdade. Parecia até os vídeos disponíveis no youTube. Passamos pela ladeira de Josué (rsrsrsrsrsrs)... A ladeira foi batizada desta forma, pois na última trilha nosso amigo caiu feio.
Paramos para abastecer as caramanholas com água em Loreto e depois seguimos para a segunda etapa da nossa aventura. Concluímos o primeiro percurso de 8 km, com aproximadamente 35 min. “Pensam que é brincadeira, a trilha é altamente técnica, só sabe a dor quem por ela passou”.
Na segunda etapa do percurso, aproveitamos e fizemos um PIT STOP estratégico para repor as energias. Logo em seguida demos continuidade ao percurso, pois são três diferentes. Após descermos a ladeira de Josué (Rsrsrsrsrs), verificamos mais uma vez que o Pneu traseiro da bike de Piau tinha furado novamente. Contem comigo, já foram três furos diferentes num só pneu, de uma só Bike. Mais um tempo para resenha, e logo seguimos a diante. Coisa de cinema, muito Downhill...
Chegamos a nos perder na trilha, mais todos os participantes agradeceram a Elson por ter desviado o caminho, pois entramos num caminho maravilhoso. O ruim a penas é que após a descida tivemos uma subida fantástica, que dessa vez nem o Nanau conseguiu concluí-la. Retornamos um pouco e voltamos para a trilha original.
Mais uma vez muito Downhill, porém nem conseguimos aproveitar muito, pois o pneu traseiro de Piau furou mais uma vez... Após mais um reparo, continuamos e enfim chegamos a Ilha da Costa de Paramana, um lugar maravilhoso, com pessoas acolhedoras, com opção para a galera que gosta de outras aventuras, pois eles possuem um local especifico para camping e rapel.
Após abastecer mais uma vez as caramanholas, voltamos para nossa trilha, pois ainda nos restava o ultimo e o tão esperado percurso. Nessa altura todos já se encontravam fadigados, mas mesmo assim ninguém se deu por vencido. Muitas paisagens perfeitas, muitos registros de tudo é claro, e após quase 25 km em aproximadamente 03h30min de um maravilhoso pedal, chegamos ao final desta trilha. Como falei final da trilha, pois foi ai que todos nos fomos para o restaurante onde fizemos uma maravilhosa refeição regada a bastante frutos do mar.
A trilha é muito boa para ser feita, recomendo a todos, por ser altamente técnica, além do maravilhoso passeio de barco e a integração entre as respectivas Senhoras, minha e a do Piau. Maurício.





































Trilha Noturna da Paralela

Pessoal, na ultima terça feira, dia 10, consegui finalmente, pela primeira vez, pedalar na famosa trilha do canteiro central da paralela.

Cheguei no estacionamento às 20:00h, preocupado, pois não vi ninguém. Pouco tempo depois, chegou o Elson, que já estava pedalando hà 1 hora...que condicionamento!! Ficamos aguardando mais meia hora, quando foram chegando os restantes dos amantes do pedal. Eramos 6 bikers, contudo, 50% estavam lá pela primeira vez. Desta forma, se fez necessário uma explicação rápida do veterano Elson, para podermos entender as emoções que estávamos para conhecer.

Após as explicações seguimos para a trilha, fomos em direção a Lauro de Freitas... Confesso que passei por diversas vezes na paralela, mas não tinha a mínima noção da emoção que, aquele canteiro central, poderia proporcionar, com direito a velocidade, subidas técnicas, barrancos, desvio de árvores e um “single treck” ao lado da pista da paralela no sentido contrário de alucinar, pois vc vê os carros passarem rápidos ao seu lado, que adrenalina!!

Passamos por caminhos, onde de um lado olhava para baixo e enxergava o lago, e do outro, rente a trilha, era a proteção da avenida. Outros, pedalando normal, e de repente, saímos da trilha e descemos um barranco. Uma descida com várias lombadas, onde se nos empolgarmos, podermos “voar” com a bike. Para finalizar, este lado do passeio na paralela, um vale com uma subida forte, que proporcionou emoções extras. Neste pedaço em especial, nos chamou a atenção, o novato, com sua monark sem suspa dianteira, desceu e subiu o vale (Garoto de futuro!).

Um detalhe que marcou a trilha, foram 2 tombos que levei de forma estúpida: O primeiro, em uma das subidas técnicas, onde faltou a qualificação suficiente do biker que vos escreve, e caiu parado, sem conseguir tirar a sapatilha do clip, e o segundo, foi o enrosco da roda traseira em uma estaca de uma planta...não consegui tirar a sapatilha do clipe e... tome-lhe chão novamente...rs

Na volta, paramos novamente no nosso ponto de partida, e desta vez, nos dirigimos para a “stockbike”. Aliás, novidade para mim também. Infelizmente, um dos bikers não conseguiu continuar, mas tenho certeza, que depois da nossa trilha, ele irá se preparar e treinar para nos acompanhar em trilhas futuras...

Enfim, seguiram os 5 bikers para o famoso circuito “Stock Bike”. Mais uma surpresa, seguimos por cima da Av. paralela, através da passarela. Interessante. Chegamos no inicio do circuito, sem dúvida, um treino “forte” para as pernas, apesar de ser 100% asfalto, é recheado com uma boa subida, onde a perna, no final do pedal estava pedindo água e o pulmão precisando de ar.

Nesta altura, tivemos a idéia de ir ao posto de gasolina tomar uma coca. Fomos pelo lado direito da Paralela, onde foi outra emoção conseguir atravessar para chegar até o nosso objetivo. Após o descanso merecido, Apenas eu e Elson voltamos para o nosso ponto de partida pelo canteiro central, onde tive a oportunidade de conhecer um pouco mais deste terreno. Ponto alto deste percurso foi uma descida íngreme seguida de uma súbita técnica à esquerda, muito acentuada.

Sei que, após pedalarmos 21 km, conhecer mais uma área de treinamento, fazer mais amigos, estava de alma lavada, totalmente zen, pronto para encarar novos desafios. Sem dúvida, estarei presente nas próximas terças para pedalar com a galera! Faço aqui um convite a todos que precisam de um tempo para desestressar do trabalho, do chefe, da namorada... Venha compartilhar deste treino!

Quero agradecer ao Elson pela oportunidade de poder escrever sobre esta opção excelente de pedal.

Forte abraço a todos,

CHOIU

Desafio da Mata Atlântica

Resolvi em cima da hora participar do “Desafio da Mata Atlântica”, chamei a família e partimos na sexta-feira rumo a Itacaré, distante aproximadamente 40km do local onde seria a prova no domingo dia 01/11. O “Desafio da Mata Atlântica” ocorreu na região de Serra Grande, localizada no município de Uruçuca, que possui a maior área de Mata Atlântica preservada do Nordeste Brasileiro, muito bonito! Sobre a prova, eu e Rafael (Gaúcho) formamos uma “equipe”, todos com a camisa do “Mural de Aventuras”, até Rodolfo (Irmão de Gaúcho) que ficou de apoio, hehehe. Logo no início do percurso, entramos em um grande downhill escorregadio, ninguém conseguia parar em pé, hehehe. Passamos por um areal e em seguida começamos a subir, subir, subir... parecia que não iria acabar nunca, lá no alto tinha até um mirante...rsrs. O percurso teve tudo um pouco, estradão de barro, asfalto, singles tracks, lama, areia, mas o ponto alto foi um pântano de aproximadamente 100 metros de extensão que tivemos de atravessar com a água acima da cintura, acho que tinha até jacaré, ufa! Encontrei Gaúcho no meio da trilha e chegamos a pedalar juntos por uma grande distância, conseguimos até ultrapassar alguns competidores, rsrsrs, muito legal! Não observei uma placa que mandava descer da bike e tentei atravessar montado um pequeno rio de pedras, o pneu travou em um buraco e levei um grande tombo! Que susto! Hahaha. A chegada foi dura, pois como o nome já diz, “Serra Grande” fica no alto! Haja perna, mas foi muito gratificante, até porque a “equipe” conseguiu um grande resultado, com a minha chegada em 3º lugar e a de Gaúcho em 2º lugar! Na premiação estavam presentes minha esposa Rosania e meus filhos Beatriz e Leonardo, além de minha mãe Zizélia e minha irmã Iara, a emoção foi grande! A “Emoção dos Desafios!!”. Aproveito a oportunidade, para mais uma vez conclamar a todos os amantes desse esporte a participarem das competições de MTB, fazendo isso, conhecemos lugares e novas trilhas, encontramos amigos e fazemos novas amizades, vivemos a “Emoção dos Desafios” e ainda quase sempre é possível agregar a família. Participem desses eventos, é muito bom em vários aspectos! Parabéns aos organizadores do 1º Desafio da Mata Atlântica! Principalmente a Dimitri, pela excelente organização. Que venham os próximos!!! Um grande abraço, Elson.
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