Bem, após acertarmos a travessia fomos em direção ao cais de Madre de Deus ajeitamos as bikes no barco e fomos em direção a praia de Paramana, éramos em número de 14 (Eu, Elson, JP, Josué, Luciano “Coquinha”, Reinaldo, Renato “Paulista”, David, Moranguinho, Tiago “Wolverine”, João Vítor, Helder, Claudio “Carrasco” e Tati – a única garota do grupo) a travessia foi tensa para o David e o Renato “Paulista”, pois os dois têm medo de água, mas foi divertida a travessia, desembarcamos em Paramana e fomos acertar o almoço, pois ao final da trilha estaríamos desesperados por comida, como sempre. O Elson sugeriu um alongamento antes de iniciarmos a trilha, foi aí que começamos a perceber o que viria pela frente porque enquanto alongávamos outros que já conheciam a trilha faziam um aquecimento na areia de dar medo.
Saímos em direção ilha adentro e logo de cara ladeira, subimos um trecho e mais subida, depois descida e mais subida com a paisagem de mata atlântica ao nosso redor, outra descida, chegamos ao nível do mar e pausa para foto na Igreja de Nossa Senhora do Loreto, mais uma vez aparece um cidadão dizendo que não poderíamos pedalar na ilha, resolvido o problema mais uma ladeira interminável, depois de um downhill retornamos ao ponto inicial para a segunda volta, aí eu pensei em desistir, ou melhor, desisti mesmo, mas ao ver o Carrasco subindo empurrando a bike, ganhei força e continuei, após outra subida parada para descanso e lanche, ganhei do Elson a milagrosa pastilhinha que me deu mais força ainda para continuar. Na segunda volta muda-se o percurso adentrado num singletrack em mata fechada muito punk, mas bem técnico, onde o terreno passa a ser recheado com muita folha, completamos a segunda volta e partimos para a terceira volta, não poderia de deixar de registrar aqui também, que foi neste momento, que o nosso colega Coquinha deu um chilique digno de uma passista da Sapucaí, tudo por causa de um câmbio desregulado. Com outro single animal, neste tivemos as quedas de Coquinha e do paulista Renato, que segundo Josa foi um triplo twist carpado clipado conjunto, e outra subida chegamos ao final da trilha, hora do retorno e escolhemos um downhill de mais ou menos dez minutos por um estradão onde curtimos a paisagem da ilha para finalizar este belíssimo desafio. Finalmente chegamos ao restaurante e partimos para as gelosas e para o tão esperado almoço com suas moquecas de peixes e mariscos da região.
Após o almoço, retornamos para a Ilha de Madre de Deus e neste retorno fomos abordados por um casal em sua lancha perguntando onde estávamos fazendo trilha e como faria para entrar em contato conosco, pois o mesmo estava interessado em nossas aventuras, são nestes momentos que vemos a força e a união do nosso grupo. Até a próxima trilha. VALEU GALERA, VALEU MURAL! Márcio “Ramster”.
Saímos em direção ilha adentro e logo de cara ladeira, subimos um trecho e mais subida, depois descida e mais subida com a paisagem de mata atlântica ao nosso redor, outra descida, chegamos ao nível do mar e pausa para foto na Igreja de Nossa Senhora do Loreto, mais uma vez aparece um cidadão dizendo que não poderíamos pedalar na ilha, resolvido o problema mais uma ladeira interminável, depois de um downhill retornamos ao ponto inicial para a segunda volta, aí eu pensei em desistir, ou melhor, desisti mesmo, mas ao ver o Carrasco subindo empurrando a bike, ganhei força e continuei, após outra subida parada para descanso e lanche, ganhei do Elson a milagrosa pastilhinha que me deu mais força ainda para continuar. Na segunda volta muda-se o percurso adentrado num singletrack em mata fechada muito punk, mas bem técnico, onde o terreno passa a ser recheado com muita folha, completamos a segunda volta e partimos para a terceira volta, não poderia de deixar de registrar aqui também, que foi neste momento, que o nosso colega Coquinha deu um chilique digno de uma passista da Sapucaí, tudo por causa de um câmbio desregulado. Com outro single animal, neste tivemos as quedas de Coquinha e do paulista Renato, que segundo Josa foi um triplo twist carpado clipado conjunto, e outra subida chegamos ao final da trilha, hora do retorno e escolhemos um downhill de mais ou menos dez minutos por um estradão onde curtimos a paisagem da ilha para finalizar este belíssimo desafio. Finalmente chegamos ao restaurante e partimos para as gelosas e para o tão esperado almoço com suas moquecas de peixes e mariscos da região.
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