Trilha da Tiririca e Aniversário de Josa
Vai Quem Quer, Volta Quem Pode
"O desafio "Vai quem
quer, volta quem pode - 150km" foi simplesmente sensacional! Um momento de
superação pessoal para cada um dos participantes! A trilha revelou lindas
paisagens e algumas surpresas como a represa e a lagoa de areia branca, que nos
proporcionou um banho maravilhoso! Não houve sequer um único momento de desânimo,
pois o espírito de companheirismo e perseverança da família MURAL estava
presente o tempo todo! Parabéns a todos os guerreiros e até o próximo desafio!
Bora MURAL!" Carla Dias.
Trilha Boca da Mata
Já havia girado pela
região de Candeias com o Mural, inclusive quando fizemos uma trilha
compartilhada com o pessoal do Do Barro Bike, mas a Trilha Boca da Mata, não
tinha feito ainda. Um estímulo a mais, pois para mim era uma trilha nova.
Nossa
lotação de bikes no carro foi completa: eu, Marcelo e Lucas. Um bom grupo se
formou para a aventura: além do trio citado, Elson, Peu, Plech, Rogério
Fernandes, Alex, Carla Dias, Kadjon, Odair e Beto... ... ... ah! Cerqueira
chegou atrasado!
A
chegada se deu em dois estágios: primeiro, Rei da Pamonha e, depois, Point do
Açaí. Cerqueira chegou no limite do tempo, mas ainda nos alcançou antes do
"partiu"! Cruzamos a BR-324 e pegamos estrada de barro, várias partes
com bastante areia, algumas subidas para aquecer, fotos na lagoa e "pedal
prá baixo" novamente.
Chegamos
a uma região alta e descampada com um visual bem legal (área de torres de
transmissão de energia).
5° DIA EXPEDIÇÃO TRANSMANTIQUEIRA: de Campos do Jordão (São Paulo) a Pilões (São Paulo)
Antes de descrever como foi o quinto dia, vou falar
brevemente sobre minha experiência nesses oito dias. Eu me diverti muito, é
verdade, mas minha conclusão é que ir para uma Expedição não é a mesma coisa
que entrar em um parque de diversões ou percorrer uma simples trilha de
Mountain Bike. O fato é que eu vivenciei momentos totalmente imprevisíveis e
arrebatadores. Foi um período de grande aprendizado e uma experiência fantástica
de superação dos limites físicos e psicológicos.
Uma coisa que me preocupava nos três meses que antecederam a
data da viajem era o meu preparo físico, pois sabia que era um "marinheiro
de primeira viajem" em Expedições e, antes desta aventura, jamais havia
feito um pedal de nível cinco por mais de dois dias seguidos. Então iniciei uma
intensa rotina de treino na academia com foco em força e resistência, além das trilhas e pedaladas longas no asfalto. Esse
treino me deu mais confiança e foi de extrema importância para conseguir pedalar
durante horas e horas por estradas de terra, enfrentando subidas e descidas que
pareciam intermináveis.
2° Dia - Desafio da Serra da Jiboia 10 - Ainda Falta a Volta
24 de Agosto, 6:30 da
manhã, eis que o alarme Elson toca: “LEVANTA QUE O DESAFIO AINDA NÃO ESTÁ
COMPLETO”. Após um bom descanso na Pousada Estalagem Serra da Jibóia todos
acordaram e se prepararam para mais um dia de desafio, todos de bikes “limpas”
e barriga cheia partiu. O pedal começou com pelo menos uns 30 minutos de subida
pelo asfalto até o ponto de entrada para trilha, um belo esquente para todos,
cada um no seu tempo. Em seguida
entramos num estradão e entre subidas e descidas chegamos no povoado de Pedra
Branca onde paramos para tomar refrigerantes. No mesmo local se reuniam vários
ciclistas de Castro Alves que reconheceram nosso grupo e começaram a falar sobre
algumas trilhas da região. Tiramos algumas fotos em conjunto e partimos em
direção as antenas. Continuamos nossa subida e de repente a corrente de Carla
Guimarães quebrou e o joelho de Sabrina começou a doer, na verdade o power link
tinha soltado e Sabrina colocou silver tape para segurar o joelho, nunca na vida
tinha visto nenhum dos dois casos mas tudo bem. Rei, Welligton e Cerqueira nos
aguardavam mais a frente na cachoeira do Malandra, onde paramos para nos
refrescar com aquela água gelada. Mais alguns minutos de subida e chegamos nas
antenas, um visual maravilhoso, só indo entender o que estou falando. Pela
primeira vez no Mural uma mulher subiu até as antenas da Serra da Jibóia, melhor,
três guerreiras.
4° DIA EXPEDIÇÃO TRANSMANTIQUEIRA: de Sapucaí-Mirim (Minas Gerais) a Campos do Jordão e Pico do Itapeva (São Paulo)
Em números de Muralistas, foi a maior e a
integração entre nós foi admirável, fantástica! Neste quarto dia, saímos de
Sapucaí-Mirim e pedalamos para a nobre e bela cidade de Campos do Jordão.
Como retrospectiva, iniciamos a Expedição três dias
atrás de São José dos Campos (SP) com destino a São Francisco Xavier (SP), no dia
seguinte chegamos em Monte Verde (MG), cidade que sentimos o belo “calor” de
zero graus cº, em finalmente terminamos o dia anterior em Sapucaí-Mirim (MG)!
A noite em Sapucaí-Mirim, foi de uma gastronomia ímpar,
com rodízios de sanduíches de pernil e saborosos beijuvis! Né Herrera!!!
Partimos logo cedo para Campos do Jordão, pra
começar o dia de pedal um estradão até entrarmos em uma trilha fechada com bela
vista da Serra da Mantiqueira e destaque especial para Pedra do Baú. Subidas
inacabáveis com baixíssimas temperaturas... Em alguns momentos sentíamos calor
nas subidas e frio nas descidas... enfim, expedição é assim, tudo acontece e no
final com a fé em deus, tudo dá certo! Encontramos belas cachoeiras durante o percurso.
Trilha Cachoeira do Urubu 10 - O Bambuzal
Bom, aqui vai o meu
relato do que foi a linda Trilha do Urubu 10 em Santo Amaro. Encontramos-nos
bem cedinho no Rei da Pamonha para de lá seguirmos para Santo Amaro, quando o
comboio de carros se juntou, cerca de 6 veículos, pegamos a BR, assim que
chegamos em Santo Amaro fomos tomar um cafezinho e logo depois saímos direto
para a pousada onde a reunião tinha sido marcada antes da aventura começar.
Logo que chegamos em poucos minutos estava todo mundo pronto pra brocar na
trilha kk.
Logo que saímos pegamos
um estradão pra aquecer kk em seguida um pouco de lama e assim foi um pequeno
trecho no começo, seguidos de uma queda com um dos colegas kkk o que é normal e
serve de ingrediente para as piadas kkk. Bom por fim chegamos a uma parte mais
fechada da trilha e que trilha!! logo de cara eu imaginei que só iria ter coisa
boa pela frente...
Nova Muralista: Diana Cavalcante Miranda de Assis
Seja bem vinda a nova Muralista: Diana Cavalcante M. de Assis!
1° Dia - Desafio da Serra da Jiboia 10 - O "pior" ainda está por vir
A tão famosa SERRA DA
JIBÓIA é uma daquelas aventuras mais esperadas por todo muralista que deseja
alcançar o mais alto grau de dificuldade do pedal: LEVEL FIVE !! Abertas as
inscrições 15 dias antes, recebo um “zap zap” de minha xará, Carla Guimarães,
dizendo que ela e Lucas já tinham feito a inscrição e colocando a maior pilha
para eu embarcar na temida JIBÓIA. Tentada, garanti a minha vaga como a última
integrante, sem nem ter pensado direito no que eu estava fazendo. Quer saber? Às
vezes, as decisões menos planejadas se revelam as mais surpreendentes e
especiais. Com essa, não foi diferente.
Passados os “arregões”
iniciais de Herrera e Kadjon, a turma que iria enfrentar a cobra já estava formada.
Ao todo, 10 aventureiros: Eu, Elsão, Carla (“Pimentinha”), Lucas, Sabrina, Rei,
Wellington, Guga, Malandra e Cerqueira. Quatro veteranos de “nível 5” e seis
calouros. Pela primeira vez na JIBOÍA uma mulher se inscreve e dessa vez em
dose TRIPLA.
3° DIA EXPEDIÇÃO TRANSMANTIQUEIRA: de Monte Verde (Minas Gerais) a Sapucaí-Mirim (Minas Gerais)
Terceiro dia de expedição começando... Depois de
um dia muito desgastante de pedal no dia anterior, tivemos uma boa noite de
sono na Pousada Pucci em Monte Verde/MG.
Monte Verde é conhecida como a “Suíça
Brasileira”, repleta de restaurantes, muito frio e chocolate quente! Com um
clima tão bom pra dormir, acordamos tarde, também pudera, o café apenas era
servido a partir das nove da manhã! E que café!!! Logo, a primeira resenha:
Herrera foi secar a luva North Face de centos reais na lareira e acabou
queimando a mesma... tentou tapar o rombo com fita isolante e lamentou o resto
do pedal inteiro. Ele ainda queimaria outras coisas nos dias a se seguir.
Saímos por volta das 10h30min da pousada e fomos
cortando a cidade para pegar uma das melhores trilhas da expedição! Antes que
pudéssemos entrar na trilha, conhecemos um campeão brasileiro de mountain bike,
ZELITO! Estávamos passando quando ele estava colocando umas bikes pra fora de
sua loja “Lito Bikes” aluguel e passeio de bicicletas. Ele se empolgou muito
com a gente, perguntou de onde vínhamos, pra onde íamos, se animou e disse que
iria nos guiar até certo ponto do caminho. Foi pra dentro da loja, se trocou em
trinta segundo, pegou uma bike amarela memorável e nos guiou até certa altura
da trilha.
Nosso destino era Campos do Jordão, em São Paulo,
e a aventura começou em meio a uma reserva linda com muitas araucárias, muitas
descidas e, como de costume durante toda a expedição, muuuuuuuuuuuuuitas
subidas! Passamos por uns quatro Haras, todos muito bonitos e aparentemente
luxuosos em meio à serra onde ninguém parecia habitar. Num certo ponto do
percurso, o GPS indicava que a trilha continuaria para a direita, mas o
empregado num Haras indicou que deveríamos ir reto. E foi o que fizemos! Não
sabemos o que teria acontecido se tivéssemos seguido o GPS e virado à direita
para subir uma (quase) parede à nossa frente, mas foi muito bom ter seguido a
trilha à frente, porque pegamos muito single track no meio da mata, e
finalmente... ficamos perdidos!!!
Tentamos alcançar o ponto do GPS pegando outro
caminho à frente, mas nos deparamos com um vale enorme que despenderia muita
energia atravessar com as bikes nos braços e ainda teria o rio pra atravessar.
Optamos por seguir pelo single track com a esperança de alcançar novamente a
trilha do GPS em algum ponto, e era o que aconteceria. Passamos uma bela
floresta de araucárias e depois encontramos o rio, mas um ponto bem tranquilo
pra atravessar. Herrera e Renato fizeram algo que deveria ser uma ponte mas que
se resumia num pedaço de pau lançado no meio do riacho para que pudéssemos
atravessar sem pisar dentro d’água. Depois de muito subir, finalmente pegamos
alguns quilômetros de descida alucinante!!!
Chegamos no Paiol, um bairro de Sapucaí Mirim/MG,
por volta das três da tarde com muita fome. Foi logo ordenada uma farofa de ovo
com a qual alguns dos Muralistas mataram a fome e outros se saciaram com o
sanduíche do café da manhã, que foi meu caso!
Já quase quatro e meia da tarde, depois de
colarmos o adesivo “Mural passou aqui”, seguimos caminho sob a doce ilusão de
que seriam só descidas até Sapucaí Mirim. Subimos bastante, mas tivemos algumas
das vistas mais lindas do percurso, com vales que não tinham fim ao longo do
horizonte. Finalmente, começamos a descer, e descemos incontáveis quilômetros
com algumas paradas no percurso para descansar as mãos e as pernas devido à
tensão da descida que parecia invencível. De repente, começamos a avistar meio
urbano, passamos por algumas pessoas e estávamos entrando em Sapucaí Mirim, uma
cidadezinha de Minas Gerais já na divisa com São Paulo que fazia muito frio e
tem pessoas acolhedoras.
Apesar da expectativa inicial de chegar logo a
Campos do Jordão, quando chegamos em Sapucaí Mirim eram quase seis da tarde e
ainda faltavam uns vinte e seis quilômetros até lá, com muita subida, aliás,
praticamente uma subida única que conheceríamos no dia seguinte. Em razão
disso, preferimos ficar em Sapucaí Mirim/MG para nos poupar, descansar e
recuperar as energias. Foram sessenta quilômetros e uns mil e quinhentos metros
de elevação, muito sofridoooooo!!! Ficamos numa pousada simples, mas que nos
proporcionou boa noite de descanso e nos deu forças para seguir adiante no dia
seguinte!!! Luiz.
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