Enquete para Aventura de 29/11

Qual aventura deseja fazer no dia 29/11?
Sátiro Dias
Ilha dos Frades
7 Maravilhas
Ilha de Itaparica
Boca da Mata
Circuito Copa Mosso (Feira)


ATENÇÃO: Votação até 05/11

Trilha da Tiririca e Aniversário de Josa

Muitos dias sem pedalar e já sabe né? a forma física vai embora, e a brocação não fica tão em alta, mas com uma trilha marcada justamente no dia do meu aniversário, não dá pra recusar, e lá vou eu mesmo cansadinho hehehe, no ponto de encontro uma galera massa, as Carlas, Tio Sapiranga, e outros que não vou lembrar, mas são também muito importantes, começamos bem, trecho de asfalto pra aquecer, e lá vamos nós, todo mundo brocando o tio, as Carlas não liberaram e ainda pede que Elsão registre o momento, quando chegamos no ponto de água, foi feito o brinde  e muita resenha, o “povo” pediu que fosse citado que a trilha fica melhor sem Cerqueira, hehehe não concordo hehehe, sentimos também a falta de Rei, e JP que não puderam comparecer devido a outros compromissos, mas como sempre trilha com mural, além de muita brocação também tem diversão , no fim saímos todos muito satisfeitos com mais uma trilha da Tiririca, que teve cachoeira, travessia de pântano e muita adrenalina. Josué Motta.

Vai Quem Quer, Volta Quem Pode



"O desafio "Vai quem quer, volta quem pode - 150km" foi simplesmente sensacional! Um momento de superação pessoal para cada um dos participantes! A trilha revelou lindas  paisagens e algumas surpresas como a represa e a lagoa de areia branca, que nos proporcionou um banho maravilhoso! Não houve sequer um único momento de desânimo, pois o espírito de companheirismo e perseverança da família MURAL estava presente o tempo todo! Parabéns a todos os guerreiros e até o próximo desafio! Bora MURAL!" Carla Dias.

Trilha Boca da Mata

Já havia girado pela região de Candeias com o Mural, inclusive quando fizemos uma trilha compartilhada com o pessoal do Do Barro Bike, mas a Trilha Boca da Mata, não tinha feito ainda. Um estímulo a mais, pois para mim era uma trilha nova.

Nossa lotação de bikes no carro foi completa: eu, Marcelo e Lucas. Um bom grupo se formou para a aventura: além do trio citado, Elson, Peu, Plech, Rogério Fernandes, Alex, Carla Dias, Kadjon, Odair e Beto... ... ... ah! Cerqueira chegou atrasado!
A chegada se deu em dois estágios: primeiro, Rei da Pamonha e, depois, Point do Açaí. Cerqueira chegou no limite do tempo, mas ainda nos alcançou antes do "partiu"! Cruzamos a BR-324 e pegamos estrada de barro, várias partes com bastante areia, algumas subidas para aquecer, fotos na lagoa e "pedal prá baixo" novamente.
Chegamos a uma região alta e descampada com um visual bem legal (área de torres de transmissão de energia).

5° DIA EXPEDIÇÃO TRANSMANTIQUEIRA: de Campos do Jordão (São Paulo) a Pilões (São Paulo)

Antes de descrever como foi o quinto dia, vou falar brevemente sobre minha experiência nesses oito dias. Eu me diverti muito, é verdade, mas minha conclusão é que ir para uma Expedição não é a mesma coisa que entrar em um parque de diversões ou percorrer uma simples trilha de Mountain Bike. O fato é que eu vivenciei momentos totalmente imprevisíveis e arrebatadores. Foi um período de grande aprendizado e uma experiência fantástica de superação dos limites físicos e psicológicos.
Uma coisa que me preocupava nos três meses que antecederam a data da viajem era o meu preparo físico, pois sabia que era um "marinheiro de primeira viajem" em Expedições e, antes desta aventura, jamais havia feito um pedal de nível cinco por mais de dois dias seguidos. Então iniciei uma intensa rotina de treino na academia com foco em força e resistência, além  das trilhas e pedaladas longas no asfalto. Esse treino me deu mais confiança e foi de extrema importância para conseguir pedalar durante horas e horas por estradas de terra, enfrentando subidas e descidas que pareciam intermináveis.

2° Dia - Desafio da Serra da Jiboia 10 - Ainda Falta a Volta

24 de Agosto, 6:30 da manhã, eis que o alarme Elson toca: “LEVANTA QUE O DESAFIO AINDA NÃO ESTÁ COMPLETO”. Após um bom descanso na Pousada Estalagem Serra da Jibóia todos acordaram e se prepararam para mais um dia de desafio, todos de bikes “limpas” e barriga cheia partiu. O pedal começou com pelo menos uns 30 minutos de subida pelo asfalto até o ponto de entrada para trilha, um belo esquente para todos, cada um no seu tempo.  Em seguida entramos num estradão e entre subidas e descidas chegamos no povoado de Pedra Branca onde paramos para tomar refrigerantes. No mesmo local se reuniam vários ciclistas de Castro Alves que reconheceram nosso grupo e começaram a falar sobre algumas trilhas da região. Tiramos algumas fotos em conjunto e partimos em direção as antenas. Continuamos nossa subida e de repente a corrente de Carla Guimarães quebrou e o joelho de Sabrina começou a doer, na verdade o power link tinha soltado e Sabrina colocou silver tape para segurar o joelho, nunca na vida tinha visto nenhum dos dois casos mas tudo bem. Rei, Welligton e Cerqueira nos aguardavam mais a frente na cachoeira do Malandra, onde paramos para nos refrescar com aquela água gelada. Mais alguns minutos de subida e chegamos nas antenas, um visual maravilhoso, só indo entender o que estou falando. Pela primeira vez no Mural uma mulher subiu até as antenas da Serra da Jibóia, melhor, três guerreiras.

4° DIA EXPEDIÇÃO TRANSMANTIQUEIRA: de Sapucaí-Mirim (Minas Gerais) a Campos do Jordão e Pico do Itapeva (São Paulo)

Em números de Muralistas, foi a maior e a integração entre nós foi admirável, fantástica! Neste quarto dia, saímos de Sapucaí-Mirim e pedalamos para a nobre e bela cidade de Campos do Jordão.
Como retrospectiva, iniciamos a Expedição três dias atrás de São José dos Campos (SP) com destino a São Francisco Xavier (SP), no dia seguinte chegamos em Monte Verde (MG), cidade que sentimos o belo “calor” de zero graus cº, em finalmente terminamos o dia anterior em Sapucaí-Mirim (MG)!
A noite em Sapucaí-Mirim, foi de uma gastronomia ímpar, com rodízios de sanduíches de pernil e saborosos beijuvis! Né Herrera!!!
Partimos logo cedo para Campos do Jordão, pra começar o dia de pedal um estradão até entrarmos em uma trilha fechada com bela vista da Serra da Mantiqueira e destaque especial para Pedra do Baú. Subidas inacabáveis com baixíssimas temperaturas... Em alguns momentos sentíamos calor nas subidas e frio nas descidas... enfim, expedição é assim, tudo acontece e no final com a fé em deus, tudo dá certo! Encontramos belas cachoeiras durante o percurso.

Trilha Cachoeira do Urubu 10 - O Bambuzal

Bom, aqui vai o meu relato do que foi a linda Trilha do Urubu 10 em Santo Amaro. Encontramos-nos bem cedinho no Rei da Pamonha para de lá seguirmos para Santo Amaro, quando o comboio de carros se juntou, cerca de 6 veículos, pegamos a BR, assim que chegamos em Santo Amaro fomos tomar um cafezinho e logo depois saímos direto para a pousada onde a reunião tinha sido marcada antes da aventura começar. Logo que chegamos em poucos minutos estava todo mundo pronto pra brocar na trilha kk.
Logo que saímos pegamos um estradão pra aquecer kk em seguida um pouco de lama e assim foi um pequeno trecho no começo, seguidos de uma queda com um dos colegas kkk o que é normal e serve de ingrediente para as piadas kkk. Bom por fim chegamos a uma parte mais fechada da trilha e que trilha!! logo de cara eu imaginei que só iria ter coisa boa pela frente...

Nova Muralista: Diana Cavalcante Miranda de Assis

Seja bem vinda a nova Muralista: Diana Cavalcante M. de Assis
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto da mesma de uniforme padrão!


1° Dia - Desafio da Serra da Jiboia 10 - O "pior" ainda está por vir

A tão famosa SERRA DA JIBÓIA é uma daquelas aventuras mais esperadas por todo muralista que deseja alcançar o mais alto grau de dificuldade do pedal: LEVEL FIVE !! Abertas as inscrições 15 dias antes, recebo um “zap zap” de minha xará, Carla Guimarães, dizendo que ela e Lucas já tinham feito a inscrição e colocando a maior pilha para eu embarcar na temida JIBÓIA. Tentada, garanti a minha vaga como a última integrante, sem nem ter pensado direito no que eu estava fazendo. Quer saber? Às vezes, as decisões menos planejadas se revelam as mais surpreendentes e especiais. Com essa, não foi diferente.
Passados os “arregões” iniciais de Herrera e Kadjon, a turma que iria enfrentar a cobra já estava formada. Ao todo, 10 aventureiros: Eu, Elsão, Carla (“Pimentinha”), Lucas, Sabrina, Rei, Wellington, Guga, Malandra e Cerqueira. Quatro veteranos de “nível 5” e seis calouros. Pela primeira vez na JIBOÍA uma mulher se inscreve e dessa vez em dose TRIPLA.

3° DIA EXPEDIÇÃO TRANSMANTIQUEIRA: de Monte Verde (Minas Gerais) a Sapucaí-Mirim (Minas Gerais)

Terceiro dia de expedição começando... Depois de um dia muito desgastante de pedal no dia anterior, tivemos uma boa noite de sono na Pousada Pucci em Monte Verde/MG.
Monte Verde é conhecida como a “Suíça Brasileira”, repleta de restaurantes, muito frio e chocolate quente! Com um clima tão bom pra dormir, acordamos tarde, também pudera, o café apenas era servido a partir das nove da manhã! E que café!!! Logo, a primeira resenha: Herrera foi secar a luva North Face de centos reais na lareira e acabou queimando a mesma... tentou tapar o rombo com fita isolante e lamentou o resto do pedal inteiro. Ele ainda queimaria outras coisas nos dias a se seguir.
Saímos por volta das 10h30min da pousada e fomos cortando a cidade para pegar uma das melhores trilhas da expedição! Antes que pudéssemos entrar na trilha, conhecemos um campeão brasileiro de mountain bike, ZELITO! Estávamos passando quando ele estava colocando umas bikes pra fora de sua loja “Lito Bikes” aluguel e passeio de bicicletas. Ele se empolgou muito com a gente, perguntou de onde vínhamos, pra onde íamos, se animou e disse que iria nos guiar até certo ponto do caminho. Foi pra dentro da loja, se trocou em trinta segundo, pegou uma bike amarela memorável e nos guiou até certa altura da trilha.
Nosso destino era Campos do Jordão, em São Paulo, e a aventura começou em meio a uma reserva linda com muitas araucárias, muitas descidas e, como de costume durante toda a expedição, muuuuuuuuuuuuuitas subidas! Passamos por uns quatro Haras, todos muito bonitos e aparentemente luxuosos em meio à serra onde ninguém parecia habitar. Num certo ponto do percurso, o GPS indicava que a trilha continuaria para a direita, mas o empregado num Haras indicou que deveríamos ir reto. E foi o que fizemos! Não sabemos o que teria acontecido se tivéssemos seguido o GPS e virado à direita para subir uma (quase) parede à nossa frente, mas foi muito bom ter seguido a trilha à frente, porque pegamos muito single track no meio da mata, e finalmente... ficamos perdidos!!!
Tentamos alcançar o ponto do GPS pegando outro caminho à frente, mas nos deparamos com um vale enorme que despenderia muita energia atravessar com as bikes nos braços e ainda teria o rio pra atravessar. Optamos por seguir pelo single track com a esperança de alcançar novamente a trilha do GPS em algum ponto, e era o que aconteceria. Passamos uma bela floresta de araucárias e depois encontramos o rio, mas um ponto bem tranquilo pra atravessar. Herrera e Renato fizeram algo que deveria ser uma ponte mas que se resumia num pedaço de pau lançado no meio do riacho para que pudéssemos atravessar sem pisar dentro d’água. Depois de muito subir, finalmente pegamos alguns quilômetros de descida alucinante!!!
Chegamos no Paiol, um bairro de Sapucaí Mirim/MG, por volta das três da tarde com muita fome. Foi logo ordenada uma farofa de ovo com a qual alguns dos Muralistas mataram a fome e outros se saciaram com o sanduíche do café da manhã, que foi meu caso!
Já quase quatro e meia da tarde, depois de colarmos o adesivo “Mural passou aqui”, seguimos caminho sob a doce ilusão de que seriam só descidas até Sapucaí Mirim. Subimos bastante, mas tivemos algumas das vistas mais lindas do percurso, com vales que não tinham fim ao longo do horizonte. Finalmente, começamos a descer, e descemos incontáveis quilômetros com algumas paradas no percurso para descansar as mãos e as pernas devido à tensão da descida que parecia invencível. De repente, começamos a avistar meio urbano, passamos por algumas pessoas e estávamos entrando em Sapucaí Mirim, uma cidadezinha de Minas Gerais já na divisa com São Paulo que fazia muito frio e tem pessoas acolhedoras.
Apesar da expectativa inicial de chegar logo a Campos do Jordão, quando chegamos em Sapucaí Mirim eram quase seis da tarde e ainda faltavam uns vinte e seis quilômetros até lá, com muita subida, aliás, praticamente uma subida única que conheceríamos no dia seguinte. Em razão disso, preferimos ficar em Sapucaí Mirim/MG para nos poupar, descansar e recuperar as energias. Foram sessenta quilômetros e uns mil e quinhentos metros de elevação, muito sofridoooooo!!! Ficamos numa pousada simples, mas que nos proporcionou boa noite de descanso e nos deu forças para seguir adiante no dia seguinte!!! Luiz.
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