2º Dia - Expedição Chapada das Mesas: Cachoeira de São Romão / Complexo Cachoeiras do Cocal (Poço Azul) (Texto: Wagner Plech)

Olá Muralistas, fui escolhido pra fazer a resenha do 2º dia após perder na disputa de palitinho na noite do acampamento do primeiro dia.
Bem, antes de falar do segundo dia, quero dar um recado aos Muralistas que nunca fizeram uma expedição do Mural. Vocês estão deixando de experimentar momentos marcantes em suas vidas. Fazer uma expedição de bike com o Mural é muito mais que pedalar. Passamos sempre por lugares incríveis, que nos deixam extasiados por tanta beleza. O contato com a natureza e o convívio com os demais Muralistas por dias consecutivos é uma experiência única. Apesar de um roteiro pré-definido, existe várias incertezas e contratempos que dão mais emoção a expedição. Mas não pensem que é uma ciclo aventura, uma expedição é dureza. E cada uma tem as suas dificuldades. Nessa por exemplo, tivemos muito sol e areia fofa, além dos acampamentos, onde carregamos muito peso e dormimos em barracas várias noites, tivemos dias que conseguimos apenas água de rio pra uso. Se pudesse iria a todas, com essa me tornei um JAGUN, já que essa é a minha terceira expedição, e no Mural quem faz mais de duas expedições torna - se um JAGUN (Guerreiro).
Bem, voltando a resenha. Ao final do primeiro dia após visitarmos as cachoeiras da Prata e São Romão, montamos o acampamento e fizemos um belo churrasco apreciando a noite da Chapada das Mesas e esvaziando um dos pesos dos nossos alforges, dois litros de Whisky, Kkkk.  Ao final do churrasco nos divertimos na disputa de palitinho, e essa resenha foi após perder uma das rodadas. Estava ganhando todas, quando a disputa foi valendo, sobrei. Kkkk
Acordamos no acampamento antes do nascer do sol, então começamos todos a desmontar nossas barracas e arrumação das bikes. Tínhamos pela frente 136km de estrada de chão, recheadas de areia. Pense embaixo do solzão de 40oC.
Acampamento desfeito e bikes arrumadas, partimos para o café da manhã, dessa vez, não precisamos preparar já que tínhamos apoio no local do acampamento. Café da manhã reforçado partiu rumo ao complexo do Cocal. Uma região com várias cachoeiras próximas, e em especial, Encanto Azul e o Poço Azul.
Na saída um imprevisto, o bagageiro de Kadjon folgado, reparo feito, e o atraso de uma hora na saída pagou seu preço. O sol da manhã já estava forte e pegamos logo de cara os bancos de areia fofa. Esse dia foi marcado pelo desafio de pedalar em areia fofa no sol escaldante e carregando muito peso nos alforjes. Foram estradas de areias com muitas bifurcações, que sempre tínhamos que nos agrupar para ninguém se perder da rota, afinal fomos em 11 expedicionários, um número alto por se tratar de uma expedição. Elsão sempre checando a rota no GPS e Popó sempre reclamando da falta de água gelada. Mas infelizmente, por onde passamos não encontramos nenhuma nascente ou rio pra nos refrescarmos. Tivemos que economizar nossa água. De vez em quando uma parada para refeição, a paçoca de carne seca. Sim, a mesma que comemos no Jalapão. Mas essa tinha mais farinha do que carne.
Pedal na estrada e uma parada num assentamento chamado Sol Nascente. Fizemos uma parada para hidratação e reparo do freio traseiro de Guga. O morador local muito solicito se prontificou a conseguir óleo para o freio. Enquanto Odi, Jean e Guga resolviam o freio aproveitamos para um breve descanso. Partiu!!! Rumo a estrada novamente partimos em direção a localidade de Feira Nova, na chegada fomos muito bem recebidos pela comunidade local. Todos curiosos, o que é isso, quem são, vieram de onde... A criançada nos olhavam com brilho nos olhos, como quem dizem: quando crescer quero ser assim. Rsrs.

Trilha da Maniçoba e Aniversário de Leonov - Abacaxi com Melancia

Chovia e fazia frio em Feira de Santana quando iniciamos a Trilha de Maniçoba em comemoração ao aniversário do Muralista Leonov. No início, devido a possibilidade de lama, pensávamos que seria praticamente impossível percorrer todo o percurso planejado, entretanto, a brocação estava alta e rapidamente alcançamos os primeiros 25km. Para nossa alegria foram vários corredores de pedra e trechos bastante técnicos. Aproveitamos para estrear a nova “action cam” do Mural, não deixem de ver o vídeo dessa aventura, ficou show!!!
No meio da trilha tivemos uma grata surpresa preparada pelo anfitrião Leonov, um banquete de abacaxi gelado com melancia. Muito top mesmo!!!!
Depois de enchermos a barriga, começaram as ladeiras maiores, a primeira foi a Ladeira do Abacaxi e mais umas duas até chegarmos a famosa matinha de São Roque, local de pura diversão, onde a galera de downhill pratica descidas iradas cheias de rampas.

Completamos exatamente 70Km e fomos famintos para casa de Leo comemorar seu aniversário acompanhado de algumas cervas e uma maniçoba deliciosa. Aproveitamos para parabenizar a Leonov pelo seu aniversário e agradecer por proporcionar um dia também especial para os que fizeram presentes. Vamos ter que voltar a repetir essa aventura, pois foi boa demais!!! Bora Mural!!!   
VEJA O VÍDEO DESSA AVENTURA ABAIXO!!!
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Mural no IV Cicloturismo em Valença - A Lama foi o tempero especial

O Mural de Aventuras participou do IV Cicloturismo de Valença, a Trilha do Dendê. Foi uma trilha desafiante devido a lama o que tornou ainda mais especial. Agradecemos a Valença pela organização da Trilha do Dendê. Adoramos participar e iremos voltar sempre, fomos muito bem recebidos!!! Foi top!!! Parabéns!!!!
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Trilha NewArem - O Terrenasso de Jampa (Texto: Mateus Lacerda)

Fui convidado por Jampa pra fazer uma trilha no sábado de manhã. Já imaginava que seria bem legal, mas não tinha noção que minhas expectativas seriam superadas da forma que foi. 
Para mim, iniciante em trilhas, ela foi suficientemente pra tirar meu fôlego, bem completa e com todas as dificuldades que pode encontrar em trilhas mais "pesadas", um ótimo treino pra quem quer continuar nesse novo estilo de viver a vida.  
Na metade da aventura tivemos uma bela surpresa, uma lagoa com um visual lindo e água muito refrescante, lá tomamos banho e o grupo teve a oportunidade de se conhecer melhor. 
Depois do banho, pedalamos mais... single track, estrada e ladeiras (na última ladeira todos empurraram as bikes, nem motorizado subia) teve também lama, tiririca, carregamos as bikes pra passar pelo rio mas perto do final tivemos mais uma recompensas... uma hidrataçãozinha de leve com uma cervejinha gelada e uma mortadela em cubinhos com limão. Por fim não poderia deixar de relatar a queda fenomenal de Jampa descendo a ponte de madeira, de cara na lama! Terrenasso em Arembepe! 
Espero repetir de novo, foi uma experiência muito boa! 
Até, Mateus Lacerda.

NOVIDADE: O TESTE DO DRONE DO MURAL

Vejam o vídeo da apresentação e imagens de teste do drone do Mural de Aventuras. Nossa nova aquisição para melhorar ainda mais as imagens de nossas aventuras. Em breve teremos mais novidades no Mural, aguardem!!! Bora Mural!
Saiba como participar do nosso *Clube de Ciclismo e Aventuras*. Acesse: http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/p/club.html

*MURAL KIDS – 15KM NA CONTA DESSA GALERINHA*

Pode colocar 15km na conta dessa galerinha ai!!! Dessa vez a volta em Pituaçu foi completa e com lama para ficar ainda mais divertido. Eles já estão cobrando uma trilha em Sapiranga, quem sabe... Rsrsrs. Mês que vem tem mais Mural Kids. Parabéns galerinha!!! Bora Mural!!!
O Mural Kids tem como objetivo estimular às crianças e adolescentes a praticarem uma atividade recreativa ao ar livre na companhia da sua família e em contato com outras pessoas.
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1º Dia - Expedição Chapada das Mesas: Carolina / Cachoeira do Prata / Cachoeira de São Romão (Texto: Alexandre Faria)

Lá vou eu numa nova expedição com o MURAL DE AVENTURAS, agora na Chapada das Mesas no Maranhão. Não posso negar que toda vez que faço uma expedição minha ansiedade fica a mil por hora. Sendo essa minha segunda, após fazer a expedição do Jalapão, pensei que seria mais fácil, mero engano. Nenhuma expedição é igual a outra.
Ao fazer a inscrição, já fiquei imaginando se sofreria como no Jalapão. Mil lembranças vieram à minha mente: o que levar, o peso da bike, os participantes, o treinamento e tantas outras coisas que fazem da expedição uma aventura inesquecível.
Seriamos por volta de 13 expedicionários, mas com a desistência de 2(Rei e Herrera), sobraram 11 muralistas: eu (Alexandre), Elson, Guga, Kadjon, Plech, Mario, Jean, Popó, Serjão, Odi e Bezerraide. Vale ressaltar que temos vários Jaguns na expedição com grande experiência e história no Mural de Aventuras.
A jornada da expedição começa bem antes da própria expedição. Iniciamos um grupo no Whatsapp, tivemos o 1º encontro e a resenha já começa desde então.
Começamos nossa jornada na sexta-feira dia 30 de junho no aeroporto de Salvador. O Grupo se dividiu em 2 sendo que 4 foram de carro (Odi, Plech,Mário e Serjão) e os demais de avião. Saímos de Salvador e depois de algumas escalas, chegamos a Imperatriz. Pegamos a Van até Carolina considerada a porta de entrada para a Chapada das Mesas. A cidade de Carolina, no Sul do Maranhão e próxima à divisa com o Tocantins, é o ponto de partida para nossa aventura em meio a cenários surpreendentes. Ao chegarmos em Carolina, já encontramos os outros expedicionários na praça para brindarmos o início da nossa aventura. Feito o brinde, fomos para a pousada e vocês pensam que fomos descansar kkkk, nada disso, expedição é brocação do começo ao fim. Fomos montar as bikes, ajustar alforges e ver se existia alguma bike danificada.  Não encontramos nada danificada, mas o novato Jean, que pegou o malabike emprestado de Rei, não tirou a blocagem que sofreu um furo e gerou muita resenha.
Acordamos por volta das 5horas da manhã.  Tomamos o café da manhã, encontramos nosso guia Nivaldo, arrumamos as bikes na caminhonete e sentamos na Bandeirante - jardineira que nos levaria as lindas cachoeiras. Ouvimos o famoso PARTIU !!!!, porém pela 1ª vez não estávamos montados nas bikes, mas a EMOÇÃO sempre está presente quando ouvimos esse grito clássico do MURAL DE AVENTURAS.
No 1º dia da expedição visitaríamos a Cachoeira do Prata e a Cachoeira de São Romão que estão localizadas dentro da reserva e por terem difícil acesso, fazem parte de um circuito que é realizado em apenas um dia, sendo que não teríamos como pedalar devido a estrada ser de areia intransponível. Encontram-se, respectivamente, a 61 e 81 Km do município de Carolina no rio Farinha que faz divisa entre o município de Carolina e Estreito.
O dia estava lindo, um sol escaldante, o céu de um azul indescritível e no caminho já nos deparamos com as belas serras do parque nacional, passamos por alguns povoados e uma grande quantidade de buritis, árvore que indica a presença de água em um determinado local, típica do cerrado. Avistamos as araras e siriemas (aves nativas da região), que nos acompanharam por um período. Em seguida, o Dedo de Deus e todos ficamos encantados com a beleza do cerrado maranhense. Entendemos então, porque se chama CHAPADA DAS MESAS, devido ao relevo plano-ondulado com inúmeras chapadas tabulares de arenito.
No caminho ficamos ansiosos e preocupados porque não encontrávamos a caminhonete que estava com todas as bikes, mas que acabou nos encontrando no nosso 1º destino a Cachoeira do Prata para alivio de todos.
Depois de muita areia, chacoalhando de um lado para o outro, chegamos a entrada da famosa Cachoeira do Prata, a queda d’água fica dentro de uma área privada que cobra uma taxa de preservação do espaço. Ao chegarmos, vimos um terreno com áreas de lazer, redário e uma lanchonete simples e avistamos o início da Cachoeira do Prata com uma área de agua serena de beleza espetacular e início das quedas d´aguas.  A vocês amigos, que pensam que estamos fazendo turismo, estão enganados. Expedição nível 5 pode até não ter pedal, mas tem desgaste físico sempre.  
Iniciamos a trilha por meio do cerrado no sol escaldante, passamos por uma ponte pênsil de beleza impar quando Popó começou a pular balançando a ponte para assustar Kadjon que estava meio baqueado do brinde da noite anterior. Caminhamos mais um pouco, atravessamos uma gruta de pedra e finalmente chegamos a Cachoeira do Prata.

Novo Muralista: Frank Britto Cerqueira (Tucho)

Bem-vindo ao novo Muralista:  Frank Britto Cerqueira (Tucho).
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!
Participe do nosso *Clube de Ciclismo e Aventuras*. Acesse: http://muraldeaventuras.blogspot.com.br/p/club.html

2º Dia - Trekking na Chapada Diamantina - Vale do Pati (Texto: Jovanda Azevedo)

Fotossíntese ou cogumelos psicotrópicos?
Segundo dia de aventura entre subidas e descidas árdua do Guiné ao Pati entre becos, arrodeios e quebra bundas, sobrevivemos. Com ressalvas, POIS eu ressurgir apenas no final da tarde rs!
Fomos bem acomodados no sábado e precisava de um banho quente, banho quente? Mas com que energia elétrica? A anfitriã avisou logo: é bom tomar banho cedo enquanto não escurece e o corpo ainda esta quente ela sorriu de canto de boca e previu que naquele dia iria frio. Os nativos tem o poder de adivinhação só pode, acertou, pois a sensação térmica no sábado creio que chegou aos 12° e estávamos quase congelando.
Aguardamos a janta, um verdadeiro banquete, comi tanto que não tive fome para o café do dia seguinte muito menos para o lanche /almoço.
Acordamos no domingo as 9 da manha pois estávamos correndo do frio e todos sentiam fortes dores musculares pelo trekking do dia anterior.Era nítido o meu cansaço físico e dos demais, exceto Elsão "a lenda". Mudamos o roteiro "Igrejinha" para Cachoeira dos Funís por serem apenas 4 km, mas 4 km no Vale do Pati... f** são subidas e descidas íngremes e exige técnica bem como cardio, e naquele dia me faltaram os dois.rs . Estava tão exausta que em um primeiro momento pensara em desistir da subida dos funis, mas Muralista não desiste e assim mesmo venci o cansaço físico e vesti o manto, já ouvia de lá: PARTIU... Galera o partiu de Elsão é algo assustador e se tem algo no Mural que tememos quando estamos exautos é esse #PARTIU... e partimos para a Cachoeira dos Funis .
Na primeira subida eu já estava ofegante, acho que o bastão quem me levou por diversos trechos. Passamos por lugares um tanto difícil que exigia bastante esforço eu "morrendo" só queria deitar, a cada momento que um cansava pra mim era alegria de sentar.
Depois de quase 1 hora chegamos nos Funis, e fomos contemplados por uma beleza ímpar da queda d'agua, a galera empolgada com a beleza do lugar e eu procurando um canto para capotar apenas. Achei uma pedra e nela joguei a mochila fiz um travesseiro e confesso que dormir de verdade. Acordei ao som do bom e velho rock "Give it away" do Red Hot embalou o inicio da tarde e fui animando aos poucos ,fui socializar com a galera. Já acesa subimos eu, Leo e Elsão numa parte dos funis e contemplamos a beleza de cima da cachoeira, modéstia parte que espetáculo da natureza, todos o esforços valeram a pena. Fizemos varias fotos e vídeos bacanas, o dia realmente estava lindo e fomos agraciados pelo sol batendo diretamente na cachoeira que segundo os moradores é algo muito raro.

Trilha Lagoa Azul - Arembepe (Texto: Lívia Cordeiro)

Depois de muito paquerar o “Mural de Aventuras” pelo site, lendo sobre os relatos e vendo as fotos das aventuras mundo afora, resolvi criar coragem e entrar para esse grupo que tem tudo a ver comigo. Tinha participado apenas de dois CTMs, ou seja, estava totalmente verde e sem condicionamento. Mas resolvi encarar a minha primeira trilha para Lagoa Azul em Arembepe. E a história foi a seguinte...
Estava super ansiosa na véspera, arrumei a bike no carro, separei lanches (nem sabia direito o que levar...) e fui dormir. Durante a noite, choveu a cântaros, mas como o coordenador do grupo Elsão já tinha avisado que só cancela trilha se chover granizo, então tinha certeza que a trilha ia acontecer. Não seria essa a desculpa para não encarar o desafio.
Às 7h, pontualmente, cheguei ao local de encontro (posto Kona) e lá estava o Coordenador Geral Elsão e mais ninguém. Em poucos minutos chegou mais outro integrante, Serjão. A galera parece que ficou de “mimimi” e com “medinho” da chuva. Mal chegamos e começou a chover, estrategicamente ficamos conversando e esperando a chuva passar um pouco, o que foi ótimo, pois peguei dicas de alimentação.
Mas, como a gente tinha ido para fazer trilha e não para conversar, logo iniciamos o trajeto. Inicialmente pegamos alguns quilômetros de asfalto evitando a estada de barro que estava com muita lama. Estava fácil demais, até pegarmos a estradinha de barro que estava bastante molhada. Qualquer subidinha já evidenciava minha falta de preparo, os pneus da bike pareciam colar no chão e eu facilmente ficava ofegante. Mas, sentir o cheiro da terra molhada, olhar para a paisagem com aquela vegetação verde me dava todo o gás e motivação para ir em frente. Não posso deixar de lembrar dos incentivos constates de Elsão e Serjão de que eu estava indo muito bem. O tempo nublado me ajudou, evitando o desgaste que é pedalar no sol. E assim fui seguindo a trilha, passando por lamaçais, charcos, areal, tudo era novo para mim, pois não tinha experiência em pedalar em terrenos tão diversos. Muitas vezes derrapava, mas não cheguei a comprar terreno nenhum em Arembepe, graças a Deus! Ficava admirando Elsão e Serjão que faziam parecer tudo muito fácil. E para eles acho que foi mesmo...
Depois de quase duas horas de pedalada, finalmente chegamos à Lagoa Azul, digo, Lagoa “Azivis”, segundo Serjão (perguntem diretamente a ele o porquê). O lugar é lindo e eu, particularmente, adoro o tempo chuvoso. São Pedro nos contemplou com um banhozinho de chuva enquanto estávamos na lagoa. Com aquele tempo, claro que não ia ter mais ninguém lá e a lagoa era só nossa. Para completar o clima, Elsão tirou da sua mochila um caixa de som. Eu realmente não esperava brindar aquele momento com uma música legal. Surpresa grata! Mas quem não conseguiu relaxar mesmo foi Serjão que ficou na água com medo de encontrar uma cobra... kkkkkk
Passado o momento de descontração, fotos e tudo mais, chegou a hora de voltar. O banho me refez um pouco, mas eu ainda me sentia cansada para encarar toda aquela lama, por outro lado era uma ótima oportunidade de aprimorar minha técnica em pedalar em terrenos assim. Depois de algumas pedaladas, ladeiras, chegamos no trecho de asfalto e mais uma vez, a parada estratégica, providencial. Precisávamos hidratar o corpo com uma cerveja bem geladinha! Gostei ainda mais desse grupo! Cerveja Gelada, conversa gostosa... mas é hora de voltar.

CTM ALPHAVILLE - O CTM das Antigas

O CTM das antigas voltou!!! Em nosso pedal de quinta voltamos a fazer o percurso do Canteiro Central da Paralela! Foi uma sensação muito boa reviver, mesmo que de forma um pouco diferente os trajetos antigos que fazíamos. Semana que vem tem mais!!!

Venha participar do nosso pedal semanal CTM Alphaville!


Terça-feira: Pedal leve e voltado para quem quer começar a praticar o Mountain Bike e se divertir, com dicas e orientações sobre o mundo do ciclismo.

Quinta-feira: Pedal nível médio, para quem já pratica o Mountain Bike e quer manter o preparo para as aventuras do Mural.

O CTM é aberto a todos, tem sempre saída às 20h do Alphaville Paralela (chegar 15min antes) e duração aproximada de 1h e 30min. Distância percorrida entre 15 e 25km. 

Ponto de encontro e horário: Alphaville Paralela (pegar 1ª entrada) na rua Pituba em frente ao Alpha Club. Início do pedal às 20h (chegar 15min antes).

Retorno Muralista: Carla Dias

É com satisfação que informamos o retorno da muralista Carla DiasBem-vinda! Bora Mural!


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Novo Muralista: Danilo Flores Rebouças

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Novo Muralista: Lucas Torres

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ITASAP - Uma trilha entre Itacimirim, Sapiranga e Praia do Forte (Texto: Carolina Lavisse Teixeira)

O ingresso ao Mural de Aventuras aconteceu em Itasap neste sábado com direito a uma trilha regada de muita natureza e adrenalina. Para mim um grande desafio, que nasceu de um encontro inesperado com a família Mural no Vale do Pati.
Cheguei meio sem saber o que encontrar nem onde era o lugar. Mas no ciclismo é isso mesmo, pessoas massas, uma recepção digna, repleta de amizade. Foi um presente constante, amigos novos, lugar novo, ritmo forte, contato com a natureza, atravessar o rio, subidas pesadas, singles tracks fantásticos. Conhecer pessoas, famílias, histórias, experiências, ouvir conselhos e ensinamentos.Voltei pra casa e na estrada fiquei com a sensação que Deus tinha ouvido meus pedidos, que estou no caminho certo, no esporte certo, porque é em cima de uma bike e passando por experiências como esta que vivo os melhores momentos de minha vida!!!!!! Carolina Teixeira.
VEJA O VÍDEO ABAIXO

2º Dia - Centro de Treinamento de Cachoeira e Hostel Casa de Avany (Texto: Ednaldo Saba - Nanal)

Olá pessoal!!! Fui designado pra fazer a resenha do segundo dia da inauguração do CTC - Centro de Treinamento de Cachoeira do nosso amigo Reinaldo - Rei, por sinal muito legal, bem aconchegante e bem receptivo o Hostel Casa de Avany. Então vamos lá, acordamos cedo e o tempo já estava bem fechado sinalizando que teríamos muita chuva pela frente, nos arrumamos e tomamos aquele café da manhã no hostel, logo cedo começou o mimimi de Piau, dizendo que não iria pedalar pois o câmbio dianteiro não estava descendo pra coroinha, Elsão procurou logo alguém pra dá um jeito e Piau não teve mais desculpas e acabou tendo que ir.
Logo na saída chovia muito e acabamos saindo um pouco mais tarde. Passado a chuva, partimos e logo de início pegamos uma subida muito longa, cerca de 4k subindo, subimos, subimos e num determinado ponto da subida paramos para tirar algumas fotos, em um lugar que parecia um mirante onde nos deliciamos com uma vista maravilhosa da cidade de Cachoeira vista de cima, depois das fotos seguimos subindo, subindo, subindo... Parecia que iriamos chegar no céu, mas como diz o ditado, “tudo que sobe desce” e ai que começou a ficar divertido, começamos a pegar as decidas, cada uma mais técnica que a outra e com lama então ficava mas difícil, Porem com o Mural não tem mimimi, é brutalidade mesmo, e a única mulher que estava no grupo, Fabi estava de mais, brocou todas as descidas, parabéns Fabi!!! Também tinha Leo, um dos guias que estava com uma 26er brocando todas as subidas e descidas, comprou um terreno em umas das descidas rsrsr, mais Isso faz parte do MTB, depois de várias descidas bem técnicas com muita lama e o horário já estava estourado, resolvemos encurtar o trajeto e voltamos para o Hostel, fomos almoçar e arrumar as coisas para partir, mas apesar da trilha ter sido curta com 14,8KM a altimetria foi de 503, e com o Mural é assim, brocação pura!!! 

1º Dia - Trekking na Chapada Diamantina - Vale do Pati (Texto: Alexandre Bonão)

Dia 17 de junho, sábado , já ansioso chego no local marcado 1h antes e na minha cabeça já rolavam várias situações e aventuras, rever meus sobrinhos que já não via a muito tempo e conhecer a Muralista que também iria participar da aventura. Às 10h Elson aparece  no posto e Partiu!! Fomos em direção a Feira debaixo de uma chuva “malassombrada”, pegamos a a guerrilheira, não! A Jovanda lá em Feira e seguimos caminho.
Seguimos em direção a Ipirá com muita chuva que só parou próximo a Itaberaba quando a viagem ficou mais segura . Com pista lisa e sem riscos, adiantamos o lado direto para Mucugê e comemos uma pizza maravilhosa para depois irmos em estrada de barro para o povoado de Guiné , local de descanso e partida para a aventura .
Dia 18/06/2017 Iniciava a nossa aventura propriamente dita rumo ao Vali do Pati.
8h todos de pé , tomamos nosso café , pegamos uma carona de 4km até o pé da serra, tiramos algumas fotos e Elsão grita a famosa ordem: -“Partiuuuuu”!! Bom eu poderia descrever todo esse caminho apenas assim. Subiu, subiu, subiu, subiu , topo, desceu,desceu, desceu, subiu, subiu, Mirante, mas vou tentar ser mais específico .kkkkkk
Começamos uma subida cheia de pedras pela Serra do Sincorá, meus pulmões já queimavam enquanto Leo e Bia pareciam estarem andando em uma reta plana. Por 1:30h subimos até o Tabuleiro, paramos para reagrupar e seguimos viagem , quando um humorista passa por nós e diz que ali agora era só o mel, o Fel havia ficado para traz, a sujeitinho sem coração, andamos pelo lajedo acreditando na ladainha do dito e logo chegamos no desejado Rio Preto, ali paramos para “almoçar” resenhar , dei logo um tibungão naquela água temperada ,morna, encontramos alguns grupos que já retornavam do Pati eles identificaram o Mural, conversamos um pouco e seguimos rumo ao Mirante do Vale do Pati. No caminho um muro de pedras lindo que demarca propriedades, seguimos mais 1km e chegamos no Mirante. Depois de muitas fotos, suco e contemplação surge a dúvida. “Arrudeio”  ou “Rampa” eis a questão... Descemos eu e Elson para fazer um reconhecimento da rampa, constatamos que seria, no mínimo enriquecedor para a expedição. Partiu rampa sem mais delongas mesmo sob rigorosos protestos da Ró, seguimos literalmente morro a baixo... depois de muita técnica de escalada utilizadas pela Ró chegamos ao pé da serra onde existe uma sombra maravilhosa com uma pinguela e assim paramos para um descanso rápido.
Pronto , começou, subimos uma rampa que a testa quase tocava o chão, pqp eu já n respirava, apenas sobrevivia, na tentativa de n desmaiar no meio daquela armadilha dos infernos, aquilo não era uma rampa , era uma parede, o fdp que fez aquela trilha devia ser raciado com o homem aranha, “mizerarvi”. KKKK.
Finalmente tendo conquistado o alto daquele morro “dosinfernos” pude desmaiar em paz e passar mal com todo estilo. Pronto amigos, agora era só descida, tudo lindo, desceriamos  5 minutos e estaríamos lá. Vei, por favor, quero que entendam que o horário daqueles guias, funciona diferente, 5 minutos deles pode significar 3h no meu mundo, lote de excomungados, começamos a descer próximo às 13:30h, subimos ainda algumas ladeiras modestas e descemos tanto que a certa altura eu tinha certeza que já estávamos no Japão e Seu Wilson era um Sr. Japonês que nos aguardava em uma aldeia próximo a Fucugima , tenho certeza ainda hj, Pati deve significar desce e sobe “pacarai“ em Japonês ou algo tipo quebra joelhos porquê os meus dois já estavam batendo biela de tanta pancada nas descidas , com certeza terei de recauchu-los.

Novo Muralista: Vando Noronha Pimenta

Bem-vindo ao novo Muralista:  Vando Noronha Pimenta.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!