Antes do relato, falar um pouco da minha volta ao Mural onde
estive afastado por 03 anos por motivos profissionais, e quando soube que ia
rolar uma Chapada pensei não perco por nada e lá fui.
Depois de um 1º dia intenso, um 2o dia duro com
bike, e um 3o dia mesmo sem bike não menos intenso, mas cheio de
aventuras sempre mapeadas pelo Elson, o 4º dia seria de 100Km.
Mesmo com a distancia e as muitas ladeiras o desgaste seria um
pouco menor, uma vez que iríamos rodar na BR 230, BR 230? Ué que BR é essa? Sim
galera nada menos que a Transamazônica,
sensação sinistra de rodar nessa famosa rodovia de bike.
Partiu! Lá fomos nós, para, para, que foi Kadjon atrasando o
pedal kkkk (de novo)! Figuraça essa desgrama, partiu e lá vai, pedala, pedala,
uma galera no front, eu no meio e uma galera bem atrás, muito atrás. Depois de
muita subida encontro o pessoal do pelotão da frente parados numa semi sombra,
cheguei a galera resenhando, depois de uns minutos chega Serjão, a galera no pé
dele sacaneando. Quem falta, olhamos faltava Odi, Jean e quem, quem, ele Kadjon
kkkkk, porém para nossa surpresa o mesmo aparece sozinho a galera começou a
resenhar porra Kadjon, cadê Odi e Jean, o sacana sei lá broquei os dois foi só
risada, ele eu acho que eles ficaram para trás, disso tínhamos certeza, e ai o
quê fazer, todos preocupados com Odi porém sem stress pois Jean (Tacalepau)
esta com ele. Marcelo (na verdade Alexandre que eu véinho insistia em chama-lo
de Marcelão sei lá por quê , sabe como é véio kkkk) teve a ideia de para um
veículo e perguntar se tinha visto 02 ciclistas, o qual informou que os visto
junto a uma galera que estava carpindo o acostamento isso aproximadamente uns
05 km atrás. Bom fazer o que espera os depois de quase 45’ chega Odi e Jean,
informando que o pneu da bike de Odi tinha furado . Partiu para completar o
percurso que faltava aproximadamente uns 40 Km para o destino.
Logo adiante, paramos para almoçar num
restaurante onde a dona muita simpática completou o buffet uma vez que já eram
quase 14h Descansamos por uns 40 minutos e partimos e aproximadamente pelas 16h
chegamos ao nosso destino Cachoeiras de Itapicurivis kkkk (Itapecuru ).
Chegamos no local e fomos informado que o camping seria mais uns 200mts a
frente de onde entramos a galera tensa,
voltamos os 1.5 km até a estrada e entramos no lugar indicado que se situava de
novo 1.5 da estrada porém em frente de onde tínhamos chegado primeiramente. Na
chegada, Elson foi conversar com o proprietário para acertar nosso acampamento
para pernoitarmos em seguida descemos para a beira da Cachoeira chamadas de
Cachoeiras Gêmeas, lugar lindo! Pedimos um tira-gosto carne de sol (pelo estado
estava sem protetor solar) e frango a passarinho e umas brejas que ninguém é de
ferro. Montamos acampamento e preparamos o jantar a base de calabresa, salame,
miojo, cerveja, whisky e o som das cachoeiras ao fundo. Foi formado também o
dueto de gaitas harmônicas pilotadas por Serjão e Kadjon dupla top no sopro,
perguntei se eles não tocavam flauta quase me batem kkkkkkk. Todos devidamente
banhados no rio fomos descansar para o próximo dia. Cada expedição é única, os dias
são diferentes, cada um melhor do que o outro. Enquanto tivermos expedições no
Brasil estarei colocado. Elson como sempre mostrando total domínio e
capacitação na elaboração dos roteiros. Abraço, Ricardo Popó.
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2 comentários:
Massa Popó, sua resenha nos fez relembrar o pedal na transamazonica e os acampamentos. Muito bom pedalar na sua companhia. Aliás, que galera massa nessa expedição.
Até a próxima, Bora Mural!!!
Muito loca essa expedição como todas. Galera top. Se rolar a ultima Chapada estou colado. Que venha Cariri.
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