Aniversário da Muralista Mirim Ana Clara

Olá pessoal.
Hoje é o aniversário de 8 anos da muralista mirim Ana Clara.
Parabéns, muitas felicidades, saúde, alegria e que cresça com garra para acompanhar o seu pai, o muralista Willyam, nas aventuras do Mural!
BORA MURAL!!!


4° dia Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu: Alto Cedros, Palmeiras, Timbó

A dormida para mim (Rei) nessa noite foi revigorante, pois me tranquei num quarto no pavimento superior da hospedaria. O povo ficou se acabando lá embaixo, comendo água e dando risada (eu Phillipe me inclui nesta “bagunça”, lembrando de nosso amigo Plech que por motivos maiores não pode estar conosco na expedição), porém ficando ainda mais cansados. O café da manhã da hospedaria do Sr. Raulino Duwe não foi um 5 estrelas mas deu para preparar o corpo para a batalha. Estava uma chuva fina por volta das 8 horas quando ficamos prontos para partir. A saída dependia da travessia do barco que seria feita em 3 etapas. Eu (Rei) me dei mal por ter voltado para a pousada para ir ao banheiro e acabei indo na última viagem com o barco completamente sujo de lama. Mas não tinha problema, pois não iam faltam poças de lama para nos sujar ainda mais.
A caminho de Palmeiras nos deparamos com a primeira subida, ao chegar no ápice da ladeira nos deparamos com uma entrada de uma fazenda, a qual me fez refletir (Phillipe) como seria a vida naquele local, em meio a reflexão olho para o lado e me deparo com a seguinte placa dizendo “Sitio biela torta. Quer vir vem, mas é pau” o que me fez arrancar risos e esquecer a reflexão.

Após a subida, o percurso continuou duro, ficou um sobe e desce, mas subindo do que descendo, rsrsrs. Em uma dessas ladeiras ocorreu um fato preocupante, o bagageiro flutuante de Marcelo partiu!!! Foi um momento de apreensão e a única solução encontrada foi dividir sua bagagem entre os companheiros. Elsão foi quem ficou com a maior parte, chegou a ficar triste e até mais lento no pedal, rsrsrs, mas logo depois se acostumou com o peso extra e voltou a brocar. KKKKK. De qualquer forma, declarou que será proibido o uso desses bagageiros mas próximas aventuras do Mural. Fica a dica, nunca utilizem bagageiro flutuante em aventuras de bicicleta.  
Logo mais à frente paramos em um ponto de ônibus ao lado de um córrego, minha água já estava nas últimas, a sensação de fome era nítida no olhar de todos.
Após a parada eu (Phillipe) e Elson esticamos um pouco, momento este onde nos deparamos com uma linda cachoeira na beira da estrada, nos convidando para refrescar a cuca e os “motores”.
Deixando a cachoeira para trás, continuamos a pedalar...
Em Palmeiras, por volta das 13:30 paramos para almoçar. Almoço coma a vontade, sonho de qualquer expedicionário. Comemos até explodir, mas não deu tempo de “jiboiar”, foi o único momento em minha vida (Phillipe) que mesmo de barriga cheia sentia fome e diga-se de passagem que em uma expedição você se depara com situações inimagináveis. Enquanto almoçávamos caiu um uma chuva torrencial. Logo depois chegou um grupo de jipeiros fazendo o percurso do vale europeu com carros 4x4. Ai fica fácil... era visível nos olhares com a expressão: “esses caras de bike são loucos.” Reiniciamos o pedal com uma mega ladeira logo de cara para fazer a digestão do almoço. A disputa entre Cerca, Giu e Guga continuava... ninguém queria ser o papuco do dia. O sol voltou a brilhar e o calor começou a esquentar os miolos da galera. Para nossa sorte encontrávamos algumas bicas e riachos no caminho.

Havíamos subido muito, muito mesmo. O lado bom disso é que depois sempre tem uma descida... e neste caso a descida foi alucinante!!! Era necessário parar às vezes para descansar os braços e agrupar os mais responsáveis que desciam com segurança. Coloquei (Rei) a câmera para filmar Cerqueira, e não deu outra, o rapaz se empolgou e quase se mistura com a vegetação local. As valas deixavam o trajeto ainda mais desafiador. Alguns carros subiam em alta velocidade, o que nos deixava preocupados com os que vinham atrás. No final chegamos ao nível do rio com uma ponte secular, e claro, fizemos fotos com todos sorrindo muito por conta da satisfação pós brocação.
A paisagem tinha mudado, passamos a pedalar ao lado do caudaloso rio, mas o clima de aparente tranquilidade logo iria mudar... Sabíamos que havia uma boa subida a ser vencida antes de chegarmos a Timbó. No mapa do Vale Europeu o trecho estava pintado de vermelho o já mostrava sua dificuldade. Eis que começamos a subir a “parede”, a cada curva a inclinação piorava. Inevitável foram as paradas “parcelas” para retomar o fôlego, mas ninguém queria empurrar a bike. Em uma nessas paradas, lá em cima estava Elsão já com máquina fotográfica na mão fazendo as fotos, cheguei (Philipe) com as forças quase esgotadas... Mas a subida ainda não havia terminado, vários já estavam empurrando suas bikes. Para piorar, a estrada estava muito estragada, com muitas valas, tornando o desafio também técnico. Fiquei sabendo depois que apenas Elsão e Guga haviam subido toda “parede” pedalando.

Trilha em Praia do Forte - O Mega Power

Após fazer o percurso Mega Power da Corrida do CT Gantuá com a minha parceira Carla Guimarães, fiquei tentado em voltar pelos lugares e trilhas por onde passamos. O principal motivo foi devido a beleza de grande parte do trajeto, que até o dia da corrida ainda não conhecia.
Precisava de uma oportunidade para voltar lá e viver a emoção do mountain bike de uma outra forma, menos apressada como não é o caso da corrida, rsrs. Tinha certeza que em uma trilha com a com a galera do Mural, poderia apreciar mais os detalhes da natureza e curtir cada momento do novo trajeto descoberto.
Partimos de Praia do Forte e em um ritmo moderado a forte (nível 4 do Mural), entramos nos singles tracks da famosa Reserva de Sapiranga, um local ideal para a prática desse esporte e que sempre visitamos. Estava ansioso para chegar logo nos novos trechos, que para mim, seriam a grande sensação. Sendo assim, a velocidade foi um pouco maior do que o normal, Israel chegou até a comentar que parecia que estávamos na competição, rsrsrs.
Vale lembrar o momento de alegria em encontrar os Dinos Bikers, entre eles estavam Bastião e Albertão, grandes companheiros de aventuras já vividas. Fizemos uma foto para registrar o momento especial e nos despedimos.
Quando entramos no estradão, Tacalepau puxou o pelotão enquanto tentávamos pegar o seu vácuo. Vale ressaltar a presença de Ramiro, que nesse momento também colou junto e fez aumentar ainda mais a brocação! Rsrsrs.
Ao chegar na fazenda, onde seria o novo trecho, paramos para hidratar. Kichute, que não carrega mochila de hidratação, já estava desesperado com a falta de água, KKKK. Depois de contar algumas histórias das aventuras do Mural pelo mundo, retomamos o pedal mais lentamente para apreciarmos a beleza do local. Vários lagos, morros, paisagens e single tracks faziam parte do cenário, uma rara mistura que apesar de beleza, não deixa de ser um desafio, principalmente para quem fez o mega power da corrida.

Trilha do Morcego em Sapiranga - Lanternas Pifadas

As trilhas com o Mural são sempre únicas, mas a Trilha do Morcego é ainda mais especial.  É uma aventura que iniciamos o pedal de tarde e entramos pela noite onde tem muito mais emoção. Essa é uma das trilhas do Mural de Aventuras que eu faço questão de participar, mesmo estando afastado dos treinos há 8 meses, não abro mão de contemplar o por do sol na mata e de pedalar nos single track a noite, estou acostumado a pedalar nas trilhas da sapiranga, mas a noite é realmente uma sensação única!!! Pois bem, iniciamos a trilha na sede da Floresta Sustentável onde subimos para o Castelo Garcia D’avila, na verdade subimos e descemos nos single track do castelo com muita areia fofa, um pedal bastante técnico, mas com umas descidas emocionantes, dessa vez ninguém caiu na piscina de areia fofa no final da descida. No estradão da sapiranga encontramos uma mercearia e fizemos uma pausa rápida para hidratação alimentação e bate-papo e depois entramos na trilha de mata atlântica já ao entardecer puxando um pouco pra noite e aí a trilha ficou com mais emoção ainda, já é possível curtir a natureza de uma forma diferenciada, a visão vai se acostumando com a escuridão até um momento que é imprescindível o auxilio de um farol, na verdade o ideal são 2 faróis.  Quem tem 2 tem 1 e quem tem 1 não tem nenhum, na verdade esse ditado não vale para galera do Mural. Fui pra trilha com 1 farol e quando ele quebrou ganhei 2 emprestados dos parceiros Guga e Mara, esse caso será contato mais na frente.
Então vamos lá, pedalar nos single track da sapiranga a noite só com a luz do farol é uma emoção única !!! Foram 9 km de single trek e muita adrenalina, depois chegamos no estradão dos eucaliptos onde algumas pessoas do grupo estavam andando em alta, nessa trilha não consegui acompanhar devido a falta do meu preparo físico mas é sempre uma emoção única, mesmo andando atrás!! No final do estradão tem uma descida apelidada por mim de kamikaze e foi justamente nela que minha lanterna parou de funcionar quase vou parar no mato e me acabo todo... na tentativa de coloca-la para funcionar eu até tomei um choque com ela... ninguém acreditou e isso foi um dos motivo de eu ter sido escolhido para fazer a resenha!!! Kkk. 

Corrida do CT Gantuá de MTB 2016

Todo o trabalho de organizar a participação do Mural de Aventuras na Corrida do CT Gantuá de MTB em Praia do Forte vale muito a pena quando é possível notar o sorriso e a felicidade de cada um, a união e a amizade que existente no Mural de Aventuras, são várias as declarações positivas, principalmente dos recém-chegados traçando o quando é notável participar do nosso grupo. Além disso, a Corrida do CT Gantuá é um exemplo de um evento bem estruturado, onde existe uma preocupação com cada detalhe para que tudo dê certo e seja um sucesso, como foi. Cada ano fica melhor e o Mural sempre esta presente desde o primeiro ano.
Parabéns a todos participantes! Independente dos resultados alcançados na prova, a maior satisfação é ver o quanto gostamos de estar juntos, e em todas as situações. Foi lindo! Parabéns também a Gantuá pela excelente organização do evento. Bora Mural!!!
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Nova Muralista: Jéssica Oliveira Bastos Barros

Bem-vindo a nova Muralista: Jéssica Oliveira Bastos Barros.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!

Trilha na Ilha dos Frades - Folhas Secas

4:20 am toca o despertador e sem pensar a gente se levanta pra arrumar tudo e partir pro encontro no Rei da Pamonha na BR. Chegando lá, os meninos já estavam a postos na resenha só esperando eu e Carla Guimarães pra seguir rumo a Madre de Deus. A expectativa já estava nas alturas, os que iam estavam super animados e os que não iam estavam tristes. Chegando em Madre de Deus, desembarcamos dos carros e embarcamos num barco pra nos levar até Paramana, ponto de partida da trilha. Já na saída do barco o visual dava indícios de que seria uma trilha, no mínimo, linda!!!
Desembarque nos Frades, Elson foi agendar nosso almoço da volta, aguardamos sob os olhares curiosos dos moradores e a notícia de que teria o casamento de Debora Secco na ilha naquele dia, dissemos que fomos convidados, hehehe. Almoço marcado, recomendações de cautela e atenção na trilha e veio aquele grito mais esperado: PARTIUUUUU!!! Um pequeno perdidão pra achar o atalho pra entrar na trilha. Até que uma moradora passou por nós e disse: “Ei, é por ali, lembro de vocês aqui ano passado!”. Agradecemos e fomos. De cara com uma ladeira “impedalável” subimos empurrando as bikes, chegando la em cima o visual era lindo mas a sensação era de desmaio, pela fisionomia do grupo, acho que compartilhavam da mesma sensação, já me faltava as pernas e nem tinha 2 kms de trilha. Ok, mas a gente veio aqui pra isso, então nada de mimimi, subimos nas bikes lá fomos nós, mata a dentro.
O dia estava espetacular, céu azul e um mar lindo e brilhante lá embaixo, mas junto a isso o calor estava de matar. 4Kms de trilha, qd surgiu uma árvore caída pra gente pular, aproveitei pra tomar um gel carboidrato, nunca na vida imaginei tomar gel com apenas 4kms de trilha, mas quem já tinha ido não mentiu, nem quanto as subidas nem quanto a beleza.
Sobe, sobe, sobe...desce um pouquinho...e a cada curva que a mata se abria nossos olhos saltavam diante da imensidão do mar e céu azul. E seguimos assim, em ritmo de pagode, suando muito e subindo e descendo, cada gota de suor era compensada com downhills tops, um conhecido como Tsunami, consegui descer “pedalando” mas uns 3 preferiram descer da bike porque fraturar algo ali não ia ser nada legal e dente é caro.
Nesse meio tempo antes de chegar a primeira parada na praia, teve o pneu furado de Tico Vandame (Vide resenha da Tiririca pra saber o porque do apelido), e eu nunca desejo mal a ninguém mas agradeci essa parada pra descansar. Chegar a praia foi uma coca gelada no deserto, um presente aos olhos, coqueiral lindíssimo e praia quase deserta com uns barquinhos de pescadores ancorados. Paramos no Barzinho ao lado da Igreja e tomamos uma cerva pra brindar aquela beleza toda e hidratar. Mais uma vez, PARTIUUU!!! Agora rumo a Ponta de Nossa Senhora.

Novo Muralista: Matheus Machado Trindade

Bem-vindo ao novo Muralista: Matheus Machado Trindade.
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3° dia Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu: Rodeio, Dr. Pedrinho, Cachoeira do Zinco, Alto Cedros

Já acostumado com as diversas trilhas e ciclo aventuras do Mural, Cerqueira estava com muita vontade em se aventurar em algo mais desafiador, intenso e inédito, uma Expedição! Foi aí que finalmente  se engajou na Expedição Serra do Rio do Rastro e Circuito Vale Europeu em Santa Catarina e tornou-se Expedicionário do Mural ! A vontade era tão intensa que não se cansava em repetir ao longo da viagem : “Sou expedicionário !!” Como ele, mais da metade do grupo compartilhava da mesma sensação de estreante. E da mesma aflição também.
Mas a aflição nunca é privilégio de quem é estreante. Nino, expedicionário ávido (criou até expedição própria) compartilhava da mesma apreensão. Até porque cada expedição é diferente da outra, sempre reservando surpresas e desafios próprios.
O Vale Europeu é um circuito mágico para os ciclistas. E o 3 º dia de expedição ( 2º de Vale Europeu) prometia  ser dos mais puxados. Entraríamos finalmente a parte alta do circuito e a menos habitada também. Partimos de Rodeio após o 1ª pernoite realmente bem dormido da Expedição! Tudo isso porque no dia anterior passamos a madrugada dentro de uma Van (Transfer de Orleans/SC a Timbó/SC) e saímos direto sem repouso, após um café na pousada e guarda dos mala-bikes. Uma boa noite de sono é imprescindível numa expedição, já que nunca se sabe quando se poderá descansar o suficiente para o desafio do dia seguinte.  Até esse dia o bumbum de Cerca estava de boa, mas já avisando que pagaria um preço por tantos dias consecutivos em cima de um selim duro e sem uso de um cremezinho anti-assaduras...
Carimbamos nossos passaportes do Circuito na Hospedaria Cama Café Stolf e partimos bem cedo rumo a Alto Cedros, com passagem por Doutor Pedrinho. O chão um pouco encharcado dava sinais que finalmente a previsível chuva chegaria até nós. Todo mundo, portanto, com o corta-vento ao alcance das mãos.
Poucos km saindo de Rodeio a Doutor Pedrinho inicia-se a subida do Morro do Ipiranga. Foram intermináveis 8 km de subida ! Visual lindo, um verde mais verde que já vimos, abundante em vales, cascatas, campos e serras, mas presenciando tudo isso na canseira das extenuantes subidas, não é mesmo Serjão? Rsrs. Ele talvez não se preocupasse em ser retardatário nas subidas porque o cenário compensava qualquer sensação de abandono. E de que vale fazer uma aventura como essa se não refletirmos sobre nossas vidas? O vale era o ambiente propicio para que ele pudesse pensar nos gêmeos que estavam para chegar e nas novas responsabilidades que viriam com seu nascimento.
O circuito é conhecido por Vale Europeu, mas pode chamá-lo de Circuito das águas. E é sempre encantado. O 3º dia de expedição provaria com esmero essa máxima. Para cada canto que olhássemos havia fontes d’água e uma infinita quantidade de pequenas cachoeiras. Completar o circuito leva normalmente 1 semana. Normalmente! Mas quem conhece o Mural de Aventuras sabe o quanto ele é fora do comum.

Trilha Pé-de-Chinelo SQN (Nova Soure)

Como todos sabem, a primeira vez a gente nunca esquece! E comigo não seria diferente. Enfim a minha primeira viagem com o Mural de Aventuras! Como se não bastasse, ainda seria a minha primeira viagem sem esposa e filha em quase 5 anos, ou seja, a ansiedade começou a tomar conta de mim desde o dia da inscrição para esta trilha!
Por um lado eu estava um tanto angustiado e apreensivo por estar longe da minha esposa e filha, porém sabia que estaria no conforto da minha segunda casa e família: O MURAL DE AVENTURAS! Então partiu Trilha Pé-de-Chinelo.
Encontro marcado no posto Rei da Pamonha às 18:30 hs e lá estávamos nós (15 Muralistas ao todo), sendo que desta vez fui no BONDE DO ODI (Odilardo): Odi, Jampa, Kadjon, Tacalipau e eu. Todos em ponto no horário marcado e lá fomos nós em direção à NOVA SOURE! Num carro estavam Elsão e Kichute, no outro o time das Muraletes com Carla, Carlinha e Maroca! Partimos em comboio e assim chegamos, sem muita conversa e resenha pelo menos no nosso carro! Hahaha. Uma viagem tranquila e rápida, não mais do que três horas na estrada.
Chegando em Nova Soure o nosso anfitrião NINO foi nos buscar na entrada da cidade e nos levou ao encontro dos outros Muralistas que lá já se encontravam (Cerqueira, Fernando, Marcelo e Bezeride). Aí vocês já viram: cerveja, petiscos, hambúrguer e uma resenha sem igual! Como todos estavam cansados e partiríamos cedo para a trilha no dia seguinte, decidimos ir para o Sítio de Nino: A CASA DA MÃE JOANA! Chegando lá fomos apresentados às dependências e fomos dormir!
O dia amanheceu e por incrível que pareça, fomos acordados não por um galo, mas por um jegue do sítio (sim, um jegue) que às 05:30 hs já estava relichando e nos tirando da cama! Todos devidamente fardados e prontos, fomos surpreendidos com um verdadeiro banquete preparado com muito carinho por Nino com diversas frutas, pães, cuzcuz, café, suco, ovos, iogurte, muita coisa mesmo! Estômago forrado, partimos para a tão esperada aventura!

CTM ALPHAVILLE E A LUA CHEIA

No CTM ALPHAVILLE dessa semana passamos por novos trechos de trilha que gerou uma adrenalina ainda maior a todos que participaram. A noite estava linha devido a grande lua cheia, ideal para algumas fotos (ver abaixo), contamos também com uma chuvinha que aumentou um pouco mais a dificuldade para alegria geral!

A cada semana fazemos um roteiro diferente que conta, entre outros com: CIMATEC, Greenville, Parque Tecnológico, Pituaçu , CAB e outros!

Semana que vem tem mais! Venham participar do Mural!!! Partiu!!!

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2° dia Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu:Timbó, Pomerode, Indaial e Rodeio

E entramos na Van às 02:00 da manhã, saindo de Orleans (uma joia dada a uma princesa, procure saber por que) com destino a Timbó. Isso mesmo, 02:00 da manhã, Expedição do Mural não dá trégua, o ritmo é intenso, e requer preparação. Isso causou um alvoroço no lobby do hotel!!! 12 caras (11 do Muralistas e nosso piloto) fazendo check-out!!! Acertando suas contas!!! Mas partimos!!! Cada qual ocupou seu lugar de véspera na Van e fomos.
Chegando no hotel em Timbó, um café da manhã nos esperava. Depois foi colocar as bolsas bikes em um quarto e seguir para o Restaurante Thapyoka (vale a pena até um tour virtual: www.thapyoca.com.br) para comprar o passaporte que traz várias informações sobre o Circuito do Vale Europeu e lugares onde vamos batendo os carimbos para sermos certificados que fechamos o circuito ao final, que termina no próprio Thapyoca.
Chegando ao restaurante, ele estava fechado porque eram 08:30 da manhã. Mas fomos atendidos por uma porta lateral e depois no salão do restaurante por uma simpática senhora, que pensamos nós, nunca tinha vendido 11 passaportes de uma só vez para o Circuito, mas o Mural chegou, e aí...
Ao lado do restaurante, tem uma bela ponte estaiada e uma barragem onde sangrava água e ali fizemos a nossa foto de segundo início da Expedição, a foto com a placa indicativa de Início do Circuito do Vale Europeu, para então ouvirmos o tradicional “PARTIU”!!!
O Circuito do Vale Europeu é bem sinalizado, bastante estruturado, deixa pouca margem de se perder, e seguindo as placas, fomos deixando Timbó, com destino final Rodeio, passando por Rio dos Cedros, Pomerode, Indaial e Ascurra. De início, estradão bem estruturado apenas nos incomodando as costelas de vaca. Muita roça de arroz, por toda parte, o que faz ter água, muita água girando por valas.
Nossa primeira parada foi Rio dos Cedros, onde pudemos nos refrescar em um bar que tinha uma Cancha. Cancha é o lugar onde se joga a Bocha. Chegando 11 baianos, o dono do bar e um outro tiozinho, se esforçaram para nos explicar como se jogava Bocha e alguns Muralista se esforçaram, também, em tentar jogar. Mas o jogo requer uma certa prática e treino, e aí, seguimos.
Dali a alguns quilômetros pararmos em nossa primeira cachoeira, onde encontramos os primeiros ciclo-turistas no Vale Europeu. A cachoeira deu uma aliviada no clima, pois no dia fazia calor, muito calor!!! De memória no GPS de Elson bateu 38.8°, sensação térmica 50° graus na sombra.
Logo após o nosso banho de cachoeira, nos esperava a primeira serra, lá há poucas ladeiras, mas muitas serras. Era apenas um aperitivo pelo que iríamos ver nos próximos dias, mas era uma bela de uma ladeira, ou serra, com uma inclinação que levou embora todo o nosso banho de cachoeira, toda aquela energia absorvida nas águas refrescantes, mas seguimos.
Chegando em Pomerode, entramos na cidade pela Rota Enxaimel, que é um estilo bem alemão de se construir (por favor Elson, coloque uma foto de construção Enxaimel). Era hora do almoço. A cidade vivia um pacato dia de Domingo, poucos lugares abertos, mas conseguimos um restaurante a quilo para almoçar e depois achamos uma sombra para descansar e responder alguns curiosos querendo saber de onde éramos, para onde íamos e etc.

Trilha Boca da Mata - Terras Alienígenas

No sábado, 30/01, participei de minha primeira incursão ciclística com o Mural, onde fui muito bem recebido e pude finalmente trilhar caminhos baianos, após mais de dois anos frequentando Salvador e imediações. O "Açaí da Bahia" estava fechado ao chegarmos por volta das 6h, arrumamos as coisas, ou os "trens", como dizemos em Minas, arriscamos a vida na travessia da BA 324 e começamos a pedalada. O trecho inicial é composto por estradões e muita areia, o que só me fez desejar ainda mais uma "gordinha", ou "fatbike", com pneus 4.8 que só trazem alegrias. Passamos pela localidade de Estaleiro e fizemos a primeira pausa para as fotos, à beira do lago. O local me lembrou muito Lapinha da Serra, distrito belíssimo da Serra do Cipó em Minas, só que com uns 15 graus centígrados a mais.
A partir daí, um sobe e desce danado com direito a um mergulho com búfalos, estaria a ilha do Marajó mais perto?, até a segunda parada num boteco acalentado pelo "Bonde do Vaqueiro", banda que me fez sentir saudades de Mister Catra. Basicamente, a tv da birosca passava clipes dessa banda que alternavam o mesmo refrão: "Sou corno e me orgulho disso / sou corno e mereço morrer (...)", enfim, mais alguns minutos de audição e já entraria em estado catatônico. Muitos minutos de descanso e algumas itaipavas depois nos colocamos novamente em marcha, fazendo um zig zag pelos dutos da Transpetro e com passagens sem fim por cercas de arame farpado. Comparada às maquininhas leves de carbono do grupo, minha simples Scott de 13kg e v-brakes ajudou no exercício dos bíceps para muitos Muralistas. Para variar, me perdi da equipe, me embarafustei para um lado qualquer e me dei bem, por acaso. Logo me encontrei com o Odair, Carla e outra personagem feminina cujo nome, infelizmente, não me lembro. Odair sofria com uma corrente enrolada, só com muito custo e uma chave Crank Brothers mágica conseguimos sair dali, com a providencial colaboração de Tico Van Damme e Israel. Bendito "quick link". 

Novo Muralista: Ramiro Barros Vieira Filho

Bem-vindo ao novo Muralista: Ramiro Barros Vieira Filho.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!

8° DIA EXPEDIÇÃO JALAPÃO: SERRA DA CATEDRAL A NOVO ACORDO

Na véspera do último dia foi bem  divertido, brincamos nas trilhas do Jalapão Bike Park, tomamos banho de rio e contemplamos um espetáculo a parte da natureza do Jalapão, o lindo pôr do sol na Serra da Catedral. Ainda na véspera, após a janta, ligamos o som de Odi e ficamos jogando palitinho, bebendo whisky e vinho e muita conversa fora com umas boas risadas. Relembrando os lugares exuberantes e tudo o que vivemos até aquele momento. Mas também lembramos que o último dia seria talvez o mais duro, pois teria a maior distância a percorrer. Aproximadamente 130km da Serra da Catedral até a cidade de Novo Acordo,  somado ao cansaço de 7 dias de expedição.
As bikes, mochilas e alforjes já estavam devidamente arrumados na noite anterior. Tomamos café e ajustes finais nas bikes e na arrumação, abastecidos de agua, partiuuuu!
Bem, não preciso mais falar de areia e calor. Este dia não foi diferente dos demais. Pedalamos muito e acredito que a ansiedade e vontade de concluirmos fez impor um ritmo mais forte nesse dia. Alexandre então, nem se fala, ele estava irreconhecível. Estava brocando, deixando Nino, Odi e Kadjon pra trás. Segundo Kadjon ele se automedicou com alguma droga tarja preta. Kkkk
Pedalamos muito a procura de sombra e finalmente paramos numa árvore que oferecia sombra, mas então surge um detalhe... Um boi morto ainda em decomposição e Rei ainda queria ficar por alí rsrs. Com todo calor do Jalapão, decidimos não ficar naquela aquela sombra e fomos procurar outra sombra pra um descanso. Para nossa sorte num entroncamento mais adiante encontramos uma árvore com uma sombra perfeita. Paramos para descansarmos um pouco. A sombra estava tão boa que chegamos a tirar um breve cochilo. Mas o dia prometia ser longo e estávamos famintos.
Voltamos a pedalar quando um grupo de motocross passou por a gente levantando muita poeira. Como sempre os estradões do Jalapão parecia não ter fim, e após um  longo subidão chegamos na fazenda de Sr. Camilo. Depois  de muito chão e nenhum contato com a civilização, ali era o único ponto de apoio e encontro das expedições do Jalapão. Reencontramos vários grupos que havíamos conhecido em outras atrações do Jalapão. Nos deliciamos com coca  cola gelada e fomos a fazenda almoçar. O filho de Camilo nos acompanhou com um mini quadriciclo brocando, gostou de Rei, foram conversando até a fazenda. O almoço estava delicioso, uma moqueca e picanha. Em seguida tiramos uma boa soneca num redário com uma sombra deliciosa. Acordamos então partiuuu.

Vídeo da Ciclo Aventura Costa dos Coqueiros (Mangue Seco, Sítio do Conde, Baixios, Lagoa Azul, Subaúma)

Olá pessoal, 
Vejam o vídeo da Ciclo Aventura na Costa dos Coqueiros realizada em novembro de 2015 pelo Mural de Aventuras. Demorou de sair esse vídeo, mas devido as lindas imagens, não poderíamos deixar de mostrar para vocês como foi um pouquinho dessa inesquecível aventura que passa por lugares paradisíacos do litoral norte da Bahia como Mangue Seco, Sítio do Conde, Baixios, Lagoa Azul e Subaúma. Aproveitem! Bora Mural!

VEJA O VÍDEO ABAIXO. LIGA O SOM!

Trilha da Tiririca - Buraco do Esparro e o Tico Van Damme

Começamos nossa aventura como de costume, com uma pequena descrição do trajeto por nosso Coordenador e GPS ambulante Elsão, que nos falou apenas das partes boas da trilha, partiu...
Obs: 100% de presença masculina, por quê?
Saímos do Posto Kona, e após alguns poucos quilômetros iniciamos realmente o percurso off Road, então, tivemos o primeiro perdido, patrocinado pelo nosso aventureiro de plantão Tico Van Damme, diante de um colchete na cerca, apertadíssimo, que não abria de forma alguma, ele se dispôs a dar a volta para ver se havia alguma alternativa, como não encontrou nenhuma, entramos em um cercado fechado que só tinha 50mt de comprimento... a primeira resenha da trilha... era só dar uma volta de 20mt e estaríamos livres desse obstáculo... Obrigado Tico Van Dame pelo presente...
Essa é minha segunda trilha como Muralista e apesar de todo esforço para acompanhar o ritmo da galera veterana, nunca dei tantas risadas em um pedal, e se não me falha a memória, muitos lotes de terra foram adquiridos nesse percurso, até pelos mais experientes, não queria tocar no assunto por conta da hierarquia do grupo, mas o nosso coordenador e GPS ambulante se aventurou em uma íngreme rampa de barro com uns 2mts de altura e uma angulação de uns 120°, e “Pimba!!!” risadaria solta... se esborrachou no paredão com sua bike... dizem as más línguas que parecia uma sapo atropelado... kkk, e ainda por cima danificou o freio da bike, coitadinha dela.... a Bike.
Toda a galera estava ansiosa por chegar ao Buraco do Esparro, só entendi por que tanta ansiedade quando me deparei com o trajeto que nos levaria a esse ponto incógnito nas nossas mentes... Eu e Tico Van Damme fomos chamados a frente, os novatos na trilha, e nos apresentaram o caminho em direção a um alagadiço imenso, fomos convidados a sermos os primeiros... Fui na frente e descobri da pior maneira por que se chamava Buraco do Esparro, na primeira pisada no alagadiço minha perna afundou até a cintura, ainda bem que estava agarrado a minha Bike, levei uns cinco minutos lutando para atravessar... depois foi a vez de Tico Van Damme, que recebeu esse codinome exatamente nesse ponto da história, arremessou sua bike do outro lado do córrego e de repente, quando tentou pular, acabou escalando a vala, foi melhor que muito Stand’up que já assisti, depois vieram os outros mergulhos, assista ao vídeo, recomendo... Imediatamente depois, outra escalada com a bike em um paredão de barro, só aventura...

VÍDEO 1° Dia Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu

Vídeo do Uphill e Downhill feito de bike pelo Mural de Aventuras na fantástica Serra do Rio do Rastro em Santa Catarina. 1° dia da Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu.