Trilha em Sapiranga com Convidados

No ultimo dia 28 parti as 5hs da manha com meu sobrinho Israel e o MURAL DE AVENTURAS para a reserva de SAPIRANGA para uma trilha de 33km... foi show... eu fui um dos convidados do grupo e o meu “ANJO” foi o Israel...responsável pela minha presença... achei incrÍvel e contagiante o empenho animação e companheirismo do grupo... minha maior preocupação era não comprometer o passeio deles já que não sou integrante do grupo (por enquanto),  mas, correu tudo bem,  eu acho. A reserva e incrível...passamos por vários pontos de acessos complexos com pedras, raízes,  descidas e subidas íngremes o que apimenta o nosso espirito aventureiro e nos faz nos superar sempre...
Havia chovido e tinha alguns pontos de lama o que deixou o passeio ainda mais interessante, ao menos para mim.
Outra coisa maravilhosa que achei foi o espirito integrado e relaxado do grupo com brincadeiras contagiantes que nos deixa imaginar que já fazemos parte dele ha tempos...
A reserva e incrível, com mata fechada uma natureza exuberante... Quando passamos por um trecho difícil um dos colegas comentou que não era para eu me preocupar pq aquele trecho ja passou... kkkkkk... todos riram... mas é claro que já tinha passado...rsrs. Um outro disse que não podia atender a um convite feito por um colega pq ele tinha família... kkkkk, como se todos nós outros fossemos vagabundos....kkkkkkk....foi hilário... e esta foi a tônica da nossa trilha sempre descontraída e um assistindo o outro com muito cuidado e companheirismo. Obrigado MURAL! Denílson Vaz (Deni).

2° Dia - Ciclo Aventura Costa do Dendê: Valença, Gamboa, Morro de São Paulo, Guarapuá e Boipeba

No segundo dia de nossa ciclo-aventura na Costa do Dendê, dormimos em Boipeba em uma pousada bem aconchegante, acordamos às 7:30, fomos para o café e assim que cheguei à mesa e fui informado pela diretoria, Elson, Mário, Plech ou Splash se preferirem, que havia sido escolhido para fazer a resenha do segundo dia, de forma muito democrática é claro....
Esse foi um dos dias mais difíceis de todas as aventuras que já vivi no Mural (SQN). Nos arrumamos e partiu barco... empurramos as bikes pelas ruas até a praia, confesso que tentei pedalar, mas na areia fofa foi difícil... vencemos a primeira etapa de 1km aproximadamente, ai pensei que iríamos chegar em um píer para embarcar, mas fui surpreendido com o barco a uns 200mts da praia, e agora???? Não teve jeito, bikes na cabeça e nos jogamos no mar, o braço começou a cansar e as ondas batendo no peito, nada de chegar ao barco...  Que dureza... essa foi a parte fácil, finalmente quando alcancei o barco, cadê a força para levantar a bike? Kkkkk, mas nosso comandante Dielson estava lá em cima para nos ajudar, vencida essa etapa, nosso pensamento era só nas piscinas naturais de Moreré, oh vida difícil!!!!
Plech prendeu a bandeira do Mural no barco e partiu, então, após alguns minutos navegando, atracamos nas piscinas e todos se jogaram ao mar... lugar paradisíaco, aguas transparentes e mornas... nos sentamos próximo a um bar/barco com mesas flutuantes e começamos os trabalhos. A todo momento era dito que estávamos em férias do Mural, “comam e bebam à vontade os últimos 50Km são light” diziam Elson e Plech, ledo engano. Curtimos nossa manhã com muitas resenhas, cervejas (compramos todas quando chegamos), caldo de cana 12 anos (vulgo Old Par), muitas risadas.... As pessoas foram chegando providenciamos o som, e a festa do Mural estava formada. Algumas revelações foram feitas após as primeiras cervejas, nosso colega Ito começou a tirar foto com os peixinhos (Sei não viu), kkkkk. Após de algumas horas atracados, depois que acabou a Skol, partimos para o restaurante flutuante, Bar das Ostras.
No caminho muita resenha, mais um mergulho no mar e coreografias, todas puxadas por Ito. Chegamos ao restaurante pedimos o almoço, algumas ostras de entrada, tudo de primeira.  Detalhe, nossa viagem coincidiu com a passagem da tocha Olímpica pela região, e na balsa nossa anfitriã, veio nos mostrar as tochas que havia feito para um evento no restaurante, mais uma revelação, Ito não largou mais a tocha, fez até vídeo, kkkkk, virou o homem tocha da nossa aventura (sei não viu).
Em um momento de calmaria, pós almoço, um dos nossos muralistas resolveu tirar uma sesta.... “Plech não durma que a galera vai te pegar”, alguém gritou, mesmo assim ele dormiu... kkkk. E pela segunda vez nosso amigo tomou um banho, muito engraçado, não foi por falta de aviso é claro, risadaria total na embarcação. Depois disso nosso banhista do sono, se revoltou e decidiu molhar todo mundo... e conseguiu, depois da vingança de Splash, acabou nossa farra, partiu Torrinhas.
Pegamos o Rio do Inferno: Em 1501, um ano depois da esquadra de Pedro Álvares Cabral chegar a Porto Seguro, Gaspar de Lemos chega a Baía de Todos os Santos e navega boa parte da costa baiana. Mas o primeiro europeu a desembarcar no arquipélago foi Martin Afonso de Souza, em 1531, comandando uma expedição destinada a explorar toda a costa do novo continente. É esta época que remonta uma lenda, sobre o nome do Rio do Inferno, canal que divide as ilhas de Boipeba e Tinharé: por ser muito raso e de dificílima navegação, as embarcações dos portugueses encalhavam, sendo então atacados pelos índios Aimorés, canibais. Devia ser mesmo um terrível inferno, mas a vista é linda, os manguezais repletos de vida, espetacular.

1° Dia - Ciclo Aventura Costa do Dendê: Valença, Gamboa, Morro de São Paulo, Guarapuá e Boipeba

É com imensa satisfação que redijo aqui, aquilo que foi por mim demais esperado e almejado: 1ª CICLO AVENTURA COM O GRUPO MURAL DE AVENTURAS!!!
Há quase 01 ano tenho acompanhado de “bastidores” os pedais e ciclo turismos do Mural, nos relatos empolgados e cheios de detalhes do meu marido muralista “ Marão”. Diante disso me vi seduzida a participar dos encontros semanais “CTM “, para me ambientar com o perfil do grupo e também com o ritmo “ brocação” inerente a cada um deles. Confesso que no início diante dos primeiros trechos, pensei em desistir, pois era tudo diferente do que eu tinha feito até aqui, mas, logo percebi que era a hora de sair da minha zona de conforto. Intensifiquei os treinos solo, para não fazer feio e oficializei meu ingresso no grupo: Enfim Muralista!
Uma vez Muralista, a primeira aventura foi marcada: A data era 21/05 e o destino era a Costa do Dendê!!! O dia combinado era uma sexta-feira, e a semana foi recheada de planos, ansiedade, medos, insegurança e preparação. O encontro seria as 18h, mas, devido aos contratempos que envolveram cada um dos participantes, que foi de carro quebrado a engarrafamentos, enfim nos encontramos na BR 101, num posto qualquer . Apresentações feitas, conheci aqueles que seriam meus companheiros de aventura : Elson, Ito, Plech e Willyam, Mário e Eu.
Seguimos viagem sob muita chuva até Cruz das Almas, onde resolvemos parar para jantar. Neste momento pude ter uma percepção melhor de cada um, e notei que as risadas seriam fartas. Prosseguimos a viagem até Valença, o sono e o cansaço já nos consumia. Uma vez em Valença, fizemos a primeira parada, e Elson, nos apresentou Jovanda, ciclista entusiasta do Mural de Aventuras daquela região que veio nos dar as boas vindas. Continuamos por alguns minutos e logo após já desembarcamos na pousada. Fomos descendo nossas bagagens e pertences, e recebemos as chaves onde cada um ficaria hospedado, e, já passava de 01 h da manha.
A noite apesar de curta, demorou a passar... a ansiedade era demais! Elson queria que todos estivessem prontos para o café da manha as 06:30, e assim foi feito. Tomamos um café reforçado e fizemos todos os ajustes necessários na bike e nas mochilas, com os utensílios necessários para a viagem. Todos a postos, o dia já estava lindo e mais uma vez fomos recepcionados por Jovanda, que partiu conosco por Valença até uns 08 km, onde paramos para a foto oficial com ela e nos despedimos agradecidos pela atenção dispensadas ao grupo.
Continuamos pedalando por mais uns 04 km, com belas subidas, e Elson fez a parada para o Briefing, onde fez as devidas orientações e esclarecimentos do que seria nosso 01º dia de aventura. Seguimos até o atracadouro, onde pegamos uma embarcação até Gamboa do morro. A travessia foi bem tranquila, a base de muitas risadas, resenhas e muita foto. Uma vez em Gamboa, de visual deslumbrante e aconchegante, com clima bastante ameno, seguimos em uma pequena caminhada até o cartão postal do local, onde fizemos uma parada pra foto. Daí iniciamos o pedal pelas ruelas do local, e Elson adentrou numa ladeira, que na minha opinião era intransponível. Mas na hora fui alertada por Mário: Bora... isso é Mural!!!
A subida era bastante íngreme, com grandes erosões, mal consegui avançar e o amigo Plech me deu uma dica valiosa, bike-bolsa, e assim ficou mais fácil a subida. Vencida a primeira ladeira, o visual era surreal, compensando todo o sacrifício da subida. Partimos adiante por um longo trecho de areia fofa e estradão, circundado por arames farpados, e desembocamos na parte mais alta de Morro de São Paulo. Pausa para admirar outro visual incrível, onde todos fizeram questão de registrar cada ângulo. Descemos por uma ladeira de paralelepípedo bastante alta e comprida, que nos levou à praça central de Morro de São Paulo.

Desafio da Serra da Jiboia 13 - Serra Ameaçada

"Memória é nossa capacidade de esquecermos as coisas." Mariante Moscardini.


No último dia 13 de maio seguimos eu, Orlando e Elson para uma jornada na Serra da Jibóia, no semi árido baiano, próxima às cidades de Elísio Medrado, Castro Alves, Santo Antônio de Jesus e Santa Terezinha. A subida monumental seria uma aventura de quase 2300 metros acumulados, em pouco mais de 70 quilômetros. No sábado, 14, às 7h30 já rodávamos a 21 graus. A Serra se mostrava semi encoberta, havia chovido há mais de três dias e o clima estava perfeito para o mtb, com tempo nublado e o solo firme, sem poeira. Havia tanto Minas ali que me perguntava se essa formação geológica não seria um "puxadinho" do famoso Maciço do Espinhaço, a única cadeia montanhosa brasileira, que começa em Ouro Branco e se encerra mais de 2000km depois, em Sento Sé, às margens da Barragem de Sobradinho, outra intervenção que desintegra o Rio São Francisco. 

A primeira etapa começa de fato numa pequena cachoeira, infelizmente tomada de lixo aqui e acolá. Feitas as fotos de praxe do Mural, seguimos por um belo single track em meio a um resto de Mata Atlântica. Elsão tentou "zerar" um trecho uma, duas, cinco vezes, mas o dia foi da montanha.  Logo depois viria outra lembrança das cercanias mineiras onde costumava rodar, essa, no entanto, mais funesta. Pouco depois do cruzamento das placas que antigamente indicavam "Velozes e Furiosos" e "Pôneis Malditos", vieram as motos de trilha a nos aterrorizar, forçando paradas repentinas e alguma apreensão. Apesar disso, o caminho seguia cada vez mais bonito, como se eu novamente estivesse nos paredões do primeiro dia de Iron Biker no quadrilátero ferrífero mineiro, onde só se sobe na base do "empurra bike". Um afloramento de rocha após um longo single track foi a primeira parada para admiração da paisagem, com o silêncio rompido pelas motos treieiras ao longe. Tio Elson apontava as quedas de água para nos refrescarmos e o caminho ficava mais divertido, como se isso fosse difícil em meio a tantas ladeiras, trechos de pedra e um frio agradável. O caminho termina abruptamente numa plantação que avança sobre a mata. Passamos então por Monte Cruzeiro, com sua igreja interditada encimada por pináculos, antes de chegarmos a Pedra Branca, paramos no restaurante da Rita que tinha uáifai. A comida foi extremamente adequada ao esforço gasto até ali: arroz, feijão com bacon, ovos cozidos e um levíssimo pratão de fígado com tomate. Elsão ficou com frango a passarinha e Orlando com os ovos cozidos. Bom, sai dali com o estômago meio zureta para a segunda parte da aventura, a escalada das antenas de Santa Terezinha, sob um sol forte. Ao passo que atrasava o grupo, me recordava tanto das Serras da Cruz do Monte e da Onça, lá nos fundos de Pitangui, com seu silêncio mais que necessário. Era uma estrada de manutenção, não havia tantas valas ou pedras no caminho, cruzamos com um único veículo, um ônibus da Universidade Federal do Recôncavo Baiano. E uma cachoeira à esquerda da subida, quase no cume, nos daria um alívio antes de completarmos a ascensão dos quase 750 metros.

Novo Muralista: Arquimedes dos Santos Nascimento

Bem-vindo ao novo Muralista: Arquimedes dos Santos Nascimento.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!


2° Dia - Trilhas em Jacobina: Cachoeiras Maria Fernandes, Pinhacó e Véu de Noiva

E o início do segundo dia de aventuras em Jacobina já amanhece com um clima super agradável, com uma brisa suave e algumas nuvens amenizando os raios do sol que prometia chegar escaldando com tudo mais tarde.
Após ter pedalado 110km no dia anterior, só subindo, subindo e subindo mais ladeiras, você acorda pensando:  o segundo dia será mais ligtht, de boa, pois afinal de contas está todo mundo quebradinho, né? Kkkk, ledo engano. No MURAL a brocação é UM DIA SIM E NO OUTRO DIA TAMBÉM.
Sendo assim, Rogério, Julinho e mais dois integrantes do JACOBINA BIKE já estavam a postos, nos aguardando terminar o café da manhã na pousada, pra dar início à aventura.  Sem muito “mimimi”, após um resumo do que iríamos enfrentar, partimos seguindo pelo asfalto em direção à entrada da cidade para tirar uma foto na placa com o nome da cidade e registrar nossa presença nessa linda região.
Seguimos por uma estrada de barro que permeava a rodovia, onde encontramos a entrada para a ESTRADA REAL, que, pra quem não sabe, foi a primeira via aberta oficialmente pela Coroa Portuguesa para escoar a produção de ouro e diamante até o porto de Paraty, no Rio de Janeiro. Pois bem. Depois de tiradas algumas fotos, voltamos a dar início ao percurso, passando por uma pinguela “cabulosa”, que só Jean, Kichute e Rogério tiveram coragem de atravessar pedalando.
Cruzamos a pista de asfalto para adentrar em uma trilha de barro que já dava indícios do que iríamos enfrentar. A “brincadeira” começou. Deparamo-nos com uma subida interminável, que alguns, claro, como “euzinha” aqui, pagaram em algumas prestações. Não só pela sua extensão, mas também pelo terreno cheio de folhas que escondiam as pedras, galhos e raízes que dificultavam ainda mais a subida. Depois de muito subir, chegamos ao topo da floresta, onde Rogério, nos parabenizando pelo nosso esforço, só falava: “Rapaz, vocês são brutas demais!!”. Mas, mas é claro, Muralete que se preze tem que ser assim mesmo: só na brutalidade (kkkkkkk).
Como tudo na vida: o que sobe, desce; perguntei logo : “Quando vamos começar a descer?”. De pronto, Rogério e Julinho falaram em coro: “É agora”. Oxe, largamos o freio em um single irado, fechado, cheio de curvas que nos lembrou alguns trechos da nossa querida Sapiranga. No final da descida, chegamos a um vale lindo, onde avistamos, quase que despercebida, uma cachoeira super charmosa: a Maria Fernandes. Sua queda d’água era bem fininha e escorria suavemente pelo seu paredão de pedra. Um chame. Como de costume: pausa para refrescar a nuca e mais fotos.

Nova Muralista: Manoela Santos de Deus (Manu)

Bem-vindo a nova Muralista: Manoela Santos de Deus (Manu).
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!

Trilha New Tiririca +

Pois é, de Mural Móvel junto com Elson, Kichute e Dom, lá fui eu conhecer a tão comentada New Tiririca. Elson marcou para pegar eu e Dom mais ou menos as 5:40 em ponto em frente a Mais Bike, 5:39 em ponto chegou. Colocamos as Bikes embarcamos para mais uma aventura. Maior chuvão na estrada e tempo bom durante toda a trilha que estava em condições excelentes, nem seca nem molhada, perfeita! Chegamos no posto e lá já estavam, Israel, Rogério e a dupla Tacalepau e Segundinho, também conhecidos por Jean e Philippe, que vieram e voltaram pedalando de Salvador, Uiliam que chegou junto conosco e Cerca com Lucas chegaram um pouco depois.
Saímos para trilha, um pouco de asfalto, estradão e começa nossa diversão, trilhas. Chegamos pequena colina onde ficamos testando nossas habilidades no barraco enquanto Lucas dava uma enchida no pneu. Cerca descobre que estamos perto do buraco do esparro e não se contem começa a rir sem parar imaginando que tínhamos dois novatos a serem batizados. Chegamos na trilha do buraco e começa a resenha para Uiliam e Dom irem na frente, muito kkkk e eles vão direto pro fundo. Mas o buraco do esparro não poupa ninguém e todos acabam se molhando, que o diga Segundinho que entrou com tudo. Enquanto isso Lucas aproveita pra dar mais uma enchida no pneu e Dom segue sozinho na frente acha uma toca de marimbondo no meio do capim, vou atrás dele e vejo-o desanimado olhando a bike no meio dos marimbondos e com cara de tristeza me fala. - Foltz perdi minha bike. Eu com vontade de rir da situação, mas com pena do Dom vou vou para perto da bike e cuidadosamente puxei-a para mim pela roda de trás. Ao longe escuto alguém dizendo para sair dali devagar com quem não quisesse nada e penso, nem fudendo, corro o mais que posso com a bike deixando os marimbondos para trás. Por sorte só uma picada. Chegamos do outro lado e começa o desafio da subida cascalhuda e "Ingred" que todos que foram conhecem. Enquanto Lucas apertava a válvula e enchia o pneu, quem não conseguia subir de primeira ia tentando, com exceção de Tacalepau que subiu umas dez vezes só porque gosta. Nosso coordenador para de filmar e vai tentar subir novamente e toma a primeira queda. Rogério cai sozinho, Lucas da mais uma enchida no pneu e vamos em frente, mais uma decida técnica, Israel toma uma queda, Tacalepau desce duas vezes só porque gosta, seguimos até as ruínas de uma casa após outra subida técnica para foto. Lucas da mais uma enchidinha no pneu e vamos embora pro primeiro downhill, agora com mais valas e mais emoção.

Trilha Cachoeira do Urubu 12 - A Quinta Descoberta

Em 2016 estou entrando no 4º ano de Mural de Aventuras.  Depois de expedições e ciclo aventuras inesquecíveis, coloquei como meta para o ano fazer aquelas trilhas que estão fora do meu currículo, e ainda repetir as trilhas tops. Difícil mesmo é definir qual trilha não faz parte desse repertorio. A trilha da Cachoeira do Urubu tem um sabor especial para mim. Foi uma das minhas primeiras participações em trilhas do Mural em 2013, quando a trilha ainda saia de Amélia Rodrigues.
Encontro marcado bem cedo no Rei da Pamonha. Eu sairia de Nova Soure e teria que sair bem mais cedo em direção a Santo Amaro. Resumindo, quase não dormir. Mas reviver um dos meus primeiros momentos com o Mural valeria o esforço. Encontro em frente à igreja Matriz na cidade, bikes prontas, e parada imprevista na padaria antes de começar a brocação. Eu tinha dirigido mais de 200 km e merecia engolir alguma coisa antes do pedal. (Né Elsão?).
Partiuuu ... No inicio um estradão para aquecimento e logo, logo apareceu aquela prometida ladeira sem fim (Sim, fodástica, como essa não havia visto ainda).  Parabéns a Kichute e Elsão que evidentemente brocaram com êxito. Nós, demais, tentamos com todas as nossas forças, mas pagamos a ladeira em algumas prestações, enquanto Serjão, como já havia previsto, pagou em prestações a perder de vista. Depois de terminada a ladeira você olha para baixo e promete retornar um dia para zerá-la. Quem sabe um dia...
Trilha que segue, e antes de chegarmos às cachoeiras, bons single tracks, ‘bambuzivis’ e um visual de parte do recôncavo de tirar o fôlego. Mas a trilha é conhecida mesmo pelas cachoeiras. E tinha a promessa de uma quinta queda d’agua a descobrir. O destemido Elson seguiu e pediu a todos para aguçar os sentidos para ouvir a cachoeira desconhecida. Nem precisou.  Depois de uma boa ladeira fechada fomos cair certinho nela, tínhamos descoberto uma nova cachoeira e ainda iríamos para mais quatro!
Agora a trilha da Cachoeira Urubu é a “Trilha das 5 Cachoeiras”. Batizamos a cachoeira de “João e Maria”, uma justa homenagem aos bebês gêmeos de Serjão, vale à pena o esforço. Todos a experimentaram, mesmo com o perdidão de alguns que desceram ribanceira abaixo e precisaram retornar para desfrutar da cachoeira.

Trilha 7 Maravilhas da Linha Verde IV

Bom, vamos lá !!! Já cansei só de lembrar da Trilha as 7 Maravilhas kkkkkkk Tudo começou com uma vontade de pedalar com o Mural, por está sempre acompanhado pelo site a excelente  cobertura das trilhas e expedições e foi despertando cada vez mais o interesse de fazer parte dessa tropa e vestir a armadura do mural, até que participei pela primeira vez no CTM Alphaville e já fiquei super entusiasmado pela forma que a Sabrina, Elsão e o grupo me acolheram, e mais encantado ainda por termos entrado em Pituaçu a noite e foi simplesmente fantástico. Ai falei para mim mesmo, tenho que fazer parte dessa poooorraaaa!!!!! O espírito de aventureiro e liderança de Elsão é fantástico, motiva qualquer um !!!!!!!!!!!!
Até que decide participar da trilha  AS 7 MARAVILHAS nos 49 minutos do segundo tempo da noite anterior, não consegui nem dormir de tanta ansiedade kkkkkkk Até que as 6:55 hrs chegamos em Costa do Sauípe preparamos as magrelas e partimos para mais essa aventura. Logo nos primeiros 5 km logo falei QUEE PORRAAA É ESSAAA =OOO , o arrependimento começou a bater kkkkkkkkkkkkkk Arreal demaaaaaaais, ladeira que só a porra (cada ladeira mais inclinada e extensa que a outra) e vinha o desespero de ainda faltar mais de 60 km pela frente de pura paulera !!!
O espírito aventureiro falou mais alto, e a motivação da equipe e principalmente do Leo me ajudaram demais a conseguir chegar em Itanagra exatamente ás 11:37 hrs, depois de ter subido 1000 ladeiras, ter passado por 500 arreais, pulado umas 5 porteiras e cercas kkkkkkkkk as pernas estava só o pó e eu só a pacote.
Logo quando entramos na cidade e fomos para o restaurante almoçar, quando me deparei com a Vila do Chaves kkkkkkkkk E o restaurante fica lá dentro onde saboreamos um delicioso banquete. Eu já comi feijão de caldo gostoso, mas aquele estava de PARABÉNS KKKKKKK Também não podemos esquecer a pimenta que agradou a todos. Estava tudo lindo e maravilhoso até que o Leo foi contar a história do assalto no Rio de Janeiro, ai pronto, acabou a paz e o sossego kkkkkkkkkkkkk O debate transformou o restaurante na câmara dos deputados, na Secretaria de Segurança pública, até as pesquisas e índices do IBGE foram para a mesa. Só que a coisa ficou séria quando tocaram no nome da Tia Dilma, e no PT KKKKKKKK
Parte do grupo, inclusive eu foi logo para o meio da vila do chaves descansar deitando em um confortável chão de cimento,  o chão estava tão confortável para o meu estado físico e mental que estava dando de 10 x 0 na minha cama kkkkkkkk Muitos urubus estavam rodando tão baixo que pensou que tínhamos morrido kkkkkkkk Só estavam esperando os corpos federem para nós saborear kkkkkkkkkkk
Depois de tirar a velha perereca depois do almoço, partimos em baixo de um Sol escaldante que estava sapecando o juízo e cozinhando o feijão na barriga, a cada 10 metros percorridos era um sufoco. Mais fomos pedalando, pedalando e pedalando, atravessando pastos, até que quando a energia estava para acabar, um delicioso banho de rio para recuperar as forças, para mim foi a melhor parte do percurso, deu trabalho para sair de dentro, apesar da água está TRINCAAAAANDO kkkkkkkkkkkkk

Lançamento da Expedição 2016

Depois de muita expectativa, foi revelado na solenidade de lançamento o destino da nossa próxima grande aventura, a EXPEDIÇÃO TITICACA - BOLÍVIA E PERU, com passagem pela extraordinária ESTRADA DA MORTE com seus 64km de downhill. Esse destino promete vivermos muitas emoções com paisagens e desafios espetaculares, será surpreendente! 
Aproveitamos para agradecer ao RESTAURANTE CASA VERDE por abrir suas portas para mais esse evento do Mural de Aventuras e os parceiros BEST BIKE SHOP, MAIS BIKE e RAMIRO BIKE SHOPP que apoiaram a realização do bingo com a disponibilização brindes muitos legais e que todos estavam ansiosos para ganhar, rsrsrs.
Logo em breve as inscrições para a expedição serão abertas, fiquem atentos pois as vagas são limitadas!
“Se quer chegar rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá com o Mural de Aventuras!”
Bora Mural!

Novo Muralista: Jonathas Guimarães Farias Gomes

Bem-vindo ao novo Muralista: Jonathas Guimarães F. Gomes.
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Trilha na Fazenda Real

Esta é minha primeira trilha com o Mural de aventuras e foi exatamente daquele jeito: “A primeira vez a gente nunca esquece”.
Sempre que é lançada uma nova trilha no calendário do Mural, a expectativa é muito grande e a da Fazenda Real não foi diferente, principalmente por ser a primeira vez neste local. Bastou abrir as inscrições e em algumas horas todas as vagas estavam preenchidas e iniciada a lista de espera. Foi criado então o grupo temporário do whastapp para início da resenha entre os inscritos, por outro lado, uma galera rezava para alguém desistir e pedir para sair.
No dia da trilha a diversão iniciou no ponto de concentração. Os que pediram para sair sofreram com as resenhas, Cerca não libera um, até hoje dou risadas quando lembro dele imitando Arthur. Resenha garantida também para os atrasados, estes deram sorte porque desta vez teve tolerância, Jean “TACALIPAU” chegou parecendo que ainda estava dormindo e Guga já está com fama de atrasadinho.
Após a chegada de todos partimos para a Fazenda Real, chegando lá mais uma resenha, engarrafamos o acesso da fazenda, pois para entrar foi necessário fazer cadastro e puxar antecedentes criminais, etc., sacanagem a parte, mas deu tudo certo, ninguém foi barrado.
Iniciamos a trilha por volta das oito horas, o tempo estava muito bom, com sol não muito quente.  O local é maravilhoso, muitos trechos arborizados dando um tom especial para a nossa aventura, mas trilha boa tem que ter terra e lama e não faltaram trechos assim. O percurso mapeado por Mario ficou muito bom, principalmente para os iniciantes como eu, passei por alguns trechos com dificuldade mais consegui fazer uma boa trilha, sem quedas desta vez...e por isso não posso deixar de relatar que nosso anfitrião Mário resolveu comprar outro terreno na Fazenda Real, ainda bem que foi em local bom (risos).
Durante o percurso, a turma do mural não deixou passar nada. A galera arranjou obstáculos para incrementar o desafio, com direito a descida por uma mata fechada e colada com um muro em construção, todos brocaram, mas o destaque do dia vai para Sabrina que subiu um paredão deixando os marmanjos para trás ... acho que Elsão não dormiu nesse dia (risos), foram várias tentativas e ninguém conseguiu superar a única Muralete desta trilha. Em seguida fizemos uma parada no Lago da fazenda para descansar e resenhar, acredito que até hoje Cerca está tentando entender a piada que Kadjon contou (risos).

Trilha no Parque de Pituaçu

Após 101 dias da expedição, eis que ressurge Lucas numa trilha do Mural, como alguns devem ter pensado não foi devido ao cansaço, pois a viagem foi maravilhosa e aconselho para todo muralista participar de uma expedição, mas devido a estudos estou ausente nos pedais, mas vamos ao que interessa.
Finalmente no dia 09/04 teria uma folga para ir para trilha do Mural, mas quando olhei no calendário não tinha trilha, então marquei para pedalar em Pituaçu com um amigo que está começando. Durante a semana verifiquei que foi agendada uma trilha, coincidentemente em Pituaçu. Logo uni o útil ao agradável, pedalar com o Mural e fazer a inclusão de mais um no pedal.
Agendado o bonde da Pituba com Cerqueira e Foltz partiu Pituaçu, lá nos encontramos com Rei, Seu Sérgio, Jean e Alex (meu amigo). Na resenha antes de começar o pedal descobri  o motivo pelo qual não teria trilha naquele final de semana, nosso chefe estaria no “Paradise” em busca de novas inspirações para o Mural de Aventuras, mas Rei, juntamente com  Cerca, nosso mais novo CORDENADOR decidiram fazer a trilha.
Fizemos uma volta no trajeto principal incluindo as trilhas internas, pensei que Alex não iria aguentar, mas ele conseguiu, no tempo dele é claro. Quando entramos na trilha que leva a pista de pouso de ACM (segundo Foltz), troquei de biclicleta com Alex para dar uma forcinha a ele, e durante a volta ele percebeu que tinha perdido meu ciclo-computador, para sorte dele voltamos para procurar enquanto ele descansava, coca cola garantida. Durante o percurso encontramos outros bikers nas trilhas. Quando passamos pela barragem, Seu Sérgio trocou de capacete e foi verificar a obra.
Em breve estarei de volta aos pedais juntamente com a família Mural. BMMP. Lucas Rocha.