5° dia Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu: Morro Azul

Depois de 4 dias de sofrimento e de conhecer parte de um outro Brasil com uma boa pitada de Europa, já havíamos percorrido a Serra do Rio do Rastro e o Vale Europeu programados para esta expedição, mas ainda faltava esse último dia para finalizarmos e termos o direito de usar os distintivos. Como o nome era Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu passei toda a aventura perturbando os já expedicionários e principalmente Elsão, dizendo que não precisaria fazer o último dia para ser considerado concluinte, uma vez que o programado era a parte que dá nome à viagem e concluiríamos no 4º dia. Até que no início desse 4º dia Elsão virou e falou: “rapazzzzz pare com isso, isso dá um azar que você não imagina!” Não dei muita bola e ainda repeti a brincadeira algumas vezes durante aquele dia de pedal duríssimo. Eis que depois de subir a última e pior ladeira minha bike quebrou o freehub, de uma forma que não conseguimos reparar na trilha, e tive que ser empurrado até a cidade destino, Timbó, que ainda estava há 20km do local.
Muita resenha e muita força, todos se revezando no auxílio até chegarmos; união que emocionou muitos dos integrantes. O grande problema é que retornamos a Timbó já no final do dia 29 de dezembro, logo não havia nenhuma oficina ou bikeshop abertos ou mesmo um local para locar uma bike para pedalar no dia seguinte. Acordei desesperado assim que o dia raiou para tentar reparar o estrago, alguns componentes do grupo foram acordando e quando olhavam a maioria achava que não teria conserto, e o meu desespero aumentando; cheguei até ali, estava fisicamente em condições de pedalar e não concluiria a Expedição. Mas, enquanto os outros tomavam o café da manhã e se preparavam, com algumas ferramentas emprestadas fui desentortando o alumínio do freehub, retirando alguns pedaços com uma chave de fenda e com muita paciência o armengue funcionou; não ficou perfeito, mas dava para pedalar sem forçar muito e mesmo atrasando um pouco o início do pedal consegui seguir com a galera. Então #FicaADica: só pensamento positivo, pois só acaba quando termina (Kkkkkkkkkkkkkk).
Então iniciamos a subida do famigerado Morro Azul, com uma decida que alucinou a todos, e no final, uma comemoração regada a cerveja e muita resenha para comemorar enquanto as bikes eram lavadas em um posto de gasolina. Mas ainda faltava o sexto dia, uma vez que voltamos no dia 31 de dezembro, e todos, mesmo mortos de cansaço, tiveram que curtir a virada do ano com suas famílias como se nada tivesse acontecido. BMMP!!!! Giulyano Lima (Giu).


Segue abaixo a fiel descrição de Guga desse dia tão especial.
Quinto dia de expedição. Apenas um pedal regenerativo para cumprir tabela. Afinal de contas tínhamos percorrido mais de 400km em quatro dias, com mais de 6.000mt de altimetria acumulada. Dentre os 400 quilômetros, nos três dias anteriores, tínhamos completado o percurso do Vale Europeu que é para ser feito em 07 dias (ou seja, tínhamos feito 7 em 3). Então vamos ao nosso pedal regenerativo:
O trajeto desse dia foi mantido em segredo até a véspera, no clássico estilo Mural de ser. Então foi revelado o destino, subiríamos o Morro Azul, local frequentado por praticantes de voo livre. Para mim foi muito gratificante poder escrever sobre esse dia, afinal de contas, sou praticante de Parapente desde 2005 (há mais de 10 anos).
 Tínhamos chegado em Timbó no dia anterior. Acordamos cedo como de costume, tomamos café da manhã e partimos. Na saída passamos por um estradão em um ritmo moderado, mas durou pouquíssimo tempo, e logo já estávamos no ritmo característico do mural. 
Eram apenas 18 km do centro, ah... "vai ser tranquilo" (esse é um dos equívocos mais comuns... com o Mural, nunca é tranquilo!). A altimetria foi de aproximadamente 800m. E logo apareceram as subidas. E eram subidas pra ninguém botar defeito. Nível de dificuldade altíssimo, com angulações que tornavam praticamente impossível se equilibrar, de tão lento que se conseguia subir. Somando-se a isso, o cansaço acumulado, foi difícil não empurrar a bike, mas vários honraram a verdinha e não empurraram.
Era uma subida que parecia interminável, o folego já faltava, a água no finalzinho, e finalmente chegamos à placa: "Bem vindo ao Morro Azul". "Ótimo, acabou!", pensamos. Olhamos ao redor, e vimos uns caminhos acima, aí veio a dúvida: "Acabou? Será que acabou mesmo? E essa placa aqui?" Depois de poucos minutos ali, percebemos que ainda teríamos mais subidas e com nível de dificuldade ainda maior. Descobrimos então o sentido daquela placa... era só para rimar com o sofrimento que ainda tínhamos pela frente. 
Agora sim, sofrimento chegando ao final. Topo do Morro de Voo-Livre. Vontade enorme de estar equipado e sair voando. Vista linda demais. Estávamos quase todos sem água, a subida exigiu muito de nós. Tinha um casal no Morro, perguntamos onde achar água e percebemos que eram Hermanos. Pela placa do carro que era do Paraguai e pelo estado do carro, ia descer na banguela.
A melhor parte estava iniciando nesse momento. Consumir toda aquela energia potencial gravitacional que acumulamos mastigando a coroinha e transforma-la em energia cinética. (Essa foi para os engenheiros do grupo). Muralizando isso seria: Brooooocccccaaaaaarrrrr em Aaaalllltttaaaa na descida!

CTM ALPHAVILLE ESPECIAL - ANIV. DE JAMPA

O CTM Alphaville dessa semana foi ainda mais especial! Em comemoração ao aniversário de Márcio Jampa, iniciamos o pedal como de costume no Alphaville da Paralela e partimos em direção ao Bairro Caminho das Árvores para conhecer as futuras instalações da MAIS BIKE, a mais nova loja de bike e parceira do Mural de Aventuras.
Lá fomos recebidos com uma mesa repleta de salgados e um delicioso bolo, além de bebidas diversas. Claro que rolou os parabéns e até discurso, foi muito bom!!! Parabéns Jampa, o Mural de Aventuras lhe deseja muitas felicidades, saúde e sucesso para a MAIS BIKE. Estamos juntos! Bora Mural!!!
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1° Dia - Trilhas em Jacobina: Parque das 7 Passagens

Analisando o calendário do Mural, já sabia que Jacobina seria uma das trilhas que não poderia perder por nada! Essa cidade em especial, fez parte da minha adolescência, que apesar de não ter nascido e muito menos residido por lá, sempre teve uma ligação forte comigo. Posso afirmar que devido às suas lindas paisagens de serras, vales e cachoeiras, me inseriu nesse contato direto com a natureza e de esportes radicais, inicialmente realizando aventuras com caminhadas e acampamentos. Para completar a expectativa da viagem, iríamos conhecer algumas regiões que sempre tive interesse em conhecer, o "parque estadual das Sete Passagens" e "Itaitu".
Seriam dois dias de pedal, o primeiro dia (sexta) com 100 km de distância, que já anunciava que seria o dia mais cansativo, e o segundo dia (sábado) com 60 km, que apesar de ter uma quilometragem menor, não foi "light" como imaginávamos. Após a recepção dos representantes do Mural de aventuras "Julinho e Rogério" e alguns participantes do grupo "Bike Jacobina" do qual também fazem parte, seguimos em direção a Igreja Matriz, onde tiramos algumas fotos com a vista do cruzeiro, que para quem já teve oportunidade de conhecer, tem uma vista deslumbrante da cidade!
Iniciamos a trilha por uma antiga estrada que liga à cidade de Miguel Calmon, boa parte de estradões que passam por alguns vilarejos e pela estrada da Mineradora de ouro ainda em funcionamento. Ao nos aproximarmos do parque das Sete Passagens, já tínhamos uma prévia da altimetria que iríamos enfrentar. Chegamos na entrada principal, e iniciamos uma subida longa e bem íngreme, que nos levaria a recepção e administração do parque. Valeu muito a pena todo esforço que tivemos para subir, pois, podemos desfrutar uma vista linda de toda a região. Como o parque dispõe de infraestrutura e local para acampamento, certamente voltarei para explorar algumas trilhas e cachoeiras que ficam pelas proximidades. A única ressalva é não poder utilizar as bikes nas trilhas.
Após contemplarmos o visual e descansar por um curto período, chegou a hora de fazermos um downhill alucinante até à cidade de Miguel Calmon. Paramos para lanchar e seguimos para "Itaitu" pelo local chamado bananeiras. Nesse momento já tínhamos percorrido mais de 50 km, com altimetria acumulada de mais de 1.500m, já passava das 12h e o sol/calor e a fome nos castigava e ainda faltavam 30km para o local do almoço. A essa altura, alguns já tinham desistido de continuar e retornaram para Jacobina. Vale ressaltar a participação de um dos integrantes do grupo Bike Jacobina, chamado de "espirro". Que cara guerreiro, com sua bike 26, freios v-brake e sem estar clipado, subia e descia ladeiras, mesmo com câimbras fortíssimas.

Trilha New Tiririca - A Descoberta de uma Nova Aventura

Mais de 4 meses sem pedalar, recebendo mensagens de Elson com fotos do CTM e das trilhas todas as terças e finais de semana, vontade de pedalar aflorando... eis que aparece um pedal nível 3 (para mim, no momento, é o limite kkkkkkkkkk). De imediato pergunto para Elson se haviam muitas ladeiras e se era puxado, pois iria com a bike emprestada de um amigo e estava despreparado, ele responde que a trilha era tranquila.Por volta das 06:40 do sábado (02/04/2016), estávamos eu, Elson, Mário, Tacalipau, Sérgio e William no Posto Kona. Neste momento já tinha gente trocando pneu de bike e uma Coca-Cola na conta, às 07h Elsão profere o famoso grito de guerra: PARTIU.Começa a trilha num típico estradão com ladeiras curtas para esquentar as pernas, até chegarmos numa casinha abandonada, parada para o registro com a bandeira do Mural e, para mim, momento bom de descansar. A esta altura eu já perguntava para Mário quantos km tínhamos andado kkk.Por sorte ou azar de nossa parte, Elson não se tocou que eu e Mário nunca tínhamos feito a Trilha da Tiririca, por achar que todos já conheciam o buraco do esparro, optou por desbravar novos terrenos da região. Fico na vontade de, na próxima, encarar o buraco.Saímos da casinha para começar a parte gostosa da trilha. Após algumas subidas e descidas pegamos um single track descendo uma ladeira com muitas valetas, parte bem técnica da trilha, Elson e Tacalipau brocando na frente, o restante descendo na manha, até que o pneu de Mário desembeiçou, resultando em uma bela queda em cima de mim e mais uma Coca-Cola na conta.Pneu desembeiçado, pouco líquido, era necessário colocar câmara no pneu. Só não se esperava que as câmaras reservas de Mário e de Sérgio estivessem furadas e a de Elsão lascada. Bom momento pra descansar, resenhar e dar algumas risadas.

Aniversário da Muralista Mirim Ana Clara

Olá pessoal.
Hoje é o aniversário de 8 anos da muralista mirim Ana Clara.
Parabéns, muitas felicidades, saúde, alegria e que cresça com garra para acompanhar o seu pai, o muralista Willyam, nas aventuras do Mural!
BORA MURAL!!!


4° dia Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu: Alto Cedros, Palmeiras, Timbó

A dormida para mim (Rei) nessa noite foi revigorante, pois me tranquei num quarto no pavimento superior da hospedaria. O povo ficou se acabando lá embaixo, comendo água e dando risada (eu Phillipe me inclui nesta “bagunça”, lembrando de nosso amigo Plech que por motivos maiores não pode estar conosco na expedição), porém ficando ainda mais cansados. O café da manhã da hospedaria do Sr. Raulino Duwe não foi um 5 estrelas mas deu para preparar o corpo para a batalha. Estava uma chuva fina por volta das 8 horas quando ficamos prontos para partir. A saída dependia da travessia do barco que seria feita em 3 etapas. Eu (Rei) me dei mal por ter voltado para a pousada para ir ao banheiro e acabei indo na última viagem com o barco completamente sujo de lama. Mas não tinha problema, pois não iam faltam poças de lama para nos sujar ainda mais.
A caminho de Palmeiras nos deparamos com a primeira subida, ao chegar no ápice da ladeira nos deparamos com uma entrada de uma fazenda, a qual me fez refletir (Phillipe) como seria a vida naquele local, em meio a reflexão olho para o lado e me deparo com a seguinte placa dizendo “Sitio biela torta. Quer vir vem, mas é pau” o que me fez arrancar risos e esquecer a reflexão.

Após a subida, o percurso continuou duro, ficou um sobe e desce, mas subindo do que descendo, rsrsrs. Em uma dessas ladeiras ocorreu um fato preocupante, o bagageiro flutuante de Marcelo partiu!!! Foi um momento de apreensão e a única solução encontrada foi dividir sua bagagem entre os companheiros. Elsão foi quem ficou com a maior parte, chegou a ficar triste e até mais lento no pedal, rsrsrs, mas logo depois se acostumou com o peso extra e voltou a brocar. KKKKK. De qualquer forma, declarou que será proibido o uso desses bagageiros mas próximas aventuras do Mural. Fica a dica, nunca utilizem bagageiro flutuante em aventuras de bicicleta.  
Logo mais à frente paramos em um ponto de ônibus ao lado de um córrego, minha água já estava nas últimas, a sensação de fome era nítida no olhar de todos.
Após a parada eu (Phillipe) e Elson esticamos um pouco, momento este onde nos deparamos com uma linda cachoeira na beira da estrada, nos convidando para refrescar a cuca e os “motores”.
Deixando a cachoeira para trás, continuamos a pedalar...
Em Palmeiras, por volta das 13:30 paramos para almoçar. Almoço coma a vontade, sonho de qualquer expedicionário. Comemos até explodir, mas não deu tempo de “jiboiar”, foi o único momento em minha vida (Phillipe) que mesmo de barriga cheia sentia fome e diga-se de passagem que em uma expedição você se depara com situações inimagináveis. Enquanto almoçávamos caiu um uma chuva torrencial. Logo depois chegou um grupo de jipeiros fazendo o percurso do vale europeu com carros 4x4. Ai fica fácil... era visível nos olhares com a expressão: “esses caras de bike são loucos.” Reiniciamos o pedal com uma mega ladeira logo de cara para fazer a digestão do almoço. A disputa entre Cerca, Giu e Guga continuava... ninguém queria ser o papuco do dia. O sol voltou a brilhar e o calor começou a esquentar os miolos da galera. Para nossa sorte encontrávamos algumas bicas e riachos no caminho.

Havíamos subido muito, muito mesmo. O lado bom disso é que depois sempre tem uma descida... e neste caso a descida foi alucinante!!! Era necessário parar às vezes para descansar os braços e agrupar os mais responsáveis que desciam com segurança. Coloquei (Rei) a câmera para filmar Cerqueira, e não deu outra, o rapaz se empolgou e quase se mistura com a vegetação local. As valas deixavam o trajeto ainda mais desafiador. Alguns carros subiam em alta velocidade, o que nos deixava preocupados com os que vinham atrás. No final chegamos ao nível do rio com uma ponte secular, e claro, fizemos fotos com todos sorrindo muito por conta da satisfação pós brocação.
A paisagem tinha mudado, passamos a pedalar ao lado do caudaloso rio, mas o clima de aparente tranquilidade logo iria mudar... Sabíamos que havia uma boa subida a ser vencida antes de chegarmos a Timbó. No mapa do Vale Europeu o trecho estava pintado de vermelho o já mostrava sua dificuldade. Eis que começamos a subir a “parede”, a cada curva a inclinação piorava. Inevitável foram as paradas “parcelas” para retomar o fôlego, mas ninguém queria empurrar a bike. Em uma nessas paradas, lá em cima estava Elsão já com máquina fotográfica na mão fazendo as fotos, cheguei (Philipe) com as forças quase esgotadas... Mas a subida ainda não havia terminado, vários já estavam empurrando suas bikes. Para piorar, a estrada estava muito estragada, com muitas valas, tornando o desafio também técnico. Fiquei sabendo depois que apenas Elsão e Guga haviam subido toda “parede” pedalando.

Trilha em Praia do Forte - O Mega Power

Após fazer o percurso Mega Power da Corrida do CT Gantuá com a minha parceira Carla Guimarães, fiquei tentado em voltar pelos lugares e trilhas por onde passamos. O principal motivo foi devido a beleza de grande parte do trajeto, que até o dia da corrida ainda não conhecia.
Precisava de uma oportunidade para voltar lá e viver a emoção do mountain bike de uma outra forma, menos apressada como não é o caso da corrida, rsrs. Tinha certeza que em uma trilha com a com a galera do Mural, poderia apreciar mais os detalhes da natureza e curtir cada momento do novo trajeto descoberto.
Partimos de Praia do Forte e em um ritmo moderado a forte (nível 4 do Mural), entramos nos singles tracks da famosa Reserva de Sapiranga, um local ideal para a prática desse esporte e que sempre visitamos. Estava ansioso para chegar logo nos novos trechos, que para mim, seriam a grande sensação. Sendo assim, a velocidade foi um pouco maior do que o normal, Israel chegou até a comentar que parecia que estávamos na competição, rsrsrs.
Vale lembrar o momento de alegria em encontrar os Dinos Bikers, entre eles estavam Bastião e Albertão, grandes companheiros de aventuras já vividas. Fizemos uma foto para registrar o momento especial e nos despedimos.
Quando entramos no estradão, Tacalepau puxou o pelotão enquanto tentávamos pegar o seu vácuo. Vale ressaltar a presença de Ramiro, que nesse momento também colou junto e fez aumentar ainda mais a brocação! Rsrsrs.
Ao chegar na fazenda, onde seria o novo trecho, paramos para hidratar. Kichute, que não carrega mochila de hidratação, já estava desesperado com a falta de água, KKKK. Depois de contar algumas histórias das aventuras do Mural pelo mundo, retomamos o pedal mais lentamente para apreciarmos a beleza do local. Vários lagos, morros, paisagens e single tracks faziam parte do cenário, uma rara mistura que apesar de beleza, não deixa de ser um desafio, principalmente para quem fez o mega power da corrida.

Trilha do Morcego em Sapiranga - Lanternas Pifadas

As trilhas com o Mural são sempre únicas, mas a Trilha do Morcego é ainda mais especial.  É uma aventura que iniciamos o pedal de tarde e entramos pela noite onde tem muito mais emoção. Essa é uma das trilhas do Mural de Aventuras que eu faço questão de participar, mesmo estando afastado dos treinos há 8 meses, não abro mão de contemplar o por do sol na mata e de pedalar nos single track a noite, estou acostumado a pedalar nas trilhas da sapiranga, mas a noite é realmente uma sensação única!!! Pois bem, iniciamos a trilha na sede da Floresta Sustentável onde subimos para o Castelo Garcia D’avila, na verdade subimos e descemos nos single track do castelo com muita areia fofa, um pedal bastante técnico, mas com umas descidas emocionantes, dessa vez ninguém caiu na piscina de areia fofa no final da descida. No estradão da sapiranga encontramos uma mercearia e fizemos uma pausa rápida para hidratação alimentação e bate-papo e depois entramos na trilha de mata atlântica já ao entardecer puxando um pouco pra noite e aí a trilha ficou com mais emoção ainda, já é possível curtir a natureza de uma forma diferenciada, a visão vai se acostumando com a escuridão até um momento que é imprescindível o auxilio de um farol, na verdade o ideal são 2 faróis.  Quem tem 2 tem 1 e quem tem 1 não tem nenhum, na verdade esse ditado não vale para galera do Mural. Fui pra trilha com 1 farol e quando ele quebrou ganhei 2 emprestados dos parceiros Guga e Mara, esse caso será contato mais na frente.
Então vamos lá, pedalar nos single track da sapiranga a noite só com a luz do farol é uma emoção única !!! Foram 9 km de single trek e muita adrenalina, depois chegamos no estradão dos eucaliptos onde algumas pessoas do grupo estavam andando em alta, nessa trilha não consegui acompanhar devido a falta do meu preparo físico mas é sempre uma emoção única, mesmo andando atrás!! No final do estradão tem uma descida apelidada por mim de kamikaze e foi justamente nela que minha lanterna parou de funcionar quase vou parar no mato e me acabo todo... na tentativa de coloca-la para funcionar eu até tomei um choque com ela... ninguém acreditou e isso foi um dos motivo de eu ter sido escolhido para fazer a resenha!!! Kkk. 

Corrida do CT Gantuá de MTB 2016

Todo o trabalho de organizar a participação do Mural de Aventuras na Corrida do CT Gantuá de MTB em Praia do Forte vale muito a pena quando é possível notar o sorriso e a felicidade de cada um, a união e a amizade que existente no Mural de Aventuras, são várias as declarações positivas, principalmente dos recém-chegados traçando o quando é notável participar do nosso grupo. Além disso, a Corrida do CT Gantuá é um exemplo de um evento bem estruturado, onde existe uma preocupação com cada detalhe para que tudo dê certo e seja um sucesso, como foi. Cada ano fica melhor e o Mural sempre esta presente desde o primeiro ano.
Parabéns a todos participantes! Independente dos resultados alcançados na prova, a maior satisfação é ver o quanto gostamos de estar juntos, e em todas as situações. Foi lindo! Parabéns também a Gantuá pela excelente organização do evento. Bora Mural!!!
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Nova Muralista: Jéssica Oliveira Bastos Barros

Bem-vindo a nova Muralista: Jéssica Oliveira Bastos Barros.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!

Trilha na Ilha dos Frades - Folhas Secas

4:20 am toca o despertador e sem pensar a gente se levanta pra arrumar tudo e partir pro encontro no Rei da Pamonha na BR. Chegando lá, os meninos já estavam a postos na resenha só esperando eu e Carla Guimarães pra seguir rumo a Madre de Deus. A expectativa já estava nas alturas, os que iam estavam super animados e os que não iam estavam tristes. Chegando em Madre de Deus, desembarcamos dos carros e embarcamos num barco pra nos levar até Paramana, ponto de partida da trilha. Já na saída do barco o visual dava indícios de que seria uma trilha, no mínimo, linda!!!
Desembarque nos Frades, Elson foi agendar nosso almoço da volta, aguardamos sob os olhares curiosos dos moradores e a notícia de que teria o casamento de Debora Secco na ilha naquele dia, dissemos que fomos convidados, hehehe. Almoço marcado, recomendações de cautela e atenção na trilha e veio aquele grito mais esperado: PARTIUUUUU!!! Um pequeno perdidão pra achar o atalho pra entrar na trilha. Até que uma moradora passou por nós e disse: “Ei, é por ali, lembro de vocês aqui ano passado!”. Agradecemos e fomos. De cara com uma ladeira “impedalável” subimos empurrando as bikes, chegando la em cima o visual era lindo mas a sensação era de desmaio, pela fisionomia do grupo, acho que compartilhavam da mesma sensação, já me faltava as pernas e nem tinha 2 kms de trilha. Ok, mas a gente veio aqui pra isso, então nada de mimimi, subimos nas bikes lá fomos nós, mata a dentro.
O dia estava espetacular, céu azul e um mar lindo e brilhante lá embaixo, mas junto a isso o calor estava de matar. 4Kms de trilha, qd surgiu uma árvore caída pra gente pular, aproveitei pra tomar um gel carboidrato, nunca na vida imaginei tomar gel com apenas 4kms de trilha, mas quem já tinha ido não mentiu, nem quanto as subidas nem quanto a beleza.
Sobe, sobe, sobe...desce um pouquinho...e a cada curva que a mata se abria nossos olhos saltavam diante da imensidão do mar e céu azul. E seguimos assim, em ritmo de pagode, suando muito e subindo e descendo, cada gota de suor era compensada com downhills tops, um conhecido como Tsunami, consegui descer “pedalando” mas uns 3 preferiram descer da bike porque fraturar algo ali não ia ser nada legal e dente é caro.
Nesse meio tempo antes de chegar a primeira parada na praia, teve o pneu furado de Tico Vandame (Vide resenha da Tiririca pra saber o porque do apelido), e eu nunca desejo mal a ninguém mas agradeci essa parada pra descansar. Chegar a praia foi uma coca gelada no deserto, um presente aos olhos, coqueiral lindíssimo e praia quase deserta com uns barquinhos de pescadores ancorados. Paramos no Barzinho ao lado da Igreja e tomamos uma cerva pra brindar aquela beleza toda e hidratar. Mais uma vez, PARTIUUU!!! Agora rumo a Ponta de Nossa Senhora.

Novo Muralista: Matheus Machado Trindade

Bem-vindo ao novo Muralista: Matheus Machado Trindade.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!

3° dia Expedição Serra do Rio do Rastro e Vale Europeu: Rodeio, Dr. Pedrinho, Cachoeira do Zinco, Alto Cedros

Já acostumado com as diversas trilhas e ciclo aventuras do Mural, Cerqueira estava com muita vontade em se aventurar em algo mais desafiador, intenso e inédito, uma Expedição! Foi aí que finalmente  se engajou na Expedição Serra do Rio do Rastro e Circuito Vale Europeu em Santa Catarina e tornou-se Expedicionário do Mural ! A vontade era tão intensa que não se cansava em repetir ao longo da viagem : “Sou expedicionário !!” Como ele, mais da metade do grupo compartilhava da mesma sensação de estreante. E da mesma aflição também.
Mas a aflição nunca é privilégio de quem é estreante. Nino, expedicionário ávido (criou até expedição própria) compartilhava da mesma apreensão. Até porque cada expedição é diferente da outra, sempre reservando surpresas e desafios próprios.
O Vale Europeu é um circuito mágico para os ciclistas. E o 3 º dia de expedição ( 2º de Vale Europeu) prometia  ser dos mais puxados. Entraríamos finalmente a parte alta do circuito e a menos habitada também. Partimos de Rodeio após o 1ª pernoite realmente bem dormido da Expedição! Tudo isso porque no dia anterior passamos a madrugada dentro de uma Van (Transfer de Orleans/SC a Timbó/SC) e saímos direto sem repouso, após um café na pousada e guarda dos mala-bikes. Uma boa noite de sono é imprescindível numa expedição, já que nunca se sabe quando se poderá descansar o suficiente para o desafio do dia seguinte.  Até esse dia o bumbum de Cerca estava de boa, mas já avisando que pagaria um preço por tantos dias consecutivos em cima de um selim duro e sem uso de um cremezinho anti-assaduras...
Carimbamos nossos passaportes do Circuito na Hospedaria Cama Café Stolf e partimos bem cedo rumo a Alto Cedros, com passagem por Doutor Pedrinho. O chão um pouco encharcado dava sinais que finalmente a previsível chuva chegaria até nós. Todo mundo, portanto, com o corta-vento ao alcance das mãos.
Poucos km saindo de Rodeio a Doutor Pedrinho inicia-se a subida do Morro do Ipiranga. Foram intermináveis 8 km de subida ! Visual lindo, um verde mais verde que já vimos, abundante em vales, cascatas, campos e serras, mas presenciando tudo isso na canseira das extenuantes subidas, não é mesmo Serjão? Rsrs. Ele talvez não se preocupasse em ser retardatário nas subidas porque o cenário compensava qualquer sensação de abandono. E de que vale fazer uma aventura como essa se não refletirmos sobre nossas vidas? O vale era o ambiente propicio para que ele pudesse pensar nos gêmeos que estavam para chegar e nas novas responsabilidades que viriam com seu nascimento.
O circuito é conhecido por Vale Europeu, mas pode chamá-lo de Circuito das águas. E é sempre encantado. O 3º dia de expedição provaria com esmero essa máxima. Para cada canto que olhássemos havia fontes d’água e uma infinita quantidade de pequenas cachoeiras. Completar o circuito leva normalmente 1 semana. Normalmente! Mas quem conhece o Mural de Aventuras sabe o quanto ele é fora do comum.

Trilha Pé-de-Chinelo SQN (Nova Soure)

Como todos sabem, a primeira vez a gente nunca esquece! E comigo não seria diferente. Enfim a minha primeira viagem com o Mural de Aventuras! Como se não bastasse, ainda seria a minha primeira viagem sem esposa e filha em quase 5 anos, ou seja, a ansiedade começou a tomar conta de mim desde o dia da inscrição para esta trilha!
Por um lado eu estava um tanto angustiado e apreensivo por estar longe da minha esposa e filha, porém sabia que estaria no conforto da minha segunda casa e família: O MURAL DE AVENTURAS! Então partiu Trilha Pé-de-Chinelo.
Encontro marcado no posto Rei da Pamonha às 18:30 hs e lá estávamos nós (15 Muralistas ao todo), sendo que desta vez fui no BONDE DO ODI (Odilardo): Odi, Jampa, Kadjon, Tacalipau e eu. Todos em ponto no horário marcado e lá fomos nós em direção à NOVA SOURE! Num carro estavam Elsão e Kichute, no outro o time das Muraletes com Carla, Carlinha e Maroca! Partimos em comboio e assim chegamos, sem muita conversa e resenha pelo menos no nosso carro! Hahaha. Uma viagem tranquila e rápida, não mais do que três horas na estrada.
Chegando em Nova Soure o nosso anfitrião NINO foi nos buscar na entrada da cidade e nos levou ao encontro dos outros Muralistas que lá já se encontravam (Cerqueira, Fernando, Marcelo e Bezeride). Aí vocês já viram: cerveja, petiscos, hambúrguer e uma resenha sem igual! Como todos estavam cansados e partiríamos cedo para a trilha no dia seguinte, decidimos ir para o Sítio de Nino: A CASA DA MÃE JOANA! Chegando lá fomos apresentados às dependências e fomos dormir!
O dia amanheceu e por incrível que pareça, fomos acordados não por um galo, mas por um jegue do sítio (sim, um jegue) que às 05:30 hs já estava relichando e nos tirando da cama! Todos devidamente fardados e prontos, fomos surpreendidos com um verdadeiro banquete preparado com muito carinho por Nino com diversas frutas, pães, cuzcuz, café, suco, ovos, iogurte, muita coisa mesmo! Estômago forrado, partimos para a tão esperada aventura!

CTM ALPHAVILLE E A LUA CHEIA

No CTM ALPHAVILLE dessa semana passamos por novos trechos de trilha que gerou uma adrenalina ainda maior a todos que participaram. A noite estava linha devido a grande lua cheia, ideal para algumas fotos (ver abaixo), contamos também com uma chuvinha que aumentou um pouco mais a dificuldade para alegria geral!

A cada semana fazemos um roteiro diferente que conta, entre outros com: CIMATEC, Greenville, Parque Tecnológico, Pituaçu , CAB e outros!

Semana que vem tem mais! Venham participar do Mural!!! Partiu!!!

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