Retorno Muralista: Mateus Neiva

É com satisfação que informamos o retorno do Muralista: Mateus Neiva.
Bem-vindo! Bora Mural!
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!

Trilha Abranpower - O Ataque das Motos

Olá ! Me chamo Alexandre, estou com o grupo do Mural a 03 meses. Praticamente aprendendo a pedalar com vcs, já que a muito tempo não pedalava de verdade. Há alguns anos, observava uma "galera" de bike andando pelo Canteiro Central da Paralela me chamava a atenção e despertava a curiosidade. Conheço agora a maioria da galera, tô gostando, apenas lamento não ter tanta disponibilidade nos finais de semana, já que tenho outras prioridades, mas sempre que possível vou sempre colar nas aventuras.
A Abranpower nível 04 do Mural, foi minha terceira trilha, fiz também a do Padre e a do Caboto.
Partimos empolgados "como sempre " rs. Muitas subidas , trechos técnicos, ritmo forte, quase nenhuma quebra até meu amigo PDF (Pai de Família) ter sua corrente quebrada. O mesmo estava despreparado, mas foi socorrido por um parceiro que deu o devido apoio.
Apesar de acostumados aos treinos, percebi um cansaço na maioria, paramos numa barraca, aonde consumimos alguns bons litros de suco feito com água "duvidosa" mas que na hora desceu muito bem . A parte "punk" foi que de repente percebemos que estávamos em meio a uma corrida de motos de trilha, o clima ficou tenso, MIMIMI segundo a mesma, "viu a morte de perto", mas exageros a parte, Elson tranquilizou a galera , e saímos de mais dessa .

Trilha Itasap - O Cubo Salvador

Bom, como começar né rs, me chamo Felipe Issa, sou o mais novo Muralista, e a alguns dias atrás tive uma das experiências mais fantásticas com meu novo esporte, fiz minha primeira participação com o Mural de Aventuras já fazendo a trilha ITASAP. Saímos logo cedinho já no mural móvel e logo as 7h já estávamos todos pronto para o pedal, saímos de Itacimirim.
Fui conhecendo cada um ao longo da trilha, logo deu pra perceber que não é fácil ficar na cola de Elson, ao longo tivemos alguns contratempos como várias árvores caídas, terreno com lama, muita teia de aranha e logo vim a cair e comprar o meu terreno na bela Reserva de Sapiranga rs, vale ressaltar que isso me custou um cateye que só dei conta que tinha perdido no primeiro ponto de hidratação.
Enfim, resumindo o feedback, logo tivemos um problema com a bike de Cerva, que estava pedalando muito bem (sera!? kkkk) e teve que diminuir seu rendimento  por conta da seu cubo problemático. As meninas, Carla e Mara, que foram deram show de bike desde o começo, Kichute meu parceiro sempre me auxiliando no caminho e os demais a memória me falha os nomes, mas todos foram bem receptivos e solícitos durante o percurso, vale ressaltar um caso de amor no fim do percurso entre Cerca e seu amado Kichute tomando cerveja puro malte kkk.

Novo Muralista: Felipe Souza Issa

Bem-vindo ao novo Muralista: Felipe Souza Issa.
Em breve atualizaremos a página "Muralistas" com a foto do mesmo de uniforme padrão!

Mural em Barra da Estiva

Adelmo e Sandra da cidade de Barra da Estiva nos prestigiando com o manto do Mural em suas pedaladas.
Parabéns ao casal, continuem assim brocando na chapada e boas trilhas! Bora Mural!!
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Trilha Imbassaí - O Riacho da Sucuri e o Tuboágua

Acordo 6hs da manhã depois de ser trolado, mais uma vez, pelo despertador do celular. O ponto de encontro é no posto de Imbassaí às 7hs, com o horário apertado a brocação já começa na hora de arrumar as coisas e tomar um banho. No caminho, pausa pro café em Guarajuba, mas no final, ou melhor, no início,  cheguei as 7:10.A turma estava terminando de se arrumar, depois de tudo pronto e do bom e velho breffing partimos pro pedal.

Saímos por um pequeno trecho de asfalto e entramos numa estrada de chão e logo em seguida num single bem puxado, o sangue frio, o clima nublado mas abafado, e areia em alguns pontos foram suficientes para nos(me) deixar bastante cansados nos 10km iniciais. Eu acho que foram 10km, pois estava sem ciclo pra medir.
De repente caímos em um estradão e damos uma esticada de alguns kms, Elsao e Plech partem na frente da galera e só nos encontramos novamente em um vilarejo onde paramos pra tomar uma coca. Como não pode faltar nas trilhas do Mural, logo começamos a resenha, dessa vez encarnamos em PDF (Pai de Família) e seu óculos da vovó, eis então que surge uma figura. 
Dizendo ser amigo de Ramiro, ele logo entrou na resenha, o que sobrou pra PDF, pois quando falei que o óculos tinha um efeito degradê, o _desconhecido_ disse que estava mais pra um defeito “degradante” kkkkkkkkk depois de rirmos bastante, partiu pedal, voltamos por um pequeno trecho de estradão e em pouco tempo chegamos no “Riacho da Sucuri”.
No riacho, o óculos da vovó sofreu "bullying" mais uma vez, quando o Muralista Plech pediu emprestado pra fazer um mergulho e conseguir enxergar o fundo do rio rsrsrs.
Ainda no riacho Elsão falou que na ultima trilha alguns Muralistas tiveram coragem de atravessar uma manilha que cruzava a estrada, ligando uma lagoa maior ao riacho que estávamos, Plech (esse menino danado de 48 anos!!!) disse que ia atravessar também, e eu fui atrás (lá ele). Deu um pouco de medo mas foi uma aventura a parte, recomendo o "Tuboágua" aos mais corajosos.
Depois de um breve lanche seguimos a trilha... pegamos um pouco de tudo, single, areia, estrada, entramos na reserva de sapiranga e seguimos para o restaurante. Lá comemos uma deliciosa moqueca de caçonete, e de quebra o dono, já conhecido do Mural, ainda serviu mariscada e moqueca de arraia, muita comida para 6 muralistas, mas demos conta do recado. A comida é muito boa e com preço justo, um bom lugar para levar a família e fazer uma média com a patroa!!!

Desafio da Serra da Jiboia 14 - All Inclusive (Um teste de resistência física e psicológica)

Essa é a minha quarta experiência com a trilha da Jiboia, mais ainda precisava me testar na "all inclusive". A expectativa estava em alta, tinha dois anos que não pedalava por essa região. Pelo potencial que apresenta ao mountain bike, a região tem sido palco de competições importantes no cenário baiano e nacional. Essa trilha realmente merece todo respeito, não desmerecendo ou subjugando às demais edições, mais essa em especial, testa nossos limites a todo momento.
Para exemplificar o que estou falando, trata-se de um trilha de 100 quilômetros, com altimetria acumulada de quase 3.000 metros, com aproximadamente 18 horas de pedal (saímos às 7:30 da manhã e retornamos às 1:30 da madrugada do outro dia), percorrendo, subindo e descendo a serra da Jiboia por três vezes em locais distintos (Santa Terezinha, Elisio Medrado, Santo Antônio de Jesus, Castro Alves...etc). Para completar a dificuldade da nossa aventura, o tempo não colaborou, e a chuva e a lama nos castigaram até chegarmos ao final do nosso desafio. Isso sem falar nos contratempos, como problemas na bike (no meu caso a quebra da gancheira e de um pneu desembeiçado), ocasionando uma queda daquelas cinematográficas (confiram as fotos e vão confirmar o que estou falando) rsrsrsrs.
Para entenderem melhor o desafio, fazemos esse percurso normalmente em dois dias, e o mais interessante, é que existem diversos caminhos para chegarmos aos locais desejados, proporcionando uma aventura diferente, com Muralistas diversos a cada edição e cheia de emoções e desafios. Praticamente não existem partes planas, e o relevo da região já demonstrava como seria o nosso pedal assim que saímos da fazenda onde ficamos hospedados. O tempo mudou muito rápido, chegamos na noite anterior sem chuva, e na madrugada e manhã seguinte, a chuva e lama dificultavam a passagem das nossas bikes. Com menos de 5km rodados, estávamos completamente cheios de lama.
Até mesmo nas estradas de terra que ligam os vilarejos e as cidades, não faltavam subidas e descidas íngremes. Iniciamos as partes de trilha, com a "Matinha", local conhecido por passarmos no meio de um pequeno pedaço restante de mata atlântica. Como o clima e a lama não ajudavam, chegamos ao primeiro vilarejo (Tabuleiro do Castro) próximo do meio dia. Paramos para uma hidratação rápida em um mercadinho local, e seguimos para a primeira subida da serra. Como uma forma de compensar a dificuldade que iríamos enfrentar, paramos na Cachoeira do Nunes, para relaxar uma pouco e iniciarmos a subida. Se subir uma serra sem chuva já é duro, imaginem com o solo encharcado e escorregadio. Mas com muito empurra bike e umas duas horas e meia chegamos ao topo. Para valer o esforço da subida, fizemos o "downhill da samambaia", uma descida alucinante, serpenteando um vale, que fez logo a primeira vítima (Marão). kkkkkk.

Trilha em Cachoeira - Por Onde é o Pior?

Sexta a tarde, ajustei as coisas para o pedal,  partindo pela manhã para a cidade de Cachoeira, 70/80 km fácil de carro . De bugre? A aventura começou no Posto de Gasolina ao tentar colocar o cinto de segurança que travou. Depois de meia hora, tentado destravar o cinto, decidi incorporar o espírito de aventura do Mural para não perder o pedal, pois já estava atrasado. Graças a Papai do Céu, cheguei passando pela blitz da policia rodoviária estadual, sem ser parado.
Ao encontrar o pessoal, disse a mim mesmo. Ufa! “Agora é pedalar, mas antes tomar um café, não é nada mal, sabe-se lá que horas termina esse pedal. Aí tive que dançar e pagar o misto para o Dono, que queria ir embora logo, pois o pedal já estava atrasado, sendo que após o rugido de costume do Dono,  fomos todos a padaria, onde ninguém dispensou o misto e com suco de laranja, e eu, ainda adicionei um misto extra e cocada de amendoim no camelbak, imaginando que o dia ser longo , o que de fato aconteceu, pois o dia foi longo, onde foi possível observar a relação intima que existe entre Mario, o Capitão Fábio e Reinaldo.
Após a foto marrenta do mural, fomos em direção ao pedal e ai começou meu desespero subida, subida, subida, subida, e antes de sairmos da cidade minha bike quebrou o cambio dianteiro, e vi que meu pedal tinha acabado. Quase desisti do pedal, pois não seria possível pedalar só com a coroinha de 22 dentes na dianteira. Ledo engano, a decisão de ir foi arriscada, mas por outro motivo. Era só subida, subida de verdade, subida de colocar na coroinha, inha, inha e/ou  empurrar. Claro que havia um subidão e após um descidão, mas não tinha uma reta. Confesso que bateu o medo, quando chegou na Maria Preta, nome da pior ladeira segundo Reinaldo, empreendedor cachoeirense do MTB, confesso que minha imaginação de resenheiro, não é fértil suficiente para transcrever o sofrimento, mas antes de 10 km, já tinha gente empurrando, por isso que, quem não foi tem que ir, quem foi sabe do sofrimento, não dá para transcrever.
Ao final da Maria Preta, não sei se já havíamos rodado 15 km , e minha preocupação era outra. Rapaz se continuar assim vou ter que arrumar é uma corroa de 12 dentes, o que era impossível. Claro, razão pela qual havia uma certeza! O sofrimento era certo. O que era bom, pois quanto pior melhor. O problema era: Será que vai dar para aguentar ou vou ter arregar? A resposta era simples, você só sabe seu limite, se tentar chegar lá. Então vai, pedala, porque se não aguentar, o resultado é simples, arregar, pedir resgaste e aguentar a zoação. Acontece nas melhores famílias. Quem tem medo de cagar não come , já dizia o profeta.

Aniversário de 8 Anos do Mural

As mudanças de ultima hora não poderiam ser melhores.  Após de já confirmado o Aniversário de 8 anos do Mural com uma Trilha em Sapiranga, dois dias antes  Ciro informa sobre a possibilidade de realizarmos o evento em seu sítio em Abrantes. Foi um corre, corre, e rapidamente vários Muralistas confirmaram participação o que logo se mostrou que seria muito bom.
Fizemos a Trilha de Abrantes e Jorrinho, local muito bem conhecido por Rogério que foi o nosso guia. Apesar de curta (30km), a trilha foi bastante técnica e cheia de subidas desafiadoras, do jeito que o Mural gosta, rsrsrs.  Rogério jogou duro, nos levou para o melhor da região para a prática do MTB. Todos gostaram muito e ficou o gostinho que quero mais, logo, logo voltaremos para brocar ainda mais... Hehehe. A trilha foi marcada também por algumas quedas, nada de grave e quebras de bik
e, lembro de Ito (sempre quebra), Serjão (sempre quebra) e teve gente que até hoje depois da lama de Caboto não fez uma revisão, a bike de Foltz esta estalando geral... Serjão voltou de resgate (SAMU)... Olá pessoal, vamos cuidar melhor da manutenção das magrelas, viu!!!
De volta ao sítio, foi dado início a segunda parte da comemoração do aniversário. Foltz assumiu o seu posto de churrasqueiro oficial e mais uma vez brocou muito! Ciro trouxe dois tubos de “combustível de foguete”, enquanto as meninas (Carla Mimimi e Bina) faziam um a um provar o precioso líquido propulsor, promovendo o “batizado do Mural”, KKKK. Depois de rompida a barreira de primeira caixa de cerva, as outras voaram na velocidade da luz. Eis que surge “O BOLO”!!! Nas festas do Mural, a figura do BOLO é sempre objeto de desejo, não sei o que acontece, mas existe um magnetismo louco, tem gente que não gosta muito, mas nas festas do Mural se transforma e faz de tudo por pedaço. É uma agonia da zorra esperar até que os parabéns encerre e que de forma mais organizada possível cada um obtenha o almejado alimento...rsrsrs.
O aniversário de 8 anos do Mural, foi da forma com que mais gostamos. Repleto de alegria, confraternização, amizade, família, brocação, aventura, companheirismo e muita animação!!!
Aproveito para agradecer a todos pelas felicitações recebidas, pela presença e também a Ciro por abrir o espaço para nossa festa. Que venham muitos mais anos de aventuras e momentos incríveis como esse. Bora Mural!!! Elson.

Novo Muralista: Ricson Amaral Matos

Bem-vindo ao novo Muralista: Ricson Amaral Matos.
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Cicloturismo Muralista em Barcelona

Quando você vai a um lugar novo, se preocupa em buscar informações sobre os pontos turísticos, os destaques da culinária, as atrações culturais, as... peraí! Se você é um muralista, isso tudo vem depois! Primeiro você pesquisa as trilhas locais! Foi o que fiz quando tive a oportunidade de ir a Barcelona em Junho passado.
Fui para a internet fuçar o que se faz numa MTB por lá e encontrei um vídeo muito legal numa tal de Serra de Collserola (pronuncia-se Coiserolá) que fica no entorno de Barcelona. A cidade, na realidade, é cercada de morros e pude fazer um circuito muito legal, percorrendo alguns deles. Quando estava escrevendo esta resenha, busquei o vídeo que me inspirou, mas achei outro bem recente e que me fez voltar ao trajeto em pensamento, pois parece muito com o que encontrei lá: um terreno bastante seco e batido, com degraus de diversos níveis e várias pedras e raízes expostas num circuito que mistura estrada de terra batida e singles rápidos. Separe um tempinho e se imagine lá! Segue o vídeo:
Tudo foi meio improvisado, mas nem por isso menos emocionante e fantástico! Levei uma bagagem reduzida, mas sem esquecer minhas luvas, um tênis (é... fui desclipado mesmo!) e o padrão muralístico, né? ...rsrsrs...
Fui à cidade, visitei bike shops de cair o queixo (MTBs elétricas em todas as lojas por lá!), comprei um capacete e pesquisei bikes para alugar, mas uma pessoa amiga me emprestou uma bike que resolvi usar mesmo sendo tamanho P e estando com apenas uma coroa média, pois fora adaptada para descidas. Deu pro gasto!
A melhor coisa que fiz antes da viagem foi baixar um aplicativo de mapas off line! Me salvou em várias situações! Agradeci aO Criador de todas as trilhas a oportunidade, acionei meu mapinha off line e parti na manhã seguinte, da região do Parque Güell para o pé da Serra de Collserola. Chegando por lá, tentei me comunicar em portunhol com uns coroas, eles responderam sem muita certeza, depois de algumas tentativas, decidimos pelo inglês! ...he,he,he...
Certificando-me de que estavam começando a trilha e sendo aceito no grupo que agora tinha quatro membros (eu, Juan, Alfonso e Marti), começamos a subir a Serra por uma pista de asfalto sinuosa e muito usada por speedeiros. Essa pista vai até o Parc d’Atraccions del Tibidabo (de onde dá para ver a cidade toda), mas saímos do asfalto por duas ou três vezes para fazer o caminho paralelo pelas estradas e trilhas. Numa dessas saídas, a bike de Juan deu um estalo forte numa subida e lá se foi um free hub e um dos membros do grupo! Sorte que estávamos perto da pista: acompanhamos Juan até lá e ele desceu. Seguimos.
Depois de Tibidabo, fomos a Sant Cugat del Vallés, onde conheci uma estrutura fantástica de apoio ao ciclista: imagine lá em cima da montanha encontrar um restaurante bem equipado com várias mesinhas externas e paraciclos para umas cem bicicletas ou mais! E as bikes? O que a gente estava começando a ver nas revistas por aqui, já rodando por lá! (vejam as fotos!). Seguimos para Sant Just Desvern até um mirante que nos mostrava a cidade de um novo ângulo. Também muito bonito.
Perguntei se poderia voltar passando pelo Camp Nou (o campo do Barça) e Alfonso falou que poderia me deixar bem próximo. Na região de Pedralbes, Marti se despediu e descemos o morro (eu e Alfonso) por um single que nos levou de volta à área urbana. Fomos num lava-jato para tirar a poeira das bikes, passamos pelo bairro das mansões (top, viu? Acho que Neymar deve morar por ali!) e, chegamos numa Avenida onde Alfonso desviou e segui direto para o Camp Nou.
De lá, voltei ao hotel maravilhado com a cidade que ainda ia conhecer, mas já estando com seu entorno mapeado! Bora Mural! Fernando Benevides.

Ah! Os caras estavam programando ir para os Pirineus no começo de Julho num grupo de doze! Ciclista é gente boa em qualquer lugar do mundo mesmo!
Fiz um mapinha no Google para mostrar, mais ou menos, o roteiro total. Segue aí: 

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Trilha Caboto - Lama com Siri Mole Frito

Desde quando fui convidado por Ito para participar dessa aventura, fiquei muito entusiasmado, pois além de saber que pedalar com o mural é certeza de aventura, era também uma oportunidade de rever os amigos, então tratei de fazer tudo para não faltar.  Marcamos para nos encontrar no CEPE em Mataripe as 07h, pois Ito ainda teria de pegar o pessoal na entrada da cidade de Candeias. Cheguei um pouco mais cedo e fiquei esperando no estacionamento conforme combinado com Ito, logo, logo chegaram, arrumamos as bikes e partimos com destino a Maracangalha passando pela Jabequara.
Logo após pedalarmos alguns quilômetros chegamos em uma descida de lama, “eu falei lama”, aquela massa pê que gruda nos pneus e a bike não anda de jeito nenhum e tivemos que carregar a bike, e não demorou para ouvi um “obrigado Ito!!!” rsrsr, quando saímos da lama limpamos os pneus e seguimos em frente, a lama continuava mais era pedalável e depois de alguns kms finalmente chegamos em Maracangalha, paramos em um bar, e para hidratar bebemos algumas cervejas. rsrsr . Depois de hidratados, continuamos na trilha em direção a Caroba para de lá pegarmos um asfalto até o esperado Caboto.
Chegando em Caboto, antes de irmos para o restaurante almoçar, passamos no museu Wanderley Pinho, localizado em Caboto à margem da Baía de Todos os Santos, “o antigo Engenho Freguesia foi transformado em museu casa em 1971 devido ao seu valor histórico e a sua importância para a região do Recôncavo Baiano”, um lugar com uma arquitetura e natureza deslumbrante, onde tiramos várias fotos e seguimos para o restaurante.
Chegando no restaurante também um lugar belíssimo, e mais uma vez fomos logo tratando de nos hidratarmos com umas cervejas acompanhada de um delicioso siri mole frito, especialidade de Caboto que é maravilhoso...rsrsr, enquanto isso, Serjão aproveitou para concertar o pneu que estava furado. Depois pedimos nosso almoço, pois estávamos morrendo de fome e precisávamos repor as energias. Após saborearmos uma deliciosa mariscada (alguns preferiram peixe frito e moqueca de camarão), pegamos um barco e atravessamos para Passé, uma travessia rápida mais muito legal e divertida.

Nova Muralista: Jovanda M.Guimarães Azevedo

Bem-vinda a nova Muralista: Jovanda M.Guimarães Azevedo.
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Trilha na Ilha de Itaparica - Levante a Cabeça!

A trilha em Itaparica tem uma particularidade: o feijão! A expectativa e motivação, com certeza vem dele. Tudo indicava para que eu fosse o escolhido para escrever esse dia ímpar. Já cheguei atrasado na lancha. Eu, Manu e Sabrina fomos na próxima lancha, pois a dos demais estava lotada. Entre o vai e vem das ondas, fomos privilegiados com um arco-íris incrível sobre o Forte São Marcelo. Chegamos em Mar Grande por volta das 8h, encontramos com a galera e partimos. 
Nosso coordenador do ano Reinaldo (ele repete tanto isso que virou verdade, rs), foi quem estava nos guiando e resolveu mudar o início da trilha, mas nada que fosse fugir do antigo trecho, ou seja, várias ladeiras. Fizemos um percurso diferente que deixou a trilha ainda melhor. brocação em alta no single track até chegarmos no asfalto para depois cruzarmos a pista. Foi aí que Elson anunciou: brooooooca! Não pensei duas vezes. Desci em alta e acabei caindo de cara naquela terra vermelha. Não deu tempo tirar a bike da vala. Foi aí que a resenha estava armada. Manu encostou desesperada, levantou minha cabeça para estancar o sangue do nariz, mas não conseguia deixá-la pra cima e abaixei. Só ouvi o grito: LEVANTE A CABEÇA! Ela falou tão sério que até Arthur levantou a cabeça assustado. Kkkkk
Essa queda foi a resenha de todas as paradas. A trilha foi marcada pela quantidade de bikes com problema. Eu aproveitava para dizer que todos eles deveriam dividir a resenha comigo, todo mundo tinha algo para contar, mas não adiantou. Passava do meio dia e não tínhamos rodado nem a metade ainda, mas paramos Bar do Mural para repor as energias e consertar o pneu da bike de Kichute. Nos perdemos algumas vezes, atravessamos diversas cancelas e rios até o banho de represa/cachoeira improvisada.

Trilha do Parque Tecnológico e Cimatec

Salve galera!
Mais um dia de trilha do Mural e... dessa vez fizemos o que há de melhor em nossa cidade "CIMATEC + PITUAÇU".
Nos encontramos no mesmo ponto de encontro do CTM Alphaville.
Quando todos chegaram Elson gritou PARTIU!! E lá vamos nós para mais uma aventura.
Começamos a trilha pelo Parque Tecnológico, um local magnífico para quem gosta de trechos técnicos e singles desafiadores. Em determinado local da trilha nos deparamos com o lote do Elson, tiramos fotos e demos boas risadas.
Logo depois partimos para o Cimatec, local onde nos divertimos muito com os desafios.
Nos deliciamos tentando subir o S da FTC, subida muito íngreme e com duas curvas acentuadas, cada pessoa que conseguia subir sem colocar o pé no chão era comemorado por todos.
Foi muito bom estar com os companheiros do Mural em um local tão familiar e divertido. Espero que tenha mais como estas.
Um grande abraço a todos. BORA MURAL!!!!! Phillipe (Segundinho).
VEJA O VÍDEO ABAIXO. LIGA O SOM.

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Inauguração da MAIS BIKE, um Novo Conceito em Bike Shop

Na última quarta-feira (24/08) ocorreu a inauguração da MAIS BIKE, a mais nova Bike Shop de Salvador. Com um novo conceito, a MAIS BIKE vem atender e complementar as necessidades, anseios e expectativas do consumidor praticante do ciclismo das mais diversas modalidades, voltada para o comércio de bicicletas, assessórios, peças e prestação de serviço especializado de oficina.
A festa foi linda, contou com a presença de nomes conhecidos no cenário nacional do ciclismo como Brou Bruto e Luciano Lancellotti. O espaço ficou repleto de pessoas animadas com os produtos expostos e a recepção foi maravilhosa regada a cerveja artesanal, sucos, tortilhas, saladas e hambúrgueres. Quem foi pode observar a ótima estrutura da loja, mais uma importante referência em nosso estado.
O Mural de Aventuras parabeniza Marcio Oliveira e Thiago Lago pelo empreendimento e orgulha-se da parceria com a MAIS BIKE. Essa iniciativa promete contribuir com serviços de qualidade favorecendo a nas diversas formas da prática do esporte.
Compareça na MAIS BIKE confira de perto e surpreenda-se!
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