Desafio da Serra da Jiboia 3

A Expectativa para o Desafio
A semana que antecedeu a viagem para Santo Antonio de Jesus já estava causando uma grande expectativa em todos os participantes, principalmente para os que, como eu, não tinham a menor idéia do que iriam encontrar pela frente, pois apenas ouvíamos os relatos de quem já tinha desafiado a natureza pelas muralhas da Serra da Jibóia.

Viagem para St. Antonio de Jesus

A viagem aconteceu em clima de descontração e diversão, principalmente pela resenha nos rádios durante o trajeto. Porém toda aquela algazarra na viagem mais parecia uma forma de afastar um pouco a tensão do desafio que estava por vir. A noite foi tranqüila, com uma recepção das mais calorosas possíveis pela família da esposa de Elson. Após um excelente jantar, fomos dormir (ou pelo menos tentar) por algumas horas.

Início do Desafio

Nos primeiros raios de sol do sábado, o grupo já estava se aprontando para o grande e esperado dia. Tomamos um café reforçado, preparamos as bikes e os suprimentos e partimos conforme o programado. Pelas visões iniciais da região, ficava cada vez mais evidente o que seria aquele pedal.

Primeiras Impressões – O relevo da região

Definitivamente, não havia trechos planos em nenhuma direção de onde estávamos. As condições geográficas da região eram singulares: subidas quase sem fim e descidas velozes e muito técnicas, exigindo, portanto quase tanto esforço quanto nas subidas. E assim seguimos por estradões por quase uma hora até adentrarmos na mata em um single track bem travado.

Cachoeira do Nunes – 25% de percurso até então

Após um longo tempo atravessando a floresta, chegamos à Cachoeira do Nunes, ponto de referência estrategicamente escolhido para recuperarmos parte das energias, afinal de contas ainda estávamos a 1/4 de nosso percurso, apesar de começarmos a notar um desgaste considerável. Descansamos um pouco e partimos em retirada para um forte single track de subida mata a dentro.

Trilha na Mata – Downhill

As subidas altamente técnicas em single tracks, com folhas e raízes em um ambiente úmido e escorregadio fizeram todos redobrarem a atenção. Estávamos margeando pontos altos, com penhascos sempre à nossa margem. O visual sempre era indescritível, pois a natureza estava lá para nos recompensar por todo o esforço desprendido. Ao chegarmos ao ponto mais alto deste trecho das montanhas, nos preparamos para um downhill de vários quilômetros em mata fechada, com obstáculos que exigiram perícia a cada metro que foi vencido em altas velocidades. Tudo certo com o grupo, todos desceram com segurança e só no final tivemos um susto com o Biker Rei, que conseguiu dar PT no seu capacete, mas continuou firme e forte, sem gravidade alguma após o tombo.

Primeira Baixa no Grupo – Popó desiste de continuar

Em outra parada do grupo, ainda perto da metade do desafio, Popó anunciou sua desistência. Houve um momento de tensão, principalmente pelo fato dele conhecer o que teríamos ainda pela frente e ter decidido parar. O sentimento de apreensão tomou conta principalmente dos novatos no desafio. Mesmo assim, o grupo seguiu em frente.

Início da Subida em Direção às Antenas – O desafio final

Com uma visão ainda distante das antenas e do topo da montanha, já estávamos no meio da tarde quando partimos para o objetivo final. Fizemos algumas descidas radicais, paramos em uma pequena casa próxima à grande escalada, tomamos água gelada, gentilmente fornecida pela Dona da casa e começamos a subida.

A subida Depois da Casa de Farinha

Pelalamos por várias horas até chegarmos à casa de farinha. Ali já conseguíamos ver a imponente montanha que estava cada vez mais próxima à nossa frente. A grandeza da natureza nos fazia repensar várias vezes sobre valores e conquistas. Estávamos nos preparando para a escalada final, rumo ao topo.

A Chegada às Antenas

Após a saída da casa de farinha, aparecia entre dois imensos paredões rochosos um single track de acentuado aclive, praticamente impossível de ser vencido no pedal. Mesmo assim, poucos no grupo como Elson e Guido desafiaram metro a metro com suas bikes. A escalada foi a mais difícil, caminhando ou pedalando. Atravessamos os últimos trechos de mata densa e chegamos no topo da montanha já ao pôr-do-sol. O desafio final conquistado deu um ânimo ao grupo. Uma sensação de vitória foi comum a todos. Lá do alto conseguimos falar com Popó pelo rádio o que tornou possível compartilhar com ele a grande conquista.

O Retorno – um desafio oculto

Após alguns minutos contemplando o visual, começamos a perceber pelos fortes ventos e queda brusca de temperatura que a montanha estava nos dando um recado: era hora de partimos. Começava a escurecer e teríamos mais de 7km de descida perigosa, pois o estradão estava cortado por erosões e o risco de acidentes era eminente. Estávamos cansados, porém cientes que ainda era metade do percurso. Tudo que fizemos até então era a metade do percurso. Por algum descuido ou mesmo cansaço que já tomava boa parte do time, fui traído pelas erosões e tomei um nocaute, mas em poucos minutos estava de pé no “ringue" para enfrentar a difícil tarefa também de descer.

O Último Ponto de Apoio – Recarregando as energias

Chegando ao pé da montanha, fizemos uma parada estratégica para a única "refeição" do dia. Os suprimentos já estavam no fim. A água já tinha acabado e, portanto esta parada foi fundamental para conseguirmos retornar. A temperatura naquela região caía rapidamente e o cansaço era evidente em cada um dos desafiantes.

O Resgate de Popó

Seguimos em frente, vencendo parte das ladeiras que passamos durante o dia. A imensidão do percurso estava um pouco mascarada pela escuridão. Apenas tínhamos uma certeza, as subidas praticamente intermináveis estavam lá nos esperando. Encontramos Popó quando já passava das 21h. Continuamos nosso longo percurso, com três desagradáveis imprevistos em minha bike. Pneu dianteiro furou em 3 horas o que não furou durante todo o dia.

Os Últimos 25% de Volta – Superando todos os limites

Ainda com 1/4 do percurso a ser vencido, ficava difícil entender de onde estávamos tirando energia para continuarmos firmes. O ritmo caiu um pouco, mas continuamos vencendo cada subida. E seguimos assim até entrarmos pela madrugada, já a poucos quilômetros do final do desafio.

A Chegada na Fazenda - Serra da Jibóia "Extreme" cumprida: 102 Km de muita superação.

Já dentro da fazenda, rumo à sede, fizemos um single track e uma subida forte, antes de finalmente descer rumo à casa, onde Dona Neide nos aguardava para um churrasco. Já tínhamos passado das 2:00h da madrugada quando finalmente comemoramos um dia de vitória e, sobretudo lição de vida.

Aprendemos muito sobre nossos limites e com certeza conseguimos refletir sobre nossos valores. Soubemos muito bem lidar com várias coisas ao mesmo tempo: ansiedade, incerteza, resistência, força, medo, dúvida, coragem, escassez, limites e dor.

Uma frase para resumir o que um grande atleta já sentiu em cima de uma bike:

"A dor é temporária. Ela pode durar um minuto, ou uma hora, ou um dia, ou um ano, mas finalmente ela acabará e alguma outra coisa tomará o seu lugar. Se eu paro, no entanto, ela dura para sempre." (Lance Armstrong)

Um grande abraço, Welseman.

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24 comentários:

Elson disse...

Inicialmente gostaria de agradecer a participação da galera e a confiança depositada nessa aventura.
Para mim essa aventura muda em cada particiapante a forma de como vêem os desafios e promove a melhoria no autoconhecimento.
Durante essa ultra aventura, cada um de nós aprendemos mais sobre vários aspectos, principalmente em relação ao nosso corpo. Acho que todos nós passamos por sensações intensas e adversas bem diferentes, como: cansaço, dor, frio, calor, sede, câimbras, fome, medo, fraqueza,... O importante é que cada um soube avaliar o seu limite e tomar as decisões de forma correta para o bem próprio e do grupo.
Outra constatação: O sofrimento é inevitável, mas a satisfação de vencer é bem melhor!!!
Isso mesmo, a meu ver algumas pessoas são movidas por desafios, mas não por um desafio qualquer, mas aqueles que promovem essas sensações no corpo e que trazem um grande contentamento quando são superados.
Portanto, é por essa causa que já não sei a quantidade de vezes que fui para a Serra de Jiboia passar por tudo isso e enquanto Deus me permitir, irei voltar sempre.

Josué disse...

Com certeza, tão cedo não conseguiremos repetir uma aventura desta magnitude, a diversão começou já na viagem ,com a estréia dos novos rádios do mural, foi resenha e pressão do popó a viagem toda, ao chegar na fazenda, tinha um jantar com uma variedade, que parecia que era chegada de um pedal, na hora de dormir todo mundo arrumando, suas caminhas, ai sim começamos a descobrir, algumas coisas de nossos aventureiros, que me provocou uma crise de riso, os VIKINGS DO PEDAL, LEGIONÁRIOS e tal, dormem parecendo neném, cada um com uma mania diferente, tem um que tem um travesseiro inteligente, tentei conversar com o tal do travesseiro, mas este pode até ser inteligente, mas muito mal educado, pois não me respondeu nenhuma pergunta que fiz, tem o REI DA MOTOSERRA,tem o embrulhadinho,tem outros detalhes que deixo para os próprios contarem, na trilha só vista linda,o local é todo muito bonito, mas essas belezas tem um preço, as ladeiras gigantes e inclinadas, testando a condição física de qualquer um, preparado ou não, single track maravilhosos, as descidas alucinantes, pra se ter uma idéia, os discos de freio da turma toda em uma das descidas ficou azulado, devido as altas temperaturas geradas no mesmo para frear nossos brinquedos,numa das paradas,as bikes todas juntas e aquele cheiro de lona de freio de caminhão queimando srsr, o limites foram testados de todas as formas ,o físico e o psicológico, pois passar pela serra da jibóia ALL INCLUSIVE, é uma experiência que nos leva ao limite de nossas forças física e mental, sempre tem alguém pra nos dizer que conseguimos e tal, que é logo ali, que estamos chegando e a sensação depois de conseguirmos UM dos objetivos(que era chegar nas torres) é algo maravilhosos que não é posivel descrever com palavras, o outro era voltar pedalando, as ladeiras eram uma refeição bem balanceada, LADEIRA DA PINHA, DO PÃO, DA CASA DE FARINHA, e por ai vai, enfim foi muito bom eu volto lá é só receber outro convite srsrsr

João Paulo disse...

Elsão, pelo caminho falei com Josué por várias vezes que ali a "natureza nos coloca ajoelhados diante dela", aprendemos a ser mais humildes e respeitadores.

Todas as pessoas deveriam passar por uma experiência dessas, pois o aprendizado é para toda a vida.

Lá a natureza nos dá e nos tira. Lá temos ajuda de quem pedimos, e de quem não pedimos. Gente que sequer tem televisão ou outro bem de consumo mais simples nos presenteia com agua gelada em copos de alumínio, gente que tem solidariedade e nos admira pois sabe o que a natureza esta nos impondo.

Ah, li certa vez uma frase - que segundo a resenha de uma viagem ao caminho de santiago, está por toda a parte do trajeto "sem esforço sem glória".

Somos todos, sem exceção, vencedores !!

Obrigado por me incluir em mais uma experiência que levarei por toda a vida.

Viva o Mural !!! Viva Elsão !!!

Ricardo Popó disse...

Este desafio mostrou para mim que , por mais que você se achar preparado para um evento, imprevistos acontencem. E no meu caso que não completei o percurso total, mostrou que você deve saber de seus limites e não querer ultrapassar os mesmos, pois no momento que senti que, minha frequencia cardiaca não estava controlada e a insolação começava a me incomodar , tomei a decisão parar, para preservar não só a minha pessoa, como não prejudicar aos que se encontravam em condições de continuar de modo que não me sacrifiquei e não atrapalhei o grupo. Pois andar em grupo nem sempre o grupo tem que ser solidário com um membro, mas como neste caso o membro tem que ter noção e reconhecer suas limitações.

Guido disse...

Definitivamente essa foi até agora a aventura mais ¨Punk¨ que já realizei quer dizer superei, porque quem fala que realizou alguma trilha e porque não participou
do desafio da serra da Jibóia 3, pois subir e descer a sera de 900 metros duas vezes, realmente foi algo irreal, ai me perguntam se valeu o desgaste do desafio, respondo com toda certeza que sim
pois quando somos impostos a dificuldades como essa e que realmente descobrimos o valor de viver e cuidar da saúde para que possamos sempre estar preparados para os desafios impostos a nós.
Agradeço a todos que participaram pelo espírito guerreiro e de companheirismo em todos os momentos, e que depois de todas as dificuldades quando estávamos la no topo da serra vendo aquele por-de-sol lindo e ao mesmo tempo apenas mudando de lado o olhar pudemos contemplar a "Super Lua cheia" que após 18 anos apareceu bem no dia em que estávamos superando esse desafio, mais avisando que toda recompensa e no final.No nosso caso foi no meio, isso bem no meio do desafio pois ainda faltavam 50 km de retorno para a fazenda.
Assim fica o aprendizado dos limites dos nosso corpo, e acima de tudo saber reconhecer os nossos limites e respeitar os limites dos outros.
Esse foi um breve relato do que SUPERAMOS depois de 18 horas de pedal.

Lucas Goes disse...

Se pudesse voltar no tempo e me perguntassem onde eu gostaria de estar no dia 19/03/2011 às 17:30, sabe onde seria? No alto da Serra da Jiboia, no pé das antenas da região de Santo Antônio de Jesus à 900 metros de altura, ao lado de GRANDES GUERREIROS, conversando com outro GRANDE GUERREIRO via rádio, depois de ter percorrido 50km e ainda faltar 50 km para voltar para "casa". A Serra da Jiboia 3 foi uma aventura como nunca havia feito, que me vez mudar totalmente minha visão sobre diversas coisas. Lá vi pessoas fazerem questão de ajudar o próximo mesmo esse sendo um desconhecido, conheci um casal super gente fina ficarem acordados até tarde da noite esperando por nós mesmo não se tratando dos seus filhos, vi a mãe natureza em suas diversas faces (e posso dizer, ela é linda), pude presenciar o pôr do sol e o nascer da lua ao mesmo tempo e o mais importante, vivi tudo isso ao lado de incriveis pessoas que a pouco tempo nem fazia idéia que existia e ao meu lado venceram cada obstáculo, sorriram a cada downhill, ajudaram a cada pneu furado ou queda, e gargalharam, reclamaram, pertubaram, sofreram...Tudo isso juntos! (quando Popó desistiu de seguir até as antenas, deixamos com ele um rádio e durante todo o percusso ele pôde acompanhar nossas conversas e conversar conosco também.) É por tudo isso que não me arrependo de ter passado pelo que passei cada sofrimento tem a sua recompensa, e isso não se aplica só no ciclismo!
E qual foi o maior aprendizado que tiro disso? O respeito! Respeitar a natureza em geral, o limite do seu corpo e as pessoas ao seu redor.
Mais uma vez agradeço a todos que de uma forma ou de outra me ajudaram a Vencer incluindo os participantes desse Desafio (Elson, Popó, Josué, JP, Rei, Guido e Fernandes)

Reinaldo disse...

Foi com muito entusiasmo mas também receio que fui para este que já sabia seria um desafio de verdade. Após uma semana em dieta por conta de uma constante azia o corpo reclamava por vitaminas e a falta de treino na véspera provavelmente atrapalharia meu desempenho. Mas que bobagem, pensei, pedalando não tem como ter azia pois o exercício ajudaria na digestão do farto e delicioso café da manhã que nos aguardava. Como sempre fui o último a levantar, mas não o último a ficar pronto. Da fazenda era possível visualizar nossos destinos, do lado esquerdo a cachoeira, do lado direito as antenas... minúsculas!!! O interessante é que para chegar lá inúmeras vezes era necessário percorrer alguns km no sentido oposto, depois dar voltas em torno até chegar no ponto em que "atacávamos" do cume!!! Detalhe, não há retas nem planos!!! Mas por mais que a gente tente descrever só quem participa é capaz de entender o nível de dificuldade desta região. Digo isso porque não fui no Desafio da Serra da Jibóia 1 e só quando fui no segundo entendi o que os primeiros aventureiros diziam. Testar o limite do nosso corpo requer sofrimento, porém a satisfação, o orgulho e o aprendizado superam a dor e o cansaço. Fisicamente podemos dizer que ganhamos dois troféus, o banho revigorante na cachoeira e a paisagem no alto das antenas de comunicação com um por do sol espetacular seguido de uma super lua cheia. Minha queda em que quebrou meu capacete, o corte no dedo, os arranhos das tiriricas nas pernas, e as porradas da caneta no pedal não diminuiram em nada a alegria de ter completado essa aventura. Aventura essa que pra quem a gente conta ouvimos: "vocês são malucos, tem que gostar muito". E é isso mesmo, a gente gosta muito e já não vive sem esses momentos, doido para que venha a próxima. Gostariade de agradecer a todos que participaram, pelo companherismo e solidariedade necessárias nessas empreitadas, e principalmente a Elson pela oportunidade que ele vem nos proporcionando não só de pedalar mas de ganhar novos e sinceros amigos!!! Um grande abraço.

Pedro Neves disse...

Parabéns a todos guerreiros, sem exceção – como disse JP – que participaram do desafio da Serra da Jiboia. Que como o nome mesmo diz, é mais que uma trilha é O DESAFIO!

Ontem voltando da trilha noturna tive o privilegio de ser o primeiro a assistir o vídeo e vou dizer: Fez com que, nos, membros do Mural de Aventuras, tivéssemos ainda mais orgulho de participar desse grupo. Elson, Parabéns! O vídeo está alucinante! Ótima edição! O drama inicial junto à brocação nas descidas ficou show.

Welseman, a resenha está ótima! Muito detalhada.

Depois desses vídeos e fotos só chego a duas conclusões:
1 - Que vai ter muita gente treinando por próximo desafio da Serra da Jiboia.
2- E que precisamos contribuir com a RIFA para compra da câmera! Já que, aventuras como essa não podem ficar sem registro. Elson, vou assinar mais um na RIFA.
Valeu Mural!

josa disse...

Caraca véééíiii a cara de rei dizendo chegamos!! chega a emoçionar,porque só quem participou sabe como foi aquela subida,pra chegar nas antenas. E isso ai galera, vamos colaborar com a rifa da camera do mural, já imaginou uma aventura dessas sem registro?

Lucas Malandra disse...

Puts!
Eu tbm queeeero!
Parabéns a todos que participaram desse desafio!

Elson, vc se superou nesse vídeo!
Muito bom!

Bora Mural!!!!
Abraços.

Ramster disse...

Parabéns galera, MURALISTA é MURALISTA, o resto é ciclista, quero a minha carteirinha de MURALISTA também, então que venha o próximo desafio da SERRA DA JIBÓIA, pois quero me formar em MURALISTA com honrarias e sofrimento. rsrsrsrsrs

Só quem já foi sabe o que é, e eu quero sentir este sofrimento também.

Pois, quem quer se divertir vai pra disneylãndia, no mural você vai é sofrer. kkkkkk

Valeu galera! Valeu MURAL DE AVENTURAS!

Ricardo Popó disse...

Pois é galera, lindo os videos, as fotos , a produção etc, ou seja valeu a a pena não valeu , ter ido lá e poder mostrar a todos o que foi!!!!. Ai eu pergunto e ai !!!??? se não fosse uma TX 5, como seria, sem provas e evidências como seria nossas aventuras, !!!!!?? acredito que temos que nos mobilizar mais do que uma rifa!!!!!! não é não!!!????

Lucas Goes disse...

Simplesmente incrivel essa aventura!
Valeu a pena esperar Elson, a resenha ficou otima!...a resenha, as fotos, o video (principalmente o video). Otima produção. Elson está de parabéns! Só tenho a agradecer por todos os meus ganhos com essa galera! Que venha a próxima!

Ciclistas Amigos de Cristo disse...

Sem palavras para descrever a emoção de assistir esse vídeo. Vocês conseguiram transmitir o que há de melhor numa trilha tão difícil como essa, estão de parabéns. Nota 10 para as trilhas sonoras. Parabéns também para os guerreiros do Mural de Aventuras que finalizaram esse desafio com louvor.

JP - João Paulo disse...

Caramba, assistindo o vídeo,lendo as resenhas e comentários vejo que o nosso lance é realmente a aventura e a amizade. Fomos atores de um filme real onde a natureza ditou o roteiro, sendo inclusive protagonista.
Foi bastante difícil a tarefa aceita, contudo realizada com maestria por um forte grupo brilhantemente liderado pelo grande amigo Elson.
Parabéns a todos, que venha a próxima, só que agora, mais difícil, pq nesse nível já está "brocada" !! Elsão, piorar a parada é com vc mesmo, mande ver que certamente terá seguidores !! kkkkkkk

JP - João Paulo disse...

Ah !! O vídeo e as fotos estão impressionantes, a edição está digna de mostra de vídeo-documentário!! Putz, que parada violenta é aquele inicio com a Jiboia tocando terror ??
Quem quiser encarar a próxima aventura na Jiboia leia as resenhas dez vezes, assista o video outras 20 e repita o clip inicial da Jiboia dando o bote umas cinquenta vezes, por que lá é ela quem manda !! eheheh

welseman disse...

Serei redundante aqui se começar a descrever tudo o que passamos neste dia.
Compartilho com todos vocês tudo o que já foi tão bem relatado nos comentários, pois estão retratando exatamente o que aconteceu.
O que posso dizer a todos: Pedal se divide em duas fases: um antes e outro depois da Serra da Jibóia.
Espero está presente em outros eventos desta magnitude, participando deste grupo de amigos que fazem parte do Mural.
Cordiais Saudações e Respeito à todos que já venceram este desafio, inclusive por mais de uma vez, como o Elson, Popó, Rei e JP.
Abraço,
Welseman Fernandes

Roberiton disse...

Vocês estão de PARABÉNS. Foram guerreiros. Espero em breve ir à Salvador e curtir um pedal com vocês.

Enquanto isso vou treinando aqui no RJ.
Abraço

Ana Paula Alves disse...

Geeeeeeente!
Primeiro: Parabéns!
Segundo: Nenhuma menina para encarar o desafio?
Minha gente eu me emocionei em ler o relato e os comentários de cada um dos participantes. E o vídeo está perfeito. Nos passa um pouco da beleza do lugar e a sensação de copanheirismo entre vcs. Tenho uma certeza para mim: Não vou morrer antes de passar por uma experiência desse tipo. Não sei quando eu começo a treinar, não sei quando estarei preparada, não sei quando vou encarar, mas eu sei que vou.
Me senti desafiada quando testemunhei aqui no blog a aventura de vcs e resolvi que também quero isso para mim.
Mais uma vez PARABÉNS para todos que encararam esse desafio. E faço um duplo desafio: 1- Que mais meninas se sintam como eu para encarar essa aventura e 2- Que os experientes aceitem nos treinar e a nossa companhia nessa aentura.

JP - João Paulo disse...

Ana,
Quando achei o site do Mural de aventuras em 2010, eu ainda procurava uma bike pra comprar.
Assim que li as resenhas da expedição feita em 2009 à Chapada Diamantina tive o mesmo sentimento seu, que um dia tb iria fazer uma aventura dessas !
Hoje tenho a felicidade de pedalar neste grupo onde fiz grandes amizades.
Consegui participar da expedição a Chapada dos Veadeiros, a dois desafios da serra da Jibioa e diversas outras aventuras. Posso de assegurar: São experiências únicas que serão passadas a meus filhos e netos. Inicie seu treino no Centro de Treinamento do Mural - CTM, ás terças feiras.Garanto: será bem recebida como tb fui. Abraços,
JP - João Paulo

JOSUE disse...

Ana sinta-se convidada a participar/ treinar conosco as terças,hoje por exemplo, é um dia espeçial, pois é o treino para o primeiro RODA PRESA,e daqui uns dias, voce estará pressionando tambem a galera, para treinar mais, pois assim nossas trilhas ficam muito mais divertidas

Ramster disse...

Ana, saja bem vinda ao mural!

Nossa intenção é a integração e os treinos são sempre as terças à noite no canteiro central da paralela, todos são bem vindos, desde que atendam os requisitos de segurança, quanto ao preparo, não se preocupe, pois aqui é o treino para que possamos fazer as trilhas de finais de semana. lógico que quanto mais treino melhor.
Eu, por exemplo, ainda não fui ao desafio da serra da jibóia, mas estou trinando feito um louco para o mesmo, pois como já disse antes é lá que se tira o brevê de MURALISTA.

Abraços e te esperamos nas terças para treinar.

Nanal disse...

Galera!!!!!!!!!
Parabéns mais uma vez pela coragem, garra e determinação, digo isso não só por essa aventura que foi maravilhosa, e sim pelos pedais em que vejo muita gente se esforçando muito, com muita união e determinado.
Estou um pouco distante dessa galera, devido aos estudos, mas graças a Deus já estou voltando, pois essa galera do Mural é sem dúvidas muito especial...

Ha! Não podemos deixar de parabenizar o cara responsável por tudo isso... Elsão mais uma vez, parabéns cara, você merece, e continue sempre essa pessoa guerreira, determinada e solícita para todos nós que fazemos parte desse maravilhoso grupo....

Nanal

Ana Paula Alves disse...

Valeu galera! Uma terça dessas eu apareço. Não prometo qual pq trabalho viajando (a próxima estarei no interior).
Mas já me senti bem acolhida!
Bons treinos e aventuras para vcs!